Guerra no PSB; Rocha quer ficar longe do fogo cruzado

Roberto Rocha entre Ribamar Alves e Zé Antonio

A polêmica eleição do PSB foi realizada no último sábado, com a vitória de José Anotnio Almeida, que já estava presidindo a comissão provisória da legenda. O deputado federal Ribamar Alves (PSB), que questiona junto à Executiva Nacional a legalidade do evento não compareceu ao evento.

Roberto Rocha, que também não compareceu, mesmo sendo o presidente municipal do PSB em São Luís, quer ficar longe desta briga. Rocha diz que preferiu não ir ao Congresso para não dar ainda mais margem para disputas internas no PSB. Ele diz que não adere a nenhum dos grupos e pretende trabalhar para que as disputas internas sejam sanadas.

“Entrei agora no partido e sou a favor da unidade partidária, que construamos um partido só, não vários em um mesmo. Essas diferenças internas acontecem antes de eu me filiar, mas não estou em nenhum dos dois lados. Pelo contrário, discordo dessas disputas que já existem há anos. Temos que trabalhar para um partido forte,” revelou à repórter Aline Louise (O Imparcial).

Ele afirma que, como foi indicado para o partido por Eduardo Campos (presidente nacional), não quer se envolver com as disputas anteriores. “Agora o interesse do partido é voltado para eleição municipal. E alongar essa crise só prejudica o entendimento. Foi até menos mal que não tenha ido e evitado ainda maiores problemas,” analisou.

Ele prefere não se meter , uma vez que Ribamar Alves ajudou a articular sua filiação com Eduardo Campos, daí sua ligação com o deputado.Porém, já dentro da legenda, Rocha teve aproximação com Antonio Almeida, e negociou o posto de presidente do diretório municipal do PSB e o aval Zé Antonio para se lançar pré-candidato dos socialistas à prefeitura de São Luís.

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