PMDB admite que financia movimentos contra prefeitura de São Luís

Reunião onde João Alberto fala como financiou ações contra prefeitura de São Luís

Reunião onde João Alberto fala como financiou ações contra prefeitura de São Luís

O Senador João Alberto confessou que foi o PMDB que articulou o movimento dos cooperativados realizado na porta da prefeitura com o caixão. Em reunião com ex-cooperativados da Multicooper, na sede da FETIEMA, na Praça da Bíblia, na última segunda-feira(28), o senador admitiu que o PMDB e ele próprio estavam por trás da manifestação. João Alberto já prepara o mesmo modus operante para manifestação dos professores grevistas de São Luís nesta quinta-feira (31).

“À distância participei do movimento de vocês na porta da prefeitura. Passei várias noites lá. Geralmente, eu voltava para dentro do meu carro e seguia”, disse o senador peemedebista ao lado de Fábio Câmara (PMDB), que ficou conhecido como Fábio Caixão por conta do episódio.

O senador diz ainda que seu nome não pode aparecer para que não digam que o movimento é político.

Confira o áudio da parte mais importante, onde João Alberto deixa claro que estava pro trás do manifesto:

 

“Naquele momento, era necessário que se tivesse na porta da Prefeitura, no mínimo, 500 pessoas, pai, filho, a mulher”, afirmou Alberto, pedindo votos para Fábio Câmara e seu filho João Marcelo. “Eu vou me despedir. Está entrando em meu lugar meu filho João Marcelo. Parece muito comigo. Trabalha há muito tempo comigo. Eu acho que ele não vai me decepcionar”.

Confira o trecho:

João Alberto deixa clara a politização das ações arquitetadas contra a prefeitura de São Luís. Os professores da rede municipal também preparam manifesto nesta quinta-feira com o apoio dos caciques do PMDB.

 O áudio completo está no blog do Gilberto Lima. 

Uma ideia sobre “PMDB admite que financia movimentos contra prefeitura de São Luís

  1. Será que Flávio Dino não sabia que em política, sempre a criatura desconhece o criador (?). Aliás, todos sabem que Holandinha nunca “deixou o Pai de lado”, só o deixou intocado durante a campanha.‏

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