Atuação de Thiago Diaz na OAB tem sido desastrosa e perde credibilidade

O presidente da OAB/MA, Tiago Diaz, coleciona uma série de fiascos à frente do órgão. Sem experiência para lidar até mesmo com a classe dos advogados, e já tendo no repertório crise com todos os setores do sistema judiciário devido as suas atitudes autoritárias e desrespeitosas, Diaz acumula ainda assédio a prefeituras do interior e forte laço com o desastroso governo do presidente Michel Temer, isso tudo em pouco mais de um ano na gestão da Ordem.

A falta de credibilidade de Tiago Diaz no meio jurídico aliada à subserviência àqueles que querem continuar causando problemas financeiros ao Estado deslegitimam a atuação da OAB/MA e os ataques constantes ao Governo Flávio Dino.

Em plena campanha do golpe arquitetada pelo PMDB para tirar Dilma Rousseff da presidência da República, Tiago Diaz recebeu o então vice-presidente Michel Temer, que, na ocasião, palestrou acerca das necessidades de debates com a sociedade para construir soluções para a atual realidade da política brasileira, e ainda defendeu uma “reunificação do país”. Resultado: impeachment.

Na sua coletânea de desastres, Tiago Diaz possui grave denúncia de uso da influência como presidente da OAB/MA para conseguir contratos com prefeituras do Maranhão. A acusação, levantada por um grupo de advogados, envolve a participação do seu irmão, Bruno Diaz, na tentativa de emplacar a assessoria jurídica do seu escritório em dezenas de prefeituras maranhenses.

A catastrófica gestão de Tiago Diaz à frente da OAB/MA resultou inclusive no repúdio de desembargadores à sua conduta. Após arrancar avisos afixados pelo juiz da 2ª Vara, Francisco Lima, no Fórum da Comarca de Coroatá, em uma atitude autoritária e desrespeitosa, Diaz foi veementemente repudiado por toda a corte do Tribunal de Justiça, incluindo a presidência do TJ, à Corregedoria-Geral e a Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA).

Tiago Diaz vive um inferno astral na presidência da OAB/MA. Nesta semana ele sofreu mais uma derrota que evidenciou a sua falta de fundamentação jurídica e o seu interesse político. O pleno do Tribunal de Justiça do Maranhão julgou a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Ordem contra o projeto que reajustou as alíquotas do ICMS para fumo, energia elétrica, combustível e comunicação. Por unanimidade, os desembargadores rejeitaram a medida cautelar.

Em pouco mais de um ano, Tiago Diaz coleciona polêmicas, insucessos e atuações trágicas à frente da OAB/MA. E à medida que o órgão entra em algum assunto polêmico, a credibilidade do seu presidente vai só diminuindo.

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