Equilíbrio fiscal do Maranhão atestado no rating do Tesouro Nacional desmonta factoide sarneysista

O Tesouro Nacional divulgou ontem as notas de capacidade de pagamento de Estados obedecendo à metodologia que combina três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. Segundo esses critérios, o Maranhão aparece com nota ‘B’, a segunda melhor do levantamento.

O cálculo da Capacidade de Pagamento (CAPAG) realizado pelo Tesouro Nacional trouce dados comparativos desde 2014, último ano do governo Roseana Sarney. O que se pode observar é que em 2014 a nota do Maranhão era ‘C’. Logo em seu primeiro ano de governo, Flávio Dino fez com que o estado melhorasse o índice e pulasse para ‘B’, resultado mantido até o ano de 2017.

Nos quesitos endividamento e poupança, o Maranhão possui a nota ‘B’. Já em relação a liquidez, a nota do estado é a máxima ‘A’. Esse crescimento afirma a boa gestão fiscal realizada por Flávio Dino desde 2015. Somente o Maranhão e os estados de Roraima e Paraná conseguiram melhorar os seus índices nesses últimos três anos. A grave crise econômica que assola o Brasil foi um impeditivo para os estados, que viram, em sua maioria, as notas do CAPAG despencarem.

O levantamento histórico desmonta também um factoide que é quase que um mantra da oposição sarneysista, de que a ex-governadora Roseana entregou o Maranhão com contas equilibradas em 2014. De acordo com os novos critérios do Tesouro, só quem receber nota A ou B poderá receber crédito da União. Ou seja, se recebesse o governo hoje com a nota da sua antecessora, Flávio Dino não poderia ter acesso à crédito junto a União.

Os avanços do Maranhão observados após divulgação do relatório do Tesouro Nacional confirmam que, apesar da crise que afeta a grande maioria dos estados brasileiros, a gestão do governador Flávio Dino tem garantido o equilíbrio fiscal.

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