Flávio Dino diz que “caixa” dos milicianos é caminho para desvendar assassinato de Marielle

A Polícia Civil do Rio prendeu na manhã desta terça-feira (12) dois suspeitos de participarem do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), dois dias antes de o crime ainda não esclarecido completar um ano, em 14 de março. Ambos são ligados à Polícia Militar.

Um dos presos é o policial militar reformado Ronnie Lessa, 48, acusado de ter cometido os disparos contra o carro em que estava Marielle e Anderson. O segundo suspeito preso foi o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, 46. Ele estaria, segundo o Ministério Público, no carro quando os tiros foram disparados.

O governador do Rio, Wilson Witzel, disse que os acusados serão convidados a fazer delação premiada.A defesa dos dois nega que eles tenham participado do crime.

O governador Flávio Dino comentou o caso nas redes sociais. Para o chefe do Executivo maranhense, o fluxo financeiro da milícia é o caminho para chegar aos mandantes do assassinato. Para a investigação deve “seguir o dinheiro”. “Vale o tradicional lembrete, já muito conhecido: follow the money. Para terminar de desvendar o bárbaro assassinato de Marielle, um dos caminhos é ir atrás dos fluxos financeiros dos quadrilheiros milicianos. O tesoureiro deles está solto. Basta achá-lo”, afirmou.

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