Lava Jato, que começou no Maranhão, segue pegando os mais próximos de Sarney

Sempre batendo na trave. A Lava Jato, operação que começou no Maranhão com a prisão do doleiro Alberto Youssef no Hotel Luzeiros, na noite do dia 17  de março de 2014, segue pegando pessoas próximas do ex-presidente José Sarney. Mas o oligarca, que também tem amizade profícua com ministros do Supremo, procuradores, juízes, desembargadores, coleciona vitórias no Judiciário.

O ex-presidente Michel Temer é mais um cacique de peso do MDB (ex-PMDB) que é preso pela operação. Assim, como o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

O ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, preso por coordenação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, esteve no Maranhão ao lado de Roseana Sarney e Edison Lobão para anunciar a famigerada refinaria. Em delação, Paulo Roberto chegou a dizer que as propinas da Petrobrás eram pagas desde o governo Sarney.

Mesmo com todo o entorno, Sarney teve seu processo na Lava Jato arquivado pelo ministro Edison Fachin. Sarney foi grampeado pelo ex-diretor da Transpetro, Sérgio Machado, em conversa com Romero Jucá em um plano para “estancar a sangria” política e acabar com a Lava Jato.

Temer tinha Sarney como seu principal conselheiro político no governo que findou há menos de 3 meses. A prisão do ex-presidente pode trazer novos fatos para o Clã maranhense.

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