Flávio Dino: “Governo tem subordinação aos interesses da população”

“Temos subordinação aos interesses da população. E por isso temos que nos governar e temos que nos comportar e agir de modo a que essa subordinação se dê com eficiência, afim de garantir que os resultados apareçam. É o que nós estamos cuidando hoje”.

Com essa declaração, o governador Flávio Dino entregou 32 patrulhas agrícolas para os municípios maranhenses, adquiridas por meio de emendas parlamentares dos deputados federais do estado, inclusive de parlamentares que fazem oposição ferrenha ao seu governo.

Os equipamentos são resultado da união da Bancada Federal do Maranhão em prol da população. Demonstrando seu espírito democrático, Flávio Dino fez questão de externar que seu governo apoia todas as emendas enviadas pelos deputados, quer sejam eles a favor ou de oposição, por se tratar de benefícios para a população maranhense.

Os deputados Rubens Júnior e André Fufuca participaram da solenidade de entrega e enfatizaram o modo republicano com que Flávio Dino administra o Maranhão. Oposicionistas como Hildo Rocha e Aluísio Mendes foram destinatários de emendas e reconhecidos pelo gesto durante o evento.

Os tempos são outros no Maranhão. E desta vez todos os que querem, realmente, ajudar o estado a mudar são reconhecidos. Bem diferente das perseguições e boicotes ocorridos no passado.

Levantamento do portal G1 aponta Flávio Dino como o governador que mais cumpriu as promessas de campanha

Um levantamento do portal G1 com todos os Estados brasileiros mostra que Flávio Dino é o governador que mais cumpre compromissos de campanha em todo o Brasil. A pesquisa também constata avanço ano a ano durante a gestão de Flávio.

Segundo o G1, que pertence ao Grupo Globo, Flávio Dino já cumpriu integralmente ou está cumprindo 92% dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral de 2014. É o maior porcentual entre todos os 27 governadores avaliados.

Ao fim do primeiro ano de governo, em 2015, Flávio havia cumprido integralmente 12 compromissos; e dez estavam em andamento. Em 2016, tinham sido 15 cumpridos integralmente e 14 em andamento.

Agora, ao fim de 2017, são 22 cumpridos integralmente e 12 em andamento. Do total de 37 compromissos, portanto, o governador do Maranhão já cumpriu ou está cumprindo 34, de acordo com o levantamento do G1. Isso significa 92% dos compromissos honrados em três anos.

Entre eles, está implementar o Bolsa Escola, aumentar a rede de ensino em tempo integral, reformar e recuperar as escolas do Estado, aumentar o número de médicos no Maranhão, aumentar o número de policiais e criar a Secretaria de Transparência e Controle.

Os 92% atingidos por Flávio são bem acima da média nacional, de 60%, ainda de acordo com o G1.

Os Estados que mais se aproximam do Maranhão são Rondônia (85%), Goiás (82%), Ceará (80%) e São Paulo (75%)

Veja aqui a pesquisa do G1: https://g1.globo.com/politica/noticia/promessas-dos-politicos-em-3-anos-de-mandato-governadores-cumpriram-32-dos-compromissos-de-campanha.ghtml

“Uma ponte é união, a ponte une e é o que o Brasil está precisando hoje”, diz Dino em Paulino Neves

O governador Flávio Dino esteve em Paulino Neves para a inauguração da histórica ponte sobre o Rio Novo, que ligará os Lençóis Maranhense e o Delta do Parnaíba. Durante o seu discurso, ele destacou a união, fazendo alusão ao objetivo de uma ponte, que simboliza o atual momento de superação da crise no Maranhão.

“Quero dizer para vocês que é muito importante aqui a presença do prefeito Roberto. Uma ponte é união, a ponte une e o que o Brasil está precisando hoje é de união. União ampla para sair da escuridão, união ampla para sair da crise. Eu não sei o partido do prefeito A, B ou C, nem pergunto. Mas faço questão de convidar sempre porque a gente quando pode se ajuda um ao outro, todos os 217 prefeitos, no meio da escassez de recursos, para gente poder fazer mais pela população”, disse o governador.

Essa tem sido uma das mudanças políticas prometidas por Flávio Dino ainda na campanha de 2014. Com histórico de prefeitos boicotados pelo poder público estadual que não rezavam na cartilha da oligarquia, o Maranhão necessitava de um governante republicano que se dispusesse a ajudar todos independente de colocação partidária. E é isso que Dino vem demonstrando na prática.

Ontem e hoje mesmo ele levou uma série de benefícios para Barreirinhas, cidade administrada por Albérico Filho que é primo de José Sarney, hoje o maior opositor ao atual governo.

Com essa mudança, só quem ganha é o povo do Maranhão. O verdadeiro beneficiado com uma política feita sem distinção.

Flávio Dino diz que Roberto Rocha fortalece o atraso do Maranhão

Flávio respondeu pela primeira vez aos ataques de Rocha

Blog da Silvia Tereza – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), não poupou críticas ao senador Roberto Rocha (PSDB) e nem à ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), durante entrevista à rádio São Luís, na manhã desta segunda-feira (09). Para ele, os dois representam o atraso e disse ainda esperar que o agora novo tucano retome “o caminho correto”.

Flávio Dino disse ainda que, nesse momento, Roberto Rocha, ao atacar o governo, de modo injusto, acaba fortalecendo o atraso do  Estado e ajudando aqueles que não querem o bem do Maranhão.

“Eu lamento muito que tenha tido esse problema do senador Roberto Rocha. Eu espero que ele reflita melhor sobre a história recente do Maranhão e quem sabe consiga retomar o caminho correto”, afirmou Dino.

Sobre Roseana Sarney, segundo o governador, a mesma representa a síntese do atraso. Flávio Dino disse que a ex-governadora é a responsável maior por tantos problemas econômicos sociais porque ela representa um sistema de poder.

“Quando se fala dela, nós temos que lembrar que Roseana Sarney Murad é exatamente os Sarneys, os Murads. Essas poucas famílias que dominaram o nosso Estado, politicamente, concentraram riquezas nas mãos que fizeram com que o Maranhão nunca tivesse progredido tanto como poderia. Outros estados passaram na nossa frente, como Ceará e Pernambuco, porque exatamente havia um modelo político errado, sintetizado nessas poucas famílias que, simplesmente, achavam que eram donas do Estado”, disse.

As diferenças entre os 400 e os 405 anos de São Luís

Blog do Garrone – As comemorações dos 405 anos de São Luís demonstraram mais uma vez as muitas mudanças que o Maranhão atravessa.

Quando da comemoração dos 400 anos, ainda no reinado de Roseana Sarney, houve muita festa com artista de fora e muita falcatrua com dinheiro público.

Trabalho mesmo, nada.

Até hoje os processos judiciais das festanças dos 400 anos tramitam, em razão de gastos superfaturados, supérfluos ou em duplicidade.

Já agora, nesse período de seriedade e transparência que o Maranhão vive, a história é bem diferente.

Em primeiro lugar, o governador Flavio Dino demonstrou muito trabalho e resultados. Foram 18 inaugurações em uma semana.

Quem pensava em ver a Lagoa da Jansen livre de esgotos que ali eram despejados em décadas? Pois aconteceu com Flavio Dino, num trabalho de saneamento que continua.

O governo inaugurou praças e equipamentos de lazer para o povo da Camboa, Liberdade, Fé em Deus, mostrando que se preocupa com todos.

Avançou na urbanização da Praia do Aracagi e corrigiu uma das “heranças malditas” de Roseana: aquela avenida que tinha mais postes e canteiros do que espaço para o trânsito.

O governo também ampliou a estrutura esportiva e de cultura, em várias partes da capital. Merece destaque a belíssima obra do Forte Santo Antônio, que estava abandonado há décadas.

Agora, o Forte abriga museus para o povo do Maranhão e para os turistas, deixando ainda mais bonita a Ponta D’Areia.

A histórica Escola Modelo agora está restaurada, entregue à alegria e aos cuidados de centenas de professores, funcionários e estudantes, orgulhosos da nova infraestrutura educacional entregue pelo Governo.

Claro que nos 405 anos teve festa também. A cidade e os cidadãos merecem. Mas foram coisas sérias, prestigiando os artistas maranhenses em primeiro lugar. Como foi bonito ver o maranhense Claudio Fontana dizendo que há 50 anos esperava a oportunidade de cantar em sua cidade, em um dia de aniversário.

Enfim, basta comparar. Os 405 anos apagaram as marcas negativas das festanças superfaturadas do reinado de Roseana Sarney.

E mostraram os novos ares que o Maranhão respira.

Confira a íntegra da decisão que arquivou o processo contra Flávio Dino

Está oficialmente encerrada a discussão sobre inquérito de Flávio Dino na Lava Jato. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pelo arquivamento de processo contra o governador do Maranhão Flávio Dino com base em delações de um dos envolvidos no esquema da Lava Jato. Com isso, o STJ atendeu a pedido da Procuradoria Geral da República, que afirmou não haver qualquer fato ou indício que pudesse comprovar as falsas acusações feitas pelo funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho, ao tentar reduzir sua pena.

O ministro Félix Fischer, relator do caso no STJ, afirma que o pedido de arquivamento era “irrecusável” dada a falta de provas contra o governador. “A jurisprudência desta Corte é firme de que o pedido de arquivamento (…) quando fundado na ausência de elementos consistentes à demonstração da ocorrência de conduta criminosa, é irrecusável”, afirmou em sua decisão.

Veja a íntegra:

Acabou: Falta de provas e mudança de versão enterraram denúncia contra Flávio Dino

Factoide sobre Flávio Dino e Lava Jato está definitivamente encerrado

Ao pedir o arquivamento da denúncia do delator José de Carvalho Filho contra Flávio Dino, a Procuradoria Geral da República levou em conta diversos elementos. Entre eles, está a falta de provas sobre o suposto pagamento feito a Dino em 2010, como sustentava o ex-executivo da Odebrecht.

O delator Carvalho Filho havia dito que o pagamento teria sido feito em troca da atuação do então deputado Dino um projeto de interesse da Odebrecht. Mas Dino nunca atuou na proposta, como já havia sido divulgado.

Além disso, também pesou bastante a mudança de versão sustentada pelo próprio delator sobre a quantia paga.

Inicialmente foi dito que Dino teria recebido R$ 400 mil para a campanha de 2010. Mas a divulgação do vídeo da delação mostra que o delator já mudou de versão.

O delator passou a afirmar que foram R$ 200 mil em 2010, de forma ilegal, e outros R$ 200 mil em 2014, de forma legal. O vídeo abaixo comprova a mudança de versão.

Por fim, em nenhum dos casos, foi mostrada qualquer prova sobre o suposto pagamento.

Não havia nada além da palavra do delator, que se mostrou repleta de contradições. A PGR não teve outra opção a não ser pedir o arquivamento da apuração.

Flávio: Sarney está obstinado em retomar o poder

Maranhão 247 – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou seu perfil no Twitter neste domingo para relatar a ‘obstinação’ do ex-senador José Sarney pela retomada do poder no estado.

“O senador Sarney está obstinado em retomar o poder no Maranhão. Mas não é para servir ao povo. E sim pela saudade de privilégios e benesses”, escreveu Dino.

O governador denunciou ainda perseguição por parte de Sarney com “seu império midiático”. “Muita coisa esquisita que está acontecendo no Maranhão deriva dessa obsessão do senador Sarney, agindo nas sombras como sempre. O senador Sarney comanda sabotagens e “pautas negativas” em seu império midiático, para ter de volta o Maranhão, do qual se considera dono”.

Porque as OSCIPs continuam no sistema de Saúde do Maranhão

Flávio Dino e Carlos Lula estão substituindo gradativamente as terceirizadas pela empresa pública

Muitos questionam os motivos da gestão do governador Flávio Dino que preza tanto pela probidade não ter acabado com sistema de OSIPs e OSs na saúde do estado, uma vez que a operação Sermão aos Peixes mostrou que a gestão Roseana/Ricardo Murad usava este sistema para burlar a legislação e operar desvios bilionários dos cofres públicos.

Através das redes sociais, o próprio governador Flávio Dino explicou porque da manutenção da terceirização do serviço. Porque a saúde não pode parar. O governador explicou que está fazendo a transição passando as atividades para a Empresa Maranhense de Servuços Hospitalares (EMSERH) e caso fosse feita a troca imediata, o sistema de saúde maranhense iria parar.

“Não fomos nós que implantamos esse modelo de terceirização na saúde. Já encontramos e estamos fazendo mudanças possíveis, passo a passo.Eliminar de um vez só a terceirização para entidades privadas iria parar o sistema de saúde e gerar 10.000 desempregados. Transição entre o modelo do governo passado e um novo modelo tem ocorrido com várias medidas, uma delas a implantação de uma empresa PÚBLICA”, afirmou Flávio.

O governador diz que já foram cortados metade dos gastos com a terceirização. E além disto, a contratação foi feita por meio de licitação.

Mas porque o IDAC continuou no sistema?

O Instituto pego pela Polícia Federal já estava no sistema e teve o contrato renovado pelo governo. Foi feito um novo contrato porque, diferente de outros institutos, não havia problema de atraso de pagamento de funcionários, falta de pagamento, problema contratual. Aliás, quando o secretário Carlos Lula disse em entrevista que não tinha irregularidade com o IDAC, ele se referia a esta relação e não que a empresa não praticava ilícitos na gestão passada como alguns tentaram deturpar.

Com esta boa relação na prestação do serviço, o governo acabou dando mais contratos para o IDAC após a operação Sermão aos Peixes, que colocou no bojo apenas a Bem Viver e ICN, que saíram imediatamente. O próprio relatório da PF sobre a Operação Rêmora diz isto. Naquele momento a Emserh ainda não estava implantada.

Ou seja, não havia nenhum funcionário público envolvido nos crimes do IDAC, os contratos com o instituto foram celebrados por uma necessidade após as saídas de Bem Viver e ICN. Com a descoberta do esquema, o contrato foi rescindido. Algo que não poderia ter sido feito antes unilateralmente sem um motivo aparente.

É isto.

Flávio Dino anteviu que impeachment seria “marco zero” de novos conflitos

Em entrevista ao portal Brasil247, no dia 09 de março de 2016, Flávio Dino cunhou a seguinte frase: “um impeachment sem base jurídica não seria um ponto final, mas o início de um longo ciclo de vinganças, retaliações e violência”. À época o governador já avisava que o impeachment seria a pior de todas as soluções possíveis. “O impeachment, longe de estancar o processo de conflagração social, agudizaria a situação. É preciso ser dito com clareza: o impeachment não seria um ponto final, mas o marco zero de um longo ciclo de vinganças, retaliações e violência política, que arrastaria a economia para uma depressão ainda maior. Isso não é bom para ninguém”, disse em março do passado.

Passado mais de um ano da declaração, o cenário político nacional é de caos. Todas as principais lideranças políticas do país respondem a denúncias de corrupção. Nesta quarta-feira (24), a Esplanada dos Ministérios em Brasília virou um campo de batalhas em que a polícia reprimiu uma manifestação em que milhares de brasileiros protestavam contra o presidente Michel Temer, as reformas Previdência e trabalhista e pediam convocação de eleições diretas.

Ainda no ano passado, Flávio Dino já avisava que apesar da tradição brasileira sempre ter sido a capacidade de resolver conflitos por meio do diálogo e da conciliação, “esse novo traço do brasileiro tem um traço muito preocupante, que é a falta de razoabilidade. O ódio que já havia nas redes sociais transbordou para as ruas e o nome disse é fascismo. Tiraram o gênio do fascismo da garrafa e agora não sabem como colocá-lo de volta”. Dino sempre defendeu o diálogo e defendia que a presidenta Dilma teria que “chamar todas as forças políticas ao diálogo e a oposição terá que reconhecer que o calendário eleitoral é 2018”.

O certo é que Flávio Dino avisou…