Volume de entregas nos próximos meses deve aumentar vantagem de Flávio Dino na corrida eleitoral

Isolado na liderança na primeira pesquisa eleitoral registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a Difusora/DataIlha, o governador Flávio Dino deve aumentar, ainda mais, o seu percentual de votos válidos – que hoje é de 62,39%  segundo o DataIlha – nos próximos meses. Tudo porque o governo do Estado entregará dezenas de obras em todas as áreas para a população maranhense. Não estou falando de obras porque estamos no ano eleitoral, mas feitas ao longo da gestão próximas de conclusão.

Consolidado com percentuais de aprovação do seu governo sempre na casa dos 60%, Flávio Dino mantém uma agenda de trabalho forte e com muitas entregas de obras desde o início da sua gestão. Enquanto o Brasil agoniza por causa da grave crise econômica que afeta estados e municípios, o Maranhão segue ritmo notável de investimentos.

E os próximos meses também são promissores, pois várias obras estão com previsão de serem entregues. Dezenas de escolas dignas em todas as regiões do Maranhão melhorarão a educação de crianças. A rede dos Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia (IEMA) vai aumentar e contemplar as cidades de Matões, Presidente Dutra, Coroatá e Carutapera, levando ensino técnico em tempo integral para milhares de jovens.

Rodovias também estão no pacote de entregas dos próximos meses, a exemplo dos trechos Buriti Bravo/Brejo de São Félix e Buriti Bravo/Café Buriti. O Hospital de Chapadinha também será inaugurado em breve, assim como as praças Mais Esporte e Lazer de João Lisboa e Amarante. O Mais Asfalto segue em vários municípios, além da entrega da praça da Bíblia, em Imperatriz, e do Mercado do Peixe, em São Luís.

São intervenções em todos os setores que estão ajudando a melhorar a qualidade de vida da população.

Mostrando cada vez mais trabalho, a tendência é que o percentual de Flávio Dino aumente na medida que mais obras são entregues. Mesmo consolidado na liderança, o governador não demonstra aquele relaxamento de quem está na ponta e sabe que o trabalho não pode parar.

Levantamento do portal G1 aponta Flávio Dino como o governador que mais cumpriu as promessas de campanha

Um levantamento do portal G1 com todos os Estados brasileiros mostra que Flávio Dino é o governador que mais cumpre compromissos de campanha em todo o Brasil. A pesquisa também constata avanço ano a ano durante a gestão de Flávio.

Segundo o G1, que pertence ao Grupo Globo, Flávio Dino já cumpriu integralmente ou está cumprindo 92% dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral de 2014. É o maior porcentual entre todos os 27 governadores avaliados.

Ao fim do primeiro ano de governo, em 2015, Flávio havia cumprido integralmente 12 compromissos; e dez estavam em andamento. Em 2016, tinham sido 15 cumpridos integralmente e 14 em andamento.

Agora, ao fim de 2017, são 22 cumpridos integralmente e 12 em andamento. Do total de 37 compromissos, portanto, o governador do Maranhão já cumpriu ou está cumprindo 34, de acordo com o levantamento do G1. Isso significa 92% dos compromissos honrados em três anos.

Entre eles, está implementar o Bolsa Escola, aumentar a rede de ensino em tempo integral, reformar e recuperar as escolas do Estado, aumentar o número de médicos no Maranhão, aumentar o número de policiais e criar a Secretaria de Transparência e Controle.

Os 92% atingidos por Flávio são bem acima da média nacional, de 60%, ainda de acordo com o G1.

Os Estados que mais se aproximam do Maranhão são Rondônia (85%), Goiás (82%), Ceará (80%) e São Paulo (75%)

Veja aqui a pesquisa do G1: https://g1.globo.com/politica/noticia/promessas-dos-politicos-em-3-anos-de-mandato-governadores-cumpriram-32-dos-compromissos-de-campanha.ghtml

Flávio Dino diz que presença do Estado evitou impacto da recessão no Maranhão

Ainda sobre a entrevista concedida pelo governador Flávio Dino na manhã desta terça-feira (19) em que tratou de diversos assuntos, entre eles sobre a questão da economia do Maranhão em meio à crise. Projetando crescimento do PIB cinco vezes maior no estado do que no país para 2017, ele enalteceu que as medidas adotadas pelo Governo evitaram a hecatombe recessiva que atinge vários outros entes da federação.

Para Dino, o fato do Estado ter adotado políticas contracíclicas como pagar os salários em dia, aumentar o vencimento dos servidores, realizar concursos públicos e manter, minimamente, o setor de serviços e comércios de pé ajudou o Maranhão a atravessar a pior crise econômica da história brasileira. “A gente evitou uma hecatombe recessiva exatamente pela presença do Estado. Pagando servidores, fazendo investimentos, mais asfalto, construindo escolas, mantendo minimamente atividade econômica de pé além de prover serviços para a população”, enfatizou.

De acordo com o governo do Estado, o Maranhão terá crescimento do PIB de 2,5% a 3%, cinco vezes mais que o previsto para o Brasil em 2017, que é de 0,5%. A supersafra da soja, aliada as ações de governo impulsionaram o estado para o crescimento de empregos e posição destacada se comparado com outros entes da federação.

“Nós devemos fechar o ano com algo superior a três mil empregos líquidos gerados, ou seja, admissões maior que demissões. Depois de dois anos em que a equação foi invertida. Então nós temos alguns sinais de retomada pelo crescimento do PIB e ligeira retomada de empregos”, reiterou.

Ele enalteceu esses números apesar das instabilidades políticas e institucionais, de um modo geral, dificultarem essa retomada. “A marca de 2017 deve continuar em 2018. Muita incerteza, insegurança jurídica, política e econômica. Então nós praticamente vamos atravessar o governo inteiro com essa dificuldade, com esse fator que embaraça qualquer ação governamental em qualquer lugar do Brasil. Não obstante isso, nós fazemos um balanço administrativo positivo”, concluiu Flávio Dino.

Governo Dino cortou pela metade gastos com transporte aéreo

O governo Flávio Dino já economizou R$13,5 milhões com fretamento de aeronave desde 2015. O valor representa uma redução de 64% em relação ao contrato do governo anterior. Conforme dados publicados no Portal Transparência, em apenas 23 meses, entre início de 2013 e final de 2014, a gestão passada pagou R$ 25,2 milhões à PMR Táxi Aéreo. Já a gestão atual pagou menos e em um período maior pelo mesmo serviço. Ao longo de 31 meses, a contar de fevereiro de 2015, o governo atual desembolsou R$ 13.519.574,30.

“Diferente das gestões anteriores, o governo do Estado tem apenas um contrato com a empresa de táxi aéreo, cujas aeronaves devem atender à Casa Civil e demais secretarias. Estamos trabalhando de forma transparente para gerar economia aos cofres públicos”, afirma o secretário de Governo, Antonio Nunes.

Histórico

Em 2013, o governo do estado firmou contrato com a PMR, com pagamento mínimo, segundo a licitação, de R$ 680 mil mensais. Ou seja, mesmo que não usasse a aeronave para nenhum voo naquele mês, o Governo do Estado pagava por seu uso.

Se esse mesmo valor fosse pago hoje, com a correção do Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), esse montante subiria para R$ 855 mil e o valor total do contrato, R$ 7,4 milhões, com a correção do mesmo índice, subiria para R$ 9,4 milhões.

A mesma empresa mantinha ainda outros dois contratos: um com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), no valor mensal de R$ 385 mil, e outro com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), de R$ 495 mil (sem correção). Se for atualizado pelo IGPM, o valor global anual que foi pago pelos serviços prestados à SES subiria para R$ 6,2 milhões por mês.

O governo realizou uma nova licitação em julho de 2017 e a Heringer Táxi Aéreo apresentou mais uma vez os menores preços. Nesta última contratação, os valores ficaram ainda mais baixos e o estado irá economizar 5% em relação ao contrato que terminou em junho deste ano. O valor do contrato anual, que tem vigência de 12 meses, para oferecer os mesmos serviços passou de R$ 11, 7 milhões para R$ 9,9 milhões.

Flávio expôs que crise é para todos Estados; embora efeitos sejam bem menores no Maranhão

Estado quebrado? Flávio anunciou pacotão de obras e serviços para Caxias

O Senador Roberto Rocha e o jornal da família Sarney deturparam de forma escandalosa a fala do governador Flávio Dino durante o anúncio de obras e serviços em Caxias. Eles dizem que o governador “confessou ter falido o Estado” por ter falado em crise econômica durante o ato.

Quanta contradição! Como Flávio teria anunciado que o Maranhão “não tem nenhum centavo” no dia em que ele anuncia convênios com prefeituras (inclusive de adversários políticos), apoio à maternidade, ampliação do Hospital Macrorregional, ambulância, sistema de abastecimento de água, apoio à agricultura familiar, etc. Fora ter implantado Bolsa Escola, programa para estágio, para microempreendedores, CNH de graça para jovens, Mutirões de saúde e tantas outras ações que exigem dispêndio do Estado.

O governador falou em seu discurso da crise que atravessa o país e o Maranhão. Não é segredo para ninguém o efeito cascata que a crise econômica tem feito. O presidente Michel Temer quer rever a meta fiscal e anuncia uma série de medidas impactando diretamente no serviço público federal para conter despesas. E é mais do que lógico que os Estados sofrem com a recessão.

Mas o Maranhão tem sofrido bem menos efeitos por conta de uma série de medidas de redução de despesas. Dinheiro que antes era derramado à rodo, agora é otimizado e o Maranhão vê mais serviços públicos com menos gastos. Os salários dos servidores são sempre adiantados. No Rio de Janeiro, o caos é completo e servidores esperam receber os salários de maio, junho e julho. O 13º salário de 2016 então, nem se sabe quando poderá ser pago.

BNDES

Vez por outra, o Clã Sarney tenta colar no povo maranhense a pegadinha de que o governo Roseana deixou os cofres abarrotados de dinheiro por conta do empréstimo do BNDES.

É bom lembrar que se não fosse pela ação dos deputados de oposição da época – Marcelo Tavares, Othelino Neto, Bira do Pindaré e Rubens Júnior – Roseana teria torrado todo o dinheiro em convênios eleitoreiros – o Fundema. Graças à intervenção dos deputados, a Justiça impediu que este recurso sumisse.

Outra coisa. Os repasses feitos no governo Roseana do BNDES eram limpos. Pegava o dinheiro, mas ainda não se pagava um centavo das prestações do empréstimo. As cobranças começaram justamente em 2015. Ou seja, o governo atual recebeu recursos do BNDES, mas tendo que pagar as parcelas do empréstimo. O que não significa que o recurso seja tão relevante assim para os investimentos do Estado.

 

Mario Macieira no governo e mais mudanças para atrair aliados

O Blog apurou que mais secretarias do governo Flávio Dino serão trocadas visando atrair e manter aliados. Secretarias menores e agências estão na mira das mudanças para fechar a base política do governador. Mas um nome com forte penetração na classe jurídica já está praticamente certo no governo: o advogado e ex-presidente da OAB-MA, Mário Macieira.

Ainda não há a confirmação pra qual secretaria Mário irá, mas o petista está no pacote de alterações. Mário é homem de confiança do governador Flávio Dino e fortalece a aliança com o PT no governo.

Duas secretarias pelo menos devem sofrer mudança: a de Esporte e Lazer e a de Cultura e Turismo.

O governador já ofertou espaços para PP, PR e DEM para amarrar a aliança. O PPS também deve ter mais espaço no governo.

 

Os secretários candidatos do governo Flávio Dino

O governador Flávio Dino quer que os secretários que serão candidatos nas eleições de 2018 deixem o governo no final do ano, apesar do prazo de desincompatibilização encerrar somente em abril do ano que vem. A vantagem é que secretários de pastas estratégicas e gigantes como Saúde e Educação não serão secretários.

Por enquanto, temos alguns nomes cuja candidatura estão bem definidas e outros que podem não ir ara a aventura eleitoral.

Surgem como principais nomes para a disputa na Câmara Federal os secretários Márcio Jerry (Comunicação e Assuntos Políticos), Simplício Araújo e Clayton Noleto (Infraestrutura). Jerry deve ser eleito até com certa tranquilidade. A candidatura de Noleto ainda pode subir o telhado. O secretário de Esportes, Márcio Jardim, que disputou em 2014, já anunciou que não será candidato em 2018.

O secretario de segurança, Jefferson Portela ensaiou candidatura a deputado federal ou estadual, mas a cada dia a tendência é que ele não dispute eleição no próximo pleito.

Para deputado estadual, os nomes dos secretários Marcelo Tavares (Casa Civil) e Adelmo Soares (Agricultura Familiar) são os mais fortes. Os dois construíram bases e devem entrar para vencer. O secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Márcio Honaiser, também pode ser candidato a deputado estadual. Caso confirme, é fortíssimo candidato.

O presidente da Caema, Davi Telles, também é cotado para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, mas o governador Flávio Dino já pediu para que o gestor fique na Companhia até o final do mandato. Davi Telles confirmou que não será candidato. Ainda não é confirmada a desistência de Telles. Caso seja candidato, Davi também é forte.O diretor do Procon e do Viva, Duarte Júnior, também pode disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. É um nome que pode agrear à coligação, com uma boa votação em São Luís.

Não entra na conta o secretário de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista, que já é deputado e, logicamente, irá para a reeleição.

Desconforto na Assembleia

Alguns secretários candidatos têm causado desconforto com deputados. O deputado Stênio Rezende sbiu à tribuna esta semana para reclamar de um destes, sem citar o nome do secretário.

“Alguns secretários de Estado que, eu acredito, sem o conhecimento do governador Flávio Dino, estão em campanha no Sul do Maranhão. Eles chegam nos prefeitos oferecendo tratores, mais asfalto, água e ambulância e dizem que foi o governador que mandou eles os procurar em troca de apoio para suas campanhas de deputado, no que eu não acredito: creio que o governador não concorda e não aceita nenhum auxiliar seu fazer uso da máquina púbica em benefício próprio”, reclamou.

O governador ainda terá que conciliar interesses entre seus secretários que buscarão vagas na Assembleia e os deputados de mandato. Por isso a pressa do governador em que os candidatos se definam e possa até discutir bases para não causar desgaste com alguns parlamentares.

Mudanças na Articulação Política do governo Flávio Dino

A articulação política do governo Flávio Dino passará por mudançassignificativas. As conversas estão avançadas e logo deverão ser efetivadas. A cabeça da secretaria de Comunicação e Assuntos Políticos continuará sob o comando do jornalista Márcio Jerry. Mas abaixo, provavelmente com os cargos de subsecretários, três nomes influentes comandarão a articulação governamental.

O ex-vereador José Joaquim, o ex-deputado Rubens Pereira e o ex-vice-governador Pastor Porto foram os escolhidos para estar à frente da nova articulação política do governo.

Joaquim conhece muito bem São Luís após mais de 20 anos de experiência como vereador. Com grande penetração na igreja católica, deve ter atuação na região metropolitana. Mesmo tendo sido candidato a vice-prefeito na chapa de Eliziane Gama, Joaquim também tem bom relacionamento com o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior.

O tarimbado Rubens Pereira, pai do deputado federal Rubens Pereira Júnior, terá maior ação na região Leste. Atualmente, Rubão é diretor na Assembleia Legislativa.

Ex-vice governador Pastor Porto atuará na articulação em Imperatriz e região tocantina.

Comunicação

Na área da comunicação, o jornalista Daniel Merli também deverá ter espaço de maior destaque na pasta comandada  por Márcio Jerry.

Investimento para diminuir a necessidade de Funacs e presídios

O governador Flávio Dino entregou nesta terça-feira (17) ônibus escolares obtidos com recursos do FNDE a 18 municípios. Em outubro do ano passado foram entregues 45 ônibus, com investimento de R$ 11,7 milhões. Foram contemplados os 30 municípios com menor IDH e os que por critério técnico tem mais necessidade, como zonas rurais afastadas e um acesso mais difícil para os estudantes.

Ao entregar os veículos e destacar os investimentos na educação como Escola Digna, eleições diretas, concurso para professores, UemaSul e Iemas, o governador fez uma associação à crise carcerária no país e as polêmicas sobre a Funac no Maranhão.

“Temos visto a crise do sistema carcerário no país marcada por degolas. Existe a tentação de respostas fáceis. Mas há um limite onde a sociedade não acha alternativas imediatas. Existem limites práticos e técnicos. Ninguém quer na sua vizinhança penitenciária ou Funac. Mas acreditamos que existe solução a longo curso e sustentável. Todos nós repetimos que é preciso investir na educação, mas na labuta do dia a dia é difícil porque a educação não produz resultados imediatos. A entrega destes ônibus é singela, mas é simbólica pr dar o acesso físico à escola”, afirmou o governador.

Flávio diz que pode haver uma ou duas mudanças no secretariado

O titular do Blog questionou o governador Flávio Dino sobre possíveis mudanças em seu secretariado neste início de ano, já que realizou reforma administrativa no início de 2016 e também são especuladas novas mudanças para 2017.

O governador afirmou que não está no planejamento, mas não descartou uma ou duas mudanças no final de janeiro. Mas o governador já adiantou que para 2018, haverá uma maior reforma já que alguns secretários deverão ser candidatos.

“Não está no nosso planejamento isso. Pode ter uma ou outra mudança, mas eu ainda não decidi nada sobre isso e vamos deixar para o final de janeiro este debate. Se houver, será uma ou outra, diferente do ano passado que estava programada. A nossa ideia é de mudanças mais profundas apenas no final deste ano quando nós iremos recompor a equipe visando o pleito eleitoral para 2018”