“O PTC acredita que o Maranhão está no rumo certo”, afirma Edivaldo Holanda

O presidente estadual do Partido Trabalhista Cristão (PTC), deputado estadual Edivaldo Holanda, demonstrou força e prestígio político nesta sexta (01), durante Encontro Estadual que reuniu filiados e lideranças estaduais e nacionais para discutir os rumos do partido nas eleições de 2018. Na oportunidade, Edivaldo declarou apoio à reeleição do governador Flávio Dino e à candidatura do deputado federal Weverton Rocha ao senado.

Além de vereadores, prefeitos e vice-prefeitos de todo o Estado, o encontro contou com a presença do governador Flávio Dino; do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi; do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior; do deputado federal Weverton Rocha; e do presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto.

“O PTC acredita que o Maranhão está no rumo certo e por isso precisa dar continuidade à política de desenvolvimento implantada pelo Governo Flávio Dino, dando segmento aos avanços que estão sendo conquistados”, afirmou Edivaldo, que abriu oficialmente o encontro ao lado do presidente nacional do PTC, Daniel Tourinho e do deputado estadual Evaldo Gomes (PTC-PI). “Um momento muito importante, pois estão em pauta o debate político para a consolidação das escolhas da sigla para as eleições majoritárias de 2018 no Maranhão, e as composições para o pleito proporcional”, destacou.

Em todos os discursos, a lideranças políticas deixaram mensagens de apoio e aliança ao projeto político do PTC, além de declarar apoio à reeleição do governador Flávio Dino e à candidatura de Weverton Rocha ao senado. “Seguimos reforçando nossas alianças políticas e a parceria de sempre. Weverton pode contar com o PTC, que já fechou aliança com o PDT para representar o Maranhão como senador”, declarou o deputado.

Edivaldo Holanda também agradeceu as palavras de apoio do prefeito Edivaldo Holanda Junior, que tem feito um grande trabalho pela cidade, avançando com obras e projetos mesmo diante de um cenário de crise nacional. “Em 2018, somaremos forças em prol de mais desenvolvimento para São Luís e para o Maranhão”, completou.

O evento foi encerrado com a filiação de novos membros do partido. Lideranças como Telma Pinheiro; deputado Costa Ferreira; e os secretários Canindé Barros, Israel Ferreira e Moacyr Feitosa; entre outros.

Com PSDB fora do governo Temer, Roberto perde a boca da Codevasf?

Agora é Alckmin que não quer mais PSDB no governo.

Ao confirmar que seu partido sairá da base do governo Michel Temer (PMDB), o governador de São Paulo e provável pré-candidato à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB), praticamente deu um tiro no pé na pretensão de Roberto Rocha (PSDB) ao governo.

O motivo: até agora Rocha vinha exercendo influência política junto à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), onde o seu cunhado, Marco Aurélio Diniz, é diretor da Área de Desenvolvimento Integrado e Infraestrutura (AD).

Com a saída dos tucanos do governo Temer, Roberto Rocha – que é pré-candidato ao governo do Maranhão – perde força no governo federal e deve acabar se desfazendo da “boquinha” na Codevasf. Isto se não der novamente uma de “João sem braço”.

Golpe na Saúde

Em outubro deste ano, Roberto Rocha deu um duro golpe nos maranhenses ao vetar repasse de R$ 90 milhões que deveria reforçar a Saúde nos municípios do Maranhão. Rocha e os outros dois senadores ligados ao clã Sarney “preferiram” destinar o recurso justamente para a Codevasf.

Expulsa do PMDB, senadora detona cúpula do partido de Temer e Sarney: “organização criminosa”

A senadora Kátia Abreu (TO) foi expulsa do PMDB por suas posições contrárias ao governo do presidente Michel Temer e saiu detonando a alta cúpula do partido.

Ela afirmou que o PMDB se transformou em uma organização criminosa, chefiada por Michel Temer. A declaração atinge em cheio nomes como José Sarney, grande mentor e conselheiro do atual presidente.

Kátia Abreu lembrou também que ela foi expulsa, mas o PMDB não fez o mesmo com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que “está preso sem responder a processo ético”, após ser descoberto com mais de R$ 50 milhões em dinheiro em um apartamento em Salvador.

A crise no partido de Michel Temer e José Sarney expõe que nem mesmo os membros do PMDB concordam com as práticas escusas que vem sendo adotadas pela cúpula da sigla, e que tão prejudicial estão sendo para o povo brasileiro.

Intervenções feitas por Tasso já são questionadas por tucanos

Blog do Jorge Vieira – A crise interna que abala o PSDB nacional vai acabar respingando no Maranhão, onde o presidente Carlos Brandão foi deposto do comando do partido através de um ato de intervenção do presidente interino da legenda, senador Tasso Jereissati, que já começa ser questionado por aliados de Aécio Neves, pois a intervenção se estendeu também ao diretório estadual da Bahia.

Tasso é candidato a presidente do PSDB na convenção de dezembro próximo e Aécio teria usado esse argumento para destituí-lo, alegando a questão da paridade com o governador de Goiás e concorrente ao cargo, Marconi Perilo. Tudo indica que a nomeação de Roberto Rocha teria sido com o comprometimento de voto em Tasso na convenção. Aliados de Tasso espalharam que Fernando Henrique seria contra e teria se surpreendido com a nomeação de Alberto Goldman, mas essa versão é contestada.

A declaração do deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) sobre o episódio, no entanto, revela, inclusive, insegurança jurídica dos atos que destituíram os dirigentes estaduais do partido na Bahia e no Maranhão, o que só vem colocar mais calor nas discussões sobre futuro dos tucanos nos dois estados. Aqui no Maranhão Tasso interviu para arrancar Carlos Brandão da presidência e entregar a sigla para o senador Roberto Rocha, o popular “Asa de Avião”, uma vez que a debandada da militância é tida como certa.

– Engraçada essa versão que estão espalhando que Fernando Henrique ficou perplexo. Aécio conversou com ele antes e agora à tarde (nesta quinta-feira). Fernando Henrique deixou bem claro que Goldman iria prestar um grande serviço pacificando o partido, o que Tasso não estava conseguindo, que ele não iria buscar a unificação, tem sido hostil com todos que não concordam com ele. E já tivemos notícias que ele, como presidente, estava intervindo nos diretórios do Maranhão e Bahia, já não mostrava a imparcialidade na disputa — disse.

O senador “Asa de Avião” foi colocado na presidência do PSDB estadual por um ato de intervenção do presidente nacional interino no diretório estadual, mas o ato começa ser questionado e até discutida a validade, o que só vai contribuir para aumentar ainda mais a instabilidade política e legal no ninho dos tucanos do Maranhão.

Depois de tomar PSDB, Roberto Rocha foca em PPS e PSB

O senador Roberto Rocha não para de se movimentar para tomar legendas de gabarito alto que estão na aliança do governador Flávio Dino. Embora a engenharia seja difícil, Roberto Rocha trabalha diuturnamente para tomar mais dois partidos grandes do campo dinista após ser alçado presidente estadual do PSDB. São eles o PPS e o PSB.

Rocha já teve conversas com o presidente nacional do PPS, Roberto Freire e tenta convencê-lo da viabilidade de seu projeto para que interceda no Maranhão colocando o PPS em sua coligação. A articulação iria de encontro ao projeto do partido estadual, já que a deputada Eliziane Gama, está se fortalecendo a cada dia o nome como pré-candidata a senadora na chapa do governador Flávio Dino.

Embora muitos socialistas maranhenses desdenhem, é bom abrir os olhos. Hoje, a turma de Pernambuco controla o partido dando suporte ao presidente estadual no Maranhão Luciano Leitoa e ao projeto de reeleição de Flávio Dino. Mas o jogo continua e não é tão fácil quanto parece. A eleição nacional do partido é só em março de 2018 e o vice-governador de São Paulo, Mário França, não jogou a toalha. Até porque Geraldo Alckmin sonha em ter o partido na sua coligação para a presidência da República.

Caso Mário França vença, Rocha já está articulando para que o comando do PSB no Maranhão fique com a deputada federal Luana Alves. Vale lembrar que o marido de Luana, ex-prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, foi quem levou Roberto Rocha para o PSB em 2012. Com Luana no comando do partido, estaria assegurada  a aliança com o PSDB.

Pode até não ser fácil Roberto conseguir fechar os acordos, mas ele não para de articular. Não será por falta de aviso…

 

Tasso Jereissati desmente Madeira e afirma que pedido de intervenção ainda está sendo estudado

Tasso ainda não dá como certa a intervenção no Maranhão.

Mais uma baita vergonha para a dupla Sebastião Madeira-Roberto Rocha. O ex-prefeito de Imperatriz espalhou na imprensa sarneysista que seu pedido de intervenção na Executiva estadual do PSDB já havia sido aprovado e Roberto Rocha seria o novo presidente da legenda do Maranhão.

Mas jornalista do blog O Informante conversou com o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati, que afirmou ainda estar estudando o pedido, mas não garantiu a intervenção. O que ocorreu nesta segunda-feira (6) foi uma reunião para discutir a celeuma no PSDB maranhense. Tasso disse ao jornalista que não cravou a intervenção, apenas acertou que iria estudá-la.

Madeira se adiantou e já plantou como certa a intervenção. Pode até ocorrer, mas ainda não é fato.

Luciano Leitoa contrariou prognósticos e mostrou força

Prefeito de uma média cidade, Luciano Leitoa sempre se manteve balançando no comando do PSB do Maranhão. Pelo menos, não faltaram nomes de peso nacional que poderiam “tomar” o controle da legenda que é considerada grande. Mas já são cinco anos que Leitoa segue com a confiança da Executiva Nacional e da militância no Maranhão.

O deputado federal Zé Reinaldo Tavares, que já anunciou até a saída do PSB, havia afirmado categoricamente que seria presidente do partido para ser candidato a senador com todas as garantias. Acabou metendo os pés pelas mãos, contrariando as decisões da Executiva Nacional e perdendo espaço. Hoje, não tem ideia sobre por qual legenda será candidato (ou se será candidato).

O senador Roberto Rocha, que havia vencido Luciano em 2016, colocando o filho na presidência da Comissão municipal e o partido no palanque de Wellington do Curso. Além de filiar o ficha seja Ildon Marques em Imperatriz, fazendo com ele disputasse a eleição pela legenda socialista. A força que o senador mostrava naquele momento fazia crer que ele iria tomar o controle do partido para ser candidato a governador pelo PSB em 2018.

Mas Roberto se deu mal com as derrotas eleitorais e a teimosia de ir contra as determinações da direção nacional do partido. Agora, foi oficialmente convidado a se retirar do PSB.

Nem mesmo a deputada federal Luana Costa (ex-Luana Alves) ameaçou o prestígio de Leitoa entre os caciques e a base dos socialistas.

Assim, o prefeito irá levar o partido para as eleições do ano que vem. Certo mesmo é que o PSB estará na coligação do governador Flávio Dino.

PSB reelege Luciano Leitoa e aprova por unanimidade expulsão de Roberto Rocha

O Partido Socialista Brasileiro no Maranhão (PSB/MA) realizou neste final de semana, sábado (09) e domingo (10), o Congresso Estadual da sigla na Assembleia Legislativa, em São Luís. O momento foi marcado por importantes decisões, a aclamação do prefeito de Timon, Luciano Leitoa, para a presidência do Diretório Estadual, e a expulsão do senador Roberto Rocha por descumprir o Estatuto e o Código de Ética e Fidelidade partidária. A sigla decidiu também pelo apoio reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB).

O evento, marcado pelo espírito da democracia, fidelidade, socialismo e liberdade, reuniu lideranças, delegados e representantes dos segmentos sociais da sigla de todo o estado, além de nomes do Diretório Nacional, presidente Carlos Siqueira, da secretária de Mulheres, Dora Pires, do secretário de Movimento Sindical, Jailson Cardoso, e do governador Flávio Dino.

A leitura da militância é que o nome mais indicado para comandar a sigla no Estado do Maranhão é o prefeito Luciano Leitoa, pela excelente liderança que teve neste último mandato e pela trajetória de luta pauta no diálogo e lemas do partido. O presidente Nacional Carlos Siqueira já tem, inclusive, apoio declarado do Diretório Estadual do Maranhão para continuar comandando o partido no Brasil.

O PSB é um partido genuinamente nordestino, fundado por Miguel Arraes, posteriormente conduzido por Eduardo Campos.  “Carlos Siqueira, que com fé em Deus, haverá de continuar a frente da presidência do partido por manter os pensamentos, com os ideais que o PSB sempre teve desde as suas raízes”, declarou.

Leitoa falou também do fortalecimento da sigla em São Luís, no Maranhão e no Brasil e afirmou que mais importante do que deter mandatos é fortalecer o PSB. “E eu fico olhando como é que uma pessoa consegue fazer com que todos aqueles que o apoiaram, ficassem contra ele. É o mal de quem não tem votos e se elege enganchado no cangote de outro, mas, graças a Deus, o PSB é muito maior do que os mandatos, e muito maior do que um senador”, declarou ao lembrar que os mandatos passam e o que fica é o legado.

ROBERTO ROCHA FORA DO PSB

O pedido de expulsão do senador Roberto Rocha é de autoria do deputado estadual Bira do Pindaré, presidente do Diretório Municipal em São Luís, dirigido ao Congresso e representa um clamor da militância, que, durante o evento, debateu o assunto e defendeu a importância de se tomar providências. Segundo o documento, o senador não segue as orientações partidárias e traiu o projeto que o elegeu senador da república.

“O PSB acabou de decidir que vai apoiar a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB), enquanto isso, o senador adota uma postura de como ele se tivesse sido eleito pelo grupo Sarney, mas ele foi eleito por nós aqui. Sem o nosso apoio e sem o apoio do governador Flávio Dino ele nem mandato teria”, frisou o presidente do PSB/São Luís ao acrescentar que a postura assumida por Rocha expressa ingratidão e infidelidade, e faz dele indigno de um partido da envergadura do PSB.

Lawrence Melo diz que não pretende se candidatar em 2018

Lawrence teve sua ficha de filiação ao PT abonada por Lula

O mais novo petista maranhense, delegado Lawrence Melo, falou com o titular do Blog sobre sua filiação ao Partido dos Trabalhadores. O ex-delegado geral disse que não irá disputar cargo nas eleições do ano que vem e que, pelo menos por enquanto, agregará as fileiras petistas pela reconstrução do partido e dos ideais de esquerda.

“Não existe a pretensão de candidatura para 2018. Eu tive a honra de me filiar ao Partido dos Trabalhadores com o abono do presidente Lula. O convite partiu do presidente municipal, vereador Honorato Fernandes, com quem temos amizade de décadas. Buscaremos agregar com muita humildade na reconstrução do partido. A ideia continua, as demandas sociais continuam e o PT como sempre será protagonista”, pontuou.

O delegado também demonstrou que está superada a sua saída do cargo de delegado-geral e mantém um bom diálogo com o governo. Sua filiação ao PT contou, inclusive, com a presença do governador Flávio Dino.

“Encaramos a saída do cargo com naturalidade. É um cargo transitório e é até oportuno que a pessoa que ocupe um cargo desta magnitude seja substituído com uma certa periodicidade. A atuação e o sacrifício nesta função é muito grande. Saímos com tranquilidade porque temos consciência de que enquanto permanecemos como delegado-geral, honramos nosso nome e a nossa instituição e protegendo a sociedade maranhense”, afirmou.

Teria o PMDB de Roseana decretado o fim da carreira política de João Alberto?

Com mandato prorrogado até o final de 2018, o senador João Alberto está preocupado com seu futuro político.

Atual presidente do PMDB no Maranhão, João Alberto conduziu a escolha dos candidatos que disputarão as eleições no ano que vem pelo partido. Entretanto, seu nome não foi cotado pela legenda nem para a disputa ao Senado e nem para o Governo do Estado.

De acordo com blogueiros ligados ao grupo Sarney, durante reunião partidária nesta sexta-feira (4) a sigla confirmou a previsão e vai lançar Roseana Sarney na difícil disputa contra os bons números de aceitação obtidos por Flávio Dino em dois anos e meio de governo. Na corrida pelo Senado, Edison Lobão já sinalizou que tentará renovar o mandato por mais oito anos.

Com 82 anos de idade, estaria João Alberto descontente com a decisão do seu partido de lhe tirar das eleições do próximo ano? A decisão do PMDB maranhense pode representar a aposentadoria política do senador.

Fiel ao grupo Sarney e ao PMDB, João Alberto vem atuando politicamente ao longo dos anos sempre cumprindo as determinações do clã Sarney e em obediência às deliberações partidárias.

Foi atendendo determinações do oligarca José Sarney – principal conselheiro do presidente Michel Temer – e do PMDB nacional, que João Alberto, com o poder de presidente do Conselho de Ética do Senado, arquivou o processo que pedia a cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Depois de longos anos de subserviência ao seu grupo político, parece que o PMDB optou deixar o ‘Carcará’ ou como um Plano B da sigla para 2018 – o que é pouco provável – ou definitivamente rumo ao esquecimento.

Carcará

Entre os anos de 1990 e 1991, quando foi governador, João Alberto ficou conhecido como ‘Carcará’ por ter liderado a Operação Tigre, cujo objetivo foi o extermínio indiscriminado de pessoas supostamente ligadas ao crime organizado de Imperatriz e região. A operação teria deixado 300 mortos. Embora esses números sejam contestados, as imprensas local e nacional deram destaque ao genocídio na época.