Protesto absurdo de meia dúzia em frente à casa do prefeito

Equivocado protesto: confusão entre administração e vida privada

Equivocado protesto: confusão entre administração e vida privada

Meia dúzia de sindicalistas do Sindicato dos professores colocou em xeque a credibilidade da greve dos professores da rede municipal de ensino. O pequeno grupo com um carro de som começou a fazer barulho na porta do prédio onde mora o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) às 6h.

Além de confundir o lado pessoal com o administrativo, o pequeno grupo causa incômodo a quem nada tem a ver com isto. O pequeno grupo parece revoltado pela declaração da ilegalidade da greve. Então se a insatisfação é contra a prefeitura e o Judiciário, que se proteste em frente ao Palácio de La Ravardiére e em frente ao Tribunal de Justiça, que por sinal, ficam na mesma praça.

Câmara Municipal

Professores no local correto de discussões o problema: Câmara municipal

Professores no local correto de discussões o problema: Câmara municipal

Depois, um grupo de professores fez a manifestação em local mais apropriado que é na casa do povo. Estão neste momento em protesto em frente à Câmara Municipal de São Luís. O parlamento está fechado em virtude da manifestação. Um grupo de vereadores está reunido com o presidente da Assembleia, deputado Arnaldo Melo (PMDB) discutindo a parceria na TV Assembleia.

 

Raposa está há dois dias fechada por protesto

Foto: Blog do Domingos Costa

Foto: Blog do Domingos Costa

O prefeito Clodomir Oliveira (PRB) contabiliza os prejuízos na cidade da Raposa que há dois dias está “ilhada”. Isto porque os moradores fizeram uma enorme vala na MA-202 (Estrada da Raposa) e ninguém entra ou sai da cidade por qualquer veículo.

Alunos estão sem aula na cidade (porque a maioria dos professores mora em São Luis), comércios estão com as portas fechadas, pescadores não conseguem escoar sua produção e a cidade já está ficando desabastecida pois vários caminhões já voltaram.

O Promotor de Justiça Reinaldo Campos Castro Junior, o prefeito Clodomir de Oliveira acompanhado do secretário de Infraestrutura Antonio Carlos Pantaleão Rabelo tentaram sem sucesso um acordo nesta terça-feira (6). 

Os moradores reclamam da falta de compromisso do governo estadual que prometeu obras que nunca saíram do papel.

(Com informações do Blog do Domingos Costa)

Protesto de policiais em frente ao Palácio dos Leões

ProtestopoliciaA insatisfação ainda é muito grande entre os policiais militares pela falta de consideração da governadora Roseana Sarney (PMDB) no momento do reajuste da categoria. Na noite desta quinta-feira, policiais e bombeiros realizaram um protesto em frente ao Palácio dos Leões após mais uma reunião. A categoria promete paralisação geral dia 19 deste mês.

Os militares reivindicam a inclusão da categoria no plano de cargos e carreiras anunciado pela governadora. Os policiais dizem que Roseana engana ao confundir o acordo feito em 2011, no qual a categoria conquistou depois de uma greve histórica o aumento de 24% dividido em três anos. Querem agora que seja incluído o aumento de 7% prometido a todo o funcionalismo público.

Eles fizeram um grande apitaço em frente à sede do poder executivo estadual. Apesar do forte reforço, os policiais passaram pela barreira e fizeram o protesto.

Confira o vídeo da manifestação:

Bloco da Lagosta ocupa sede da secretaria de Cultura e pede transparência no carnaval

Do jornal Vias de Fato
Bloco da LagostaA ocupação da sede da Secretaria de Estado da Culta feita nesta segunda-feira (24) à tarde pelo Bloco da Lagosta teve como objetivo exigir transparências nas contas públicas, do carnaval promovido pelo governo de Roseana Sarney Murad. “Houve licitação para a contratação do Marafolia? Por que não teve edital para o carnaval? Qual o critério para a contratação das atrações? Por que o cachê dos artistas locais foi reduzido? Qual o cachê de artistas como Diogo Nogueira, Daniela Mercury e Moraes Moreira? Por que o governo não divulga os seus gastos com a festa? O Marafolia foi contratado porque é de Fernando Sarney? Cadê a transparência com o dinheiro público?” Estas foram algumas perguntas feitas pelos integrantes do bloco, que chegaram num grupo com cerca de 20 pessoas.
Bloco da Lagosta3A secretaria Olga Simão estava na secretaria, mas se recusou a conversar e responder estas perguntas. A opção principal do governo foi acionar a Policia Militar que chegou com cinco viaturas e algumas motos, cercando o prédio da secretaria, na tentativa de intimidar os manifestantes, que faziam barulho utilizando-se de apitos e cantando musica de carnaval. Quando o clima de repressão aumentou, os manifestantes aumentaram o barulho, cantaram Oração Latina, de Cesar Teixeira e Carcará, de João do Vale. Na repressão, a proporção foi de mais de um militar para cada manifestante. Um absurdo!
O bloco ficou por cerca de três horas na secretaria. Houve uma proposta do governo de receber uma comissão com três pessoas. A proposta foi imediatamente rechaçada por todo grupo. “Ou fala com todo mundo ou não fala com ninguém! A coisa tem que ser transparente! A população quer saber dos gastos com o carnaval? Quais os critérios? O dinheiro é nosso!”, disseram todos. Na verdade, este assunto envolvendo Roseana, Fernando Sarney e o Marafolia é tema de muita sensibilidade neste governo. É um escândalo que fica sem fiscalização! Cadê a Assembléia Legislativa?
Por volta de 19h, a Polícia recebeu ordens para evacuar o prédio. Um major que estava no comando da operação, pediu “por favor” para que o Bloco não ficasse acampado durante a noite. Após mais uma hora de protestos, com a Polícia bem próxima, o Bloco da Lagosta fez uma roda, onde todos falaram e decidiu sair e seguir com a mobilização, exigindo transparência nas contas do carnaval. O grupo ainda ficou na porta da secretaria. Olga saiu escondida. O Vias de Fato se integrou ao bloco, participando de todo o protesto e fazendo estas imagens. As fotos são de Altemar Moraes.

“Pelotão ninja” começa a atuar em protestos em SP

Laura Maia de Castro – O Estado de S. Paulo

confrontoSÃO PAULO – Um “pelotão ninja” da Polícia Militar, especializado em artes marciais e sem armas de fogo, atuará pela primeira vez na manifestação marcada este sábado no centro de São Paulo. O ato intitulado “Não vai ter Copa” está marcado para as 17h, na República. Até às 13h, mais de 13 mil pessoas estavam confirmadas na página do evento no Facebook.

O capitão Emerson Massera, porta-voz da Polícia Militar, explicou que a ideia dessa tropa é agir pontualmente. “Esse pelotão agirá de maneira pontual e vai utilizar recursos menos agressivos”. De acordo com Massera, a tropa estará uniformizada e armada com uma tonfa, espécie de cassetete com um suporte para segurar (em formato de L).

Bombas. Na manhã desta sexta-feira, 21, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) fez uma demonstração para a imprensa do potencial do artefato encontrado com o estoquista Fabrício Chaves, de 22 anos, na manifestação do dia 25 de janeiro. De acordo com a polícia, apenas parte da substância encontrada dentro de latas de alumínio na mochila do manifestante foi usada na demonstração. Ao acender o pavio, a substância pegou fogo de forma localizada soltando um pouco de fumaça. Depois de alguns segundos a quantidade de fumaça aumentou, mas não houve explosões.

“A queima feita aqui foi de uma quantidade bem menor do que a encontrada (com os menifestantes Fabrício Chaves e Marcos Rosencrantz no dia 25 de janeiro). Era uma lata de cerveja cheia, disse o capitão do Gate Ricardo Folkis. Ele explica que o material não é explosivo, mas sim incendiário. “Dependendo do local que pegasse e o tempo de contato com a chama, poderia até causar a morte de uma pessoa”. Segundo a PM, a composição é feita de açúcares e outras substâncias que, por questões de segurança, não foram reveladas.

O Gate também fez a demonstração da explosão de um rojão de vara como o que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade no Rio de Janeiro. Poucos segundos após ser acionado, o rojão chegou em grande velocidade a uma distancia de pelo menos 50 metros antes de explodir. COLABOROU FABIO LEITE

Ciclistas fazem protesto pedindo mais ciclovias e respeito dos motoristas

Protesto pediu mais ciclovias para a capital maranhense

Protesto pediu mais ciclovias para a capital maranhense

Na noite desta sexta-feira (31), dezenas de ciclistas interditaram por alguns minutos a avenida São Luís Rei de França, no Turu. O protesto pede mais ciclovias (ou que existam ciclovias) em São Luís. O movimento faz parte de um movimento mundial chamado de “Bicicletada”. Os manifestantes também reclamam do fato de motoristas e clientes de restaurantes e lanchonetes usarem a ciclovia como estacionamento.

“Chamar atenção da população para melhores condições de ciclomobilidade que é o uso de bicicletas no espaço urbano”, explica o participante Irinaldo Lopes Sobrinho. Ele defende na próxima semana uma dissertação de mestrado na Universidade Federal do Maranhão sobre o uso da bicicleta como meio de transporte.

Segundo o cicloativista e pesquisador, a avenida Rei de França foi escolhida por conta do “processo de usurpação das vias de acesso dos ciclistas por automóveis”. Cada vez mais comum, nas avenidas de São Luís, mesas e automóveis estão ocupando o lugar que é destinado a pedestres e ciclistas. Além disso, o movimento cobra das autoridades a manutenção da via de ciclistas e pedestres que não acontece há mais de 11 anos, segundo ele.

A Bicicletada mundialmente na última sexta-feira de cada mês às 19h. Em São Luís, a primeira edição do movimento aconteceu em dezembro de 2011. No facebook, existe inclusive o Fórum de bicicletas de São Luís (veja aqui).

A próxima mobilização será no próximo dia 21 de fevereiro, começando na Praça Deodoro e seguindo pelas principais avenidas de cidade até a praça da Cohab.

Com informações do repórter Marcus Saldanha. 

A arregimentação do “protesto” em frente à prefeitura

Após o cumprimento do acordo da prefeitura de São Luís com os cooperados e terceirizados, que receberam pagamento na última segunda-feira (veja aqui), não fazia mais nenhum sentido a manifestação que ocorre por 10 pessoas em frente à sede da prefeitura de São Luís. O repasse feito pelo Executivo Municipal totaliza R$ 564 mil, correspondendo ao pagamento de mais de três das parcelas do acordo de uma só vez.

Ainda assim, permanece um pequeno grupo em frente à sede da prefeitura, arregimentado pelo Palácio dos Leões, e em especial, pelo vereador Fábio Câmara (PMDB). O grupo, inclusive, atrapalhou a negociação, que poderia ter sido concretizada antes e os funcionários terem recebido antes o seu pagamento. Porém, a turma preferiu atrapalhar os trabalhadores e financiada por políticos, permanece em “protesto”.

"Manifestante" foi buscar orientação dentro do Palácio dos Leões

“Manifestante” foi buscar orientação dentro do Palácio dos Leões

Na foto ao lado, está uma das líderes do “movimento”, que logo após o pagamento dos funcionários na segunda-feira (27) foi até o Palácio dos Leões receber novas orientações sobre a permanência do grupo.

No vídeo abaixo, é possível observar o homem de camisa preta contando dinheiro e dando instruções exatamente à mesma mulher que dias depois foi flagrada saindo do Palácio dos Leões. Em outro momento, mais uma manifestante conta dinheiro recebido pelo por agentes de Fábio Câmara.

Veja como agem os manifestantes profissionais:

 

 

Estudantes protestam contra arquivamento do pedido de impeachment

Camera 360Aos gritos de “Desarquiva já! Xô Roseana, não dá mais pra aguentar!”, um grupo de estudantes e professores universitários realizou um protesto nesta quarta-feira (22) em frente à Assembleia legislativa do Maranhão contra a decisão monocrática de arquivamento do pedido de impeachment da governadora Roseana Sarney (PMDB).

“A política só é popular quando o povo vai pra rua. Um assunto tão importante quanto a responsabilidade da governado foi retirado da pauta de forma sumária. Isso acontece porque esses caras não se sentem pressionados pela população, então temos que pressionar. A governadora está há 14 anos no poder e tem que explicar o fracasso de sua Camera 360gestão”, afirmou o professor universitário Bruno Rogens.

O grupo fez uma assembleia em frente ao parlamento estadual, com policiamento reforçado e traçou novas estratégias de protesto, que incluem a manutenção do “Bloco da Lagosta”, em alusão à licitação que o governo  estava fazendo e adiou após pressão da mídia.

Os manifestantes fizeram uma rápida paralisação do trânsito e ainda receberam o apoio dos motoristas que passavam na avenida.

Camera 360O pedido de impeachment formulado pelo coletivo de advogados pelos Direitos Humanos foi arquivado de maneira monocrática pelo presidente da Assembleia Arnaldo melo (PMDB). Os deputados de oposição pediram o desarquivamento e o trâmite legal do pedido. Porém, o vice-presidente no exercício da presidência, Max Barros, rearquivou o pedido.

Protesto dos excedentes do concurso da Polícia Militar

Do Blog do Hilton Franco

protestopmNa manha desta quarta-feira (22), excedentes do concurso da Polícia Militar do Maranhão fizeram uma manifestação no retorno da Forquilha, em São Luís.

Com faixas e cartazes os manifestantes cobraram do governo do estado o aumento do efetivo da Polícia Militar. Mais de mil concursados aguardam serem chamados no concurso promovido pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão em 2012.

‘A solução para o caos na segurança pública, para a vergonha nacional que o Maranhão hoje passa está aqui. São 15 mil jovens querendo entrar na PM e Corpo de Bombeiros. O governo do estado insiste em fazer concurso, onerando os cofres públicos. Nós somos 7 mil homens da PM, sendo que deveríamos ser 28 mil policiais, temos 1 PM para cada 916 habitantes. Temos uma zona rural com duas viaturas . Quando se chama uma viatura, não se chega por falta de efetivo. Não adianta comprar viatura, equipamentos, armamentos se não tiver efetivo ‘, disse o Cabo Campos.

protestopm2Segundo Campos o governo alega que há um imbróglio jurídico que impede a convocação dos excedentes, mas na reunião na OAB não foi comprovado.

A confusão toda foi causada por brechas no edital.

A primeira: O candidato que obtivesse nota maior que 24 pontos e não zerasse nenhuma das matérias estaria classificado para o Teste de Aptidão Física (TAF) e demais etapas do concurso, o que não aconteceu.

Segunda: Seriam chamados três mil candidatos para as demais etapas. Na primeira chamada foram 2.800. Devido ao alto índice de reprovação no TAF, houve a necessidade de uma chamada complementar. Foram convocados 857 candidatos para todo o Maranhão e mesmo assim não supriu a necessidade.

Terceira: Vagas ociosas. O grande índice de reprovação no TAF levaria ao fato de chamar novos candidatos respeitando a classificação. Isso se não preenchesse as vagas ofertadas.

Um novo protesto foi agendado para ocorrer nesta semana.

Mais uma manhã de caos por protestos em São Luís

Protesto na Avenida Jerônimo de Albuquerque.

Protesto na Avenida Jerônimo de Albuquerque. Foto: Michel Sousa

Quando parecia que a onda de protestos havia esfriado na capital maranhense, São Luís voltou a ter dias de caos. Primeiro a manifestação dos motoristas de ônibus na última sexta-feira (6) que causou pandemônio no Centro da cidade. Já na manhã desta segunda-feira (9) duas manifestações causaram pararam o trânsito em duas das principais avenidas da capital. A insegurança na cidade é o principal motivo das revoltas.

Na Jerônimo de Albuquerque, estudantes do Centro de Ensino Médio Almirante Tamandaré pedem mais segurança pelo grande número de assaltos no bairro da Cohab. Os alunos fecharam a Avenida e o trânsito está parado nos dois sentidos.

Protesto na Avenida dos Portugueses. Foto: Gilson Teixeira.

Protesto na Avenida dos Portugueses. Foto: Gilson Teixeira.

Na Avenida dos Portugueses, um protesto também parou o tráfego nos dois sentidos. O principal motivo do protesto é o fato de ainda não foi feita a prisão do acusado de estuprar duas mulheres. Uma das quando foi violentada sexualmente, enquanto dormia, foi estuprada dentro de casa e na frente dos filhos, um de 8 e outro de 11 anos.