Sai resultado da primeira etapa do vestibular da UEMA. Confira!

Mais de 12 mil estão na disputa para as 3.879 vagas na UEMA

O resultado da primeira etapa do Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior da Universidade Estadual do Maranhão foi divulgado nesta terça, 14. Um total de 12.201 candidatos foi classificado para a segunda etapa do vestibular. Neste ano, mais de 46 mil pessoas se inscrevam no certame. (veja lista abaixo)

Os candidatos classificados estão disputando 3.879 vagas para o ano de 2018, distribuídas em todos os campi da UEMA e da UemaSul (em decorrência de ajuste consolidado por meio do Termo Aditivo n.º 1 ao Termo de Cooperação – Protocolo de Transição entre as Instituições de Ensino Superior).

A segunda etapa do PAES 2018 acontecerá dia 26 de novembro de 2017. Só poderá participar dessa etapa do vestibular, o candidato que estiver incluído na lista divulgada nesta terça.

Na segunda etapa, a prova será constituída de 12 (doze) questões analítico-discursivas, abrangendo conteúdos programáticos de 2 (dois) componentes curriculares que integram o ensino médio, específicos por curso, e prova de produção textual, segundo as diretrizes dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN’s.

Veja resultado por Campus:

01-SaoLuisPAES2018Resultado1Etapa

02-CaxiasPAES2018Resultado1Etapa

03-BacabalPAES2018Resultado1Etapa

04-BalsasPAES2018Resultado1Etapa

05-SantaInesPAES2018Resultado1Etapa

06-TimonPAES2018Resultado1Etapa

07-GrajauPAES2018Resultado1Etapa

08-LagoDaPedraPAES2018Resultado1Etapa

09-ZeDocaPAES2018Resultado1Etapa

10-ItapecuruMirimPAES2018Resultado1Etapa

11-ColinasPAES2018Resultado1Etapa

12-SaoJoaoDosPatosPAES2018Resultado1Etapa

13-BarraDoCordaPAES2018Resultado1Etapa

14-CodoPAES2018Resultado1Etapa

15-CoelhoNetoPAES2018Resultado1Etapa

16-PinheiroPAES2018Resultado1Etapa

17-PresidenteDutraPAES2018Resultado1Etapa

18-PedreirasPAES2018Resultado1Etapa

19-CoroataPAES2018Resultado1Etapa

20-ImperatrizPAES2018Resultado1Etapa

21-AcailandiaPAES2018Resultado1Etapa

Secretários candidatos só deverão sair mesmo em abril de 2018

Márcio Jerry e Marcelo Tavares ajustam o governo junto à classe política. Os dois serão candidatos em 2018

Este Blog foi o primeiro a tratar da antecipação da saída dos secretários de Flávio Dino que disputarão a eleição de 2018. Em janeiro deste ano, o governador afirmou ao titular do Blog que estava programando para dezembro as mudanças dos secretários que irão disputar o pleito (relembre).

Mesmo naquela época, sentia que era um desejo que o próprio governador tinha consciência ser de difícil execução. Hoje, é ainda mais visível que o governador não mexerá na estrutura do governo na transição de 2017 para 2018.

Além de pastas importantes serem trocadas, como segurança, infraestrutura, desenvolvimento social, Flávio perderá seus dois principais secretários – Marcelo Tavares e Márcio Jerry – que serão candidatos a deputado estadual e federal, respectivamente.

A atuação de Márcio e Marcelo junto à classe política é fundamental para o equilíbrio do governo. O choque destas mudanças pode ser problemático para o encaminhamento das alianças e manutenção coesa da base de apoio.

Flávio já deve ter consciência de que é melhor que os secretários deixem o governo em abril, quando as ações governamentais já começam a esfriar e todos passam a viver mais campanha eleitoral. Assim, corre menos o risco de perder todo o ano de 2018 com trocas tão abruptas.

 

Eliziane diz que candidatura ao Senado será prioridade do seu partido

Eliziane Gama lidera as pesquisas para o senado federal em 2018. A deputada que muitos davam como carta fora do baralho para eleições majoritárias volta ao centro do debate para um cargo importante. Em entrevista ao programa Ponto Continuando, da Rádio Mais FM, Eliziane, falou da volta a uma disputa majoritária.

As pessoas falam que eu posso me candidatar a deputada estadual ou a governo. Não têm estas possibilidades. Eu sou deputada federal e o meu partido faz um debate com relação ao Senado. Esta é a opção que está sendo colocada. Naturalmente que uma candidatura ao Senado é majoritária e depende de uma decisão partidária, de unir forças neste sentido. O partido vai mandar fazer uma pesquisa e colocar o projeto de candidatura ao Senado como prioritário.

A deputada disse que está à disposição para o desafio do seu partido caso seja o Senado. Sobre esta possível candidatura ser na chapa do governador Flávio Dino, a pré-candidata afirmou que o PPS está no governo Flávio e seria uma honra ser candidata na chapa governista. “Todos sabem da minha relação respeitosa com o governador Flávio Dino. Eu o apoiei. Temos secretário do PPS que é o Pastor Porto. Então integramos a base. A decisão da candidatura vai desta conjuntura. Será uma honra para o PPS estar na chapa do governador Flávio Dino. Mas é um debate que será feito no momento convencional”.

A deputada disse que o próprio governador disse que os candidatos ao Senado serão aqueles que se viabilizarem. “Por isso, esta primeira etapa é conversar com aliados, com o povo. Entender o que a população quer. A população quer uma representatividade diferenciada”.

Roseana está mal até em suas pesquisas; Escutec engaveta levantamento

Parece que os números da ex-governadora Roseana Sarney para possível retorno ao Palácio dos Leões não são nada bons. O PMDB contratou pesquisa do Escutec, tradicional instituto que faz aferições para o Clã Sarney, mas jogou dinheiro fora.

A consulta feita em 80 municípios para aferir o confronto entre Flávio Dino e Roseana para as eleições de 2018 foi engavetado. Ou seja, os números são péssimos para a peemedebista.

Roseana tem feito de tudo para se manter em evidência e ter o mínimo de condições de disputar o governo. Inclusive com a estratégia de dizer que não quer ser candidata e esperar se os ventos sopram a favor.

A situação de Roseana não é fácil.

Grupo Sarney cobra lealdade de Roberto Rocha

Blog do Garrone – O grupo Sarney demonstrou irritação com a instabilidade do senador Roberto Rocha (PSB). Nesta terça-feira (28), a coluna Estado Maior, do jornal O Estado do Maranhão, exigiu do senador o fim da política de “morde e assopra” em relação ao governador Flávio Dino.

O motivo da irritação dos sarneysistas é que no domingo Rocha fez um convite a Flávio Dino por “uma unidade em prol do Maranhão”. Os sarneysistas cobraram lealdade de Rocha, com quem contam para seu projeto de enfrentar um governador com mais de 60% de aprovação popular.

A coluna do jornal adula Roberto Rocha, afirmando que ele tem grande potencial para disputar o governo do Estado contra Flávio Dino. O cálculo por trás é que, ainda que saia derrotado no pleito, ele tem mais quatro anos de mandato como senador.

O Estado esquece apenas de frisar que o parlamentar segue isolado em seu projeto político de governar o Maranhão, inclusive sem apoio de nomes importes do PSB do Maranhão, como o deputado federal José Reinaldo Tavares e o estadual Bira do Pindaré, que já declararam apoio irrestrito a Dino em 2018.

A coluna Estado Maior diz que Rocha estaria esperando um “chamamento comunista” e por isso ainda não articulou apoios para 2018. No entanto, é provável que o senador esteja repensando sua estratégia solitária.

Atualmente, o projeto liderado por Dino é bem visto tanto pela classe política quanto pela população. Ao se opor essa conjuntura exitosa que Flávio Dino encabeça, Roberto Rocha estaria marchando em sentido contrário, inclusive aos anseios da ampla maioria do eleitorado.

Entrevista de Roseana deixa claro que ela não será candidata

A entrevista de Roseana Sarney ao jornal O Imparcial demonstrou que de fato a ex-governadora não deve disputar o Palácio dos Leões no ano que vem. Roseana afirmou que não pretende ser, mas se ” provocarem”, ela pode resolver ser candidata.

Quem tem a menor intenção de se candidatar a um cargo majoritário, mesmo com a incerteza, aparenta convicção para manter a classe política e militância animadas. A insegurança da fala de Roseana escancara que a ex-governadora não quer se candidatar.

Roseana sempre disputou eleições com extremo favoritismo. Nunca entrou em uma campanha com dúvidas. Nem em 2014, quando poderia ser senadora, mas, na dúvida, preferiu não se candidatar. Mesmo na eleição que perdeu para Jackson Lago, Roseana era favoritíssima no início do processo eleitoral.

Agora, sem força política, vendo os principais caciques do Clã dispersos em projetos individuais, complicada com processos judiciais, Roseana tem o pior cenário eleitoral de sua carreira. E deixou isso explícito nas entrelinhas da entrevista.

Roseana diz que decidirá sobre candidatura no segundo semestre. Ainda vai manter alguma perspectiva no grupo, que não se consolidará. O Clã busca alguma solução para a candidatura majoritária. Apoio a Roberto Rocha, nova candidatura de Lobão Filho ou até lançar Eduardo Braide. Ou seja, segue sem muita opção.

Flávio cada vez mais próximo de Eliziane Gama e de ter o PPS em seu palanque

Flávio Dino fez questão de estar no evento de Eliziane Gama no Aterro do Bacanga

A deputada federal Eliziane Gama (PPS) e o governador Flávio Dino (PCdoB) estão cada vez mais próximos novamente. Os movimentos dos dois lados por esta proximidade foram intensificados e o PPS caminha para uma reedição de aliança com o PCdoB nas eleições de 2018.

Muito se fala na dificuldade do governador Flávio Dino aglutinar legendas mais à direita na coligação, como PSDB, PPS e DEM. Mas o governador tem se movimentado por elas, até para não ter sua chapa totalmente pintada de vermelho. Hoje, é grane a possibilidade de ter os três partidos E o PPS pode ser o primeiro efetivado.

O governador dá posse hoje (2) ao popular-socialista Pastor Porto como secretário estadual de Relações Institucionais. Mais um gesto pelo partido comandado por Gama no Maranhão.

Ontem (1º), o governador se dividiu entre o evento gospel do prefeito Edivaldo (Ora São Luís) e o evento promovido por Eliziane Gama (Retiros Culturais). Ele fez questão de declarar que foi ao “Retiros Culturais” de Gama a convite da deputada. Através das redes sociais, Eliziane já havia elogiado o apoio do governador ao seu evento.

Eliziane chegou a ensaiar uma pré-candidatura ao Senado e, claro, dificilmente esta candidatura pode acontecer na chapa do governador, já que outros nomes estão mais viabilizados na corrida. Mas dá demonstrações de que, caso a candidatura não venha, não fará chantagem com Flávio.

Davi Telles não será candidato em 2018

Após o post sobre as candidaturas dos secretários estaduais do governo Flávio Dino, o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Davi Telles, entrou em contato com o Blog para esclarecer que não irá disputar cargo eletivo no próximo ano.

Segundo Telles, o foco da sua vida até o final de 2018 será ajudar o governador Flávio Dino a transformar a Caema numa empresa supervitária e sustentável; reformar sistemas do interior, entregando obras estruturantes de água em cerca 150 cidades do Maranhão, inclusive as 30 do Mais IDH; garantir percentual próximo de 70% de esgoto tratado em São Luís contra os 4% que recebemos em janeiro de 2015; garantir a continuidade da balneabilidade das praias de São Luís; eliminar todos os pontos de lançamento de esgoto da Lagoa da Jansen e resolver o problema de falta d’água em São Luís, entre outros também importantes.

O presidente da Caema tem um grande desafio pelos próximos dois anos tanto no saneamento quanto no abastecimento de água dos maranhenses.

Márcio Jerry fala sobre sua candidatura a deputado: “nome está no projeto do PCdoB”

O secretario estadual de comunicação e articulação política, Márcio Jerry, concedeu entrevista ao programa Ponto e Vírgula, da Rádio Difusora FM, nesta quinta-feira (26).

O secretário respondeu pela primeira vez e forma mais clara sobre sua pré-candidatura a deputado federal, que já é amplamente comentada nos bastidores. O secretário primeiro fugiu da pergunta “Minha missão fundamental é fazer com que o projeto do PCdoB seja vitorioso em 2018. Com o o governador Flávio Dino sendo reeleito, com dois senadores sendo eleitos, e com uma boa bancada de deputados estaduais e federas”, afirmou.

Mas quando foi questionado com mais  insistência disse que em breve anunciaria, mas praticamente deixou claro que será candidato, inclusive já contando com os votos dos colegas de profissão (Márcio Jerry é jornalista). “Vamos anunciar brevemente isto. O PCdoB tem um projeto eleitoral e incluiu meu nome no projeto eleitoral, mas vamos debater oportunamente e eu vou pedir em off os votos dos meus colegas radialistas e jornalistas”.

Sobre as polêmicas om o senador Roberto Roca no Twitter, Márcio foi minimizou o clima de animosidade, afirmando que Rocha tenta ganhar visibilidade ao polemizar com ele. “O senador tem feito menções desrespeitosas a mim e sequer respondi. Ele tem buscado polemizar, Acho isso uma extrema bobagem”.

Rocha chegou a afirmar no Twitter que se os comunistas administrassem os Lençóis Maranhenses não sobraria nem um grão de areia. Márcio lembrou que o PCdoB participou ativamente da eleição do senador. “É importante lembrar que o PCdoB foi junto com outros partidos importante para a eleição do Senador em 2014. Eu tenho pelos aliados de 2014 o mesmo respeito que tenho no momento presente. Sempre com muita civilidade mesmo que algumas questões sejam colocadas de maneira deselegante e agressiva como fez o senador”.

Para Flávio, Lula não deve ser necessariamente o candidato da esquerda à presidência

Mas calma. O governador do Maranhão, em entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo, não se referia a si mesmo como provável candidato. Ele citou o nome do pedetista Ciro Gomes como credenciado para disputar a presidência.

flavio

Confira a entrevista de Flávio ao Estadão:

Diante do resultado das eleições municipais, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), admite que a esquerda perdeu no País e precisa encontrar um novo caminho. Defensor da formação de uma frente que alinhe essas forças em 2018, Dino acha que a esquerda “precisa parar de olhar para trás e começar a olhar para a frente”. “Discursos do tipo ‘eu avisei’ não resolvem nada”, diz. Para ele, o grupo necessita criar um programa que responda aos “desafios da Nação” e o candidato “não precisa ser obrigatoriamente Luiz Inácio Lula da Silva”.

Eleições
Há uma constatação óbvia de que foi um resultado desfavorável para a esquerda. Acho que isso ocorreu, principalmente, pela crise econômica e pelo desemprego. O grande beneficiário dessa perda de substância eleitoral da esquerda não foi propriamente outro partido e sim a chamada antipolítica. Porque, se você olhar São Paulo, Rio e Belo Horizonte, ganharam três outsiders.

Futuro da esquerda
Primeiro, precisamos olhar mais para frente do que para trás. Acho que o que passou, passou. Não adianta ficar disputando agora críticas e autocríticas. Discursos do tipo ‘eu avisei’ não resolvem nada.

Novos caminhos
A esquerda precisa apresentar um programa que responda aos desafios da Nação, baseado na defesa de direitos e da ampliação de serviços públicos.

Frente partidária
Tenho defendido há mais de um ano a tese de um rearranjo mais frentista, parecido com o do Uruguai. A esquerda deve buscar algum tipo de frente mais orgânica, que consiga atrair o chamado centro político. Quando me refiro ao centro político não me refiro a partido A ou B. Mas sim ao centro da sociedade.

Perda de identidade
No enfrentamento da crise econômica, nessa fase mais aguda, pós 2013, de fato, houve isso. Esse prejuízo foi muito grande. Uma perda de identidade e uma desconexão com sua base política tradicional. Acho que essa é uma questão central.

Esqueçam 2002
Não podemos ficar restritos às bandeiras clássicas da esquerda. Não podemos imaginar que vamos reviver 2002, quando Lula foi eleito pela primeira vez. 2002 tem de ficar em 2002. Claro que você extrai lições daquele momento, mas não pode pretender repetir.

Reforma política
Acho que ficou mais longe agora. Porque se falava muito de cláusula de barreira, por exemplo. Na hora em que o partido do prefeito do Rio de Janeiro (PRB) seria atingido por essa cláusula, e os de Belo Horizonte (PHS) e Curitiba (PMN) também, fica mais difícil.

Clima político
Acho que a gente tem pela frente muita turbulência. A Lava Jato tem uma força muito profunda. Esse fator de instabilidade institucional ainda vai continuar. Além disso, tem um clima de muita disputa entre os Poderes e dentro deles.

Crise dos governadores
É outro foco de tensão. A gente está longe de sair dessa escuridão. O Rio, que é o terceiro maior Estado em população, vive situação de enorme dificuldade financeira. Praticamente metade dos Estados têm dificuldades de fechar as contas.

Economia

A única coisa que pode garantir alguma melhora é se a economia voltar a crescer. Existe um ditado que diz que “aonde falta o pão, todo mundo briga e ninguém tem razão”. Acho que isso sintetiza a quadra atual que vivemos no Brasil.

Eleição em 2018
Lula pode até ser candidato. Mas, se for, deve ser de um movimento político mais amplo. Alguém de outro partido poderá ser o candidato dessa nova frente. Ciro Gomes está muito credenciado pela trajetória.

Temer
Ele está se virando do jeito que pode. É uma conjuntura muito difícil. Está tentando construir uma agenda praticamente baseada numa ideia central que é essa PEC do Teto dos Gastos.

Convite para Dilma
É lenda. Nunca houve convite para que fosse secretária no Maranhão.

ENTREVISTA A MARCELO DE MORAES