Gleisi Hoffmann afirma que posição do PT no Maranhão é clara e unitária de apoio a Flávio Dino

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, participa de atividades do partido em São Luís neste sábado (22). Em entrevista coletiva, a presidente do PT falou de diversos assuntos, entre eles o posicionamento do partido no estado. A petista afirmou que o partido está com Flávio Dino.

“Aqui no Maranhão, estamos com uma avaliação política muita clara e unitária. Estamos apoiando o governador Flávio Dino e a possibilidade muito grande de reeditar esta aliança, como é no plano nacional. O Maranhão não está fora deste contexto e vamos trabalhar neste sentido”, afirmou.

Sobre alguma divergência que poderia ocasionar tensão entre os militantes, Gleisi afirmou que as discussões são normais, já que o PT não tem caciques que impõem as posições. “É importante constatar que temos uma unidade política no estado. Todas as correntes têm a mesma visão de onde partido tem que estar no estado. As outras questões de natureza interna é coisa que a gente sempre conversou e temos condição de seguir em frente. Aliás, é uma das características do PT em todo Brasil, nem sempre ter consenso. Não temos caciques que mandam no PT. Temos uma militância que discute ideias”.

Ficou claro apenas que não existe nenhuma possibilidade de reeditar aliança com PMDB no Maranhão e em nenhum estado. “O PMDB fez uma opção. Foi um dos precursores do golpe e um dos timoneiros das reformas contra o povo brasileiro”.

Vaga na chapa

Quando questionada sobre o PT exigir vaga na chapa majoritária do governador Flávio Dino, Gleisi não condicionou o apoio à vaga, mas disse que o assunto ainda seria discutido. “Como partido político sempre nos cabe reivindicar espaço. Nós não discutimos ainda nomes para compor chapa. Vamos discutir entre nós e com nossos companheiros do PCdoB, com o governador Flávio Dino, sempre de maneira muito fraterna e no intuito de melhorar cada vez mais o Estado”.

Boato de Flávio vice de Lula

Sobre o boato de que o PT estaria articulando o nome de Flávio Dino para ser candidato a vice-presidente de Lula, a presidente nacional do PT fez questão de dizer que o governador do Maranhão é uma liderança respeitada em todo o Brasil, mas que no momento, o partido não discute chapa. “Nós não estamos discutindo composição de chapa. Nós estamos discutindo o direito do presidente Lula ser candidato. Qualquer situação de construção de chapa vai ser posterior a isto. Mas temos o maior respeito pelo governador Flávio Dino. É um nome de grande respeitabilidade nacional, inclusive. Tanto que estamos apoiando ele aqui.Mas não tivemos uma conversa neste sentido”, sentenciou.

Gleisi disse que haverá reunião dia 31 de julho com os presidentes estaduais e definir a caravana do presidente Lula pelo Nordeste, passando pelo Maranhão.

A imagem do passado oligárquico do Maranhão

Em uma única imagem: José Sarney, Marly Sarney, Roseana Sarney, Fernando Sarney, Sarney Filho, Adriano Sarney, Rafaela Sarney e mais alguns com mesmo sobrenome. São várias gerações de uma família que construiu um império às custas do erário e deixou o Maranhão nas últimas colocações do Índice de Desenvolvimento Humano.

A reunião foi para comemorar os 65 anos de casamento de Sarney e Marly. E o Maranhão espera que comemorem suas próximas datas festivas por aí mesmo, bem longe dos Palácios e do poder de decidir que o Maranhão fique condenado à pobreza.

Que esta imagem sirva apenas para registro histórico de um grupo político familiar que passou e não deixou saudade.

Lei que resolve Limites Territoriais dos municípios da Ilha é aprovada na Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) aprovou, na manhã desta quarta-feira (12), o projeto de Lei que resolve a questão das divisas territoriais dos municípios da Ilha de São Luís. Problema que aguardava solução há mais de trinta anos e foi resolvido em menos de seis meses pela Comissão de Assuntos Municipais, presidida pelo deputado estadual Bira do Pindaré (PSB).

O parlamentar comemorou a aprovação e afirmou que é um passo histórico, possível graças a uma construção coletiva. Um consenso, segundo ele, que envolveu a população, a Assembleia Legislativa, os prefeitos dos quatro municípios da Ilha, o Estado, a Procuradoria da República, a Justiça Federal – que homologou o acordo entre os gestores, os Institutos Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) e Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – órgãos técnicos que deram todo o embasamento para a atualização.

“O nosso objetivo era alcançar essa meta no final de 2017, mas graças a Deus conseguimos efetivar ainda no primeiro semestre. Realmente é um resultado bastante exitoso porque conseguimos regularizar, atualizar os territórios dos quatro municípios. Isso permite que, agora, a gente avance na consolidação da região metropolitana” frisou ao acrescentar que o feito representa a queda de uma lenda, “porque muitos acreditavam que não fosse possível, mas foi possível e é importante destacar que foi uma luta coletiva, onde cada um deu sua cota de contribuição”, completou.

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem liderado um ambiente de diálogo. O que facilitou, segundo o deputado, o entendimento entre os prefeitos, permitindo que o objetivo fosse alcançado. Algo que pode ser observado, destacou ele, no momento em que o comunista lidera o processo de convergência e implementa a região Metropolitana com a efetividade necessária.

Bira do Pindaré ainda assegurou que o trabalho na região dos limites continua e com a regularização das divisas ficará mais fácil para a população cobrar benefícios para as regiões que residem como será mais fácil também para os prefeitos atender aos pleitos. A indefinição dos limites sempre dificultou o acesso aos serviços públicos de qualidade, como educação, infraestrutura, saúde, segurança pública. “Já solicitei também ao Governo do Maranhão que auxilie os municípios, colocando as placas nos limites para que o cidadão saiba exatamente onde começa e onde termina cada município”, afirmou.

Ele adiantou que o trabalho da regularização de outros municípios da continua, e lembrou que já houve, inclusive, uma reunião com as prefeituras para tratar o assunto. “Agora nós conseguimos encontrar a metodologia certa e isso permite que a gente resolva também outras situações no continente, que envolve os municípios do interior do Maranhão”, ressaltou.

Governo do Estado anuncia concurso para área da saúde com mais de mil vagas

O Governo do Estado anunciou concurso público para a área da Saúde. Mil novos postos de trabalho serão criados no Maranhão. O edital será publicado no segundo semestre deste ano, entre setembro e outubro, e o concurso será realizado em 2018. Há mais de 20 anos o Governo do Estado não realiza concurso público para área da saúde.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, ressaltou que o poder público fortalece a rede de saúde com a realização de concurso público. Em todas as áreas de saúde serão oferecidas vagas, a exemplo de médico, administrador hospitalar, enfermeiro e fisioterapeuta.

“O concurso vai contemplar mil vagas para a rede de saúde, inclusive para médicos. Mais de 20 anos depois, o Governo do Estado volta a fazer concurso público. Nós damos perspectiva de estabilidade e segurança para as pessoas. Durante muito tempo elas não puderam entrar no sistema de saúde, se não por indicação política. Fizemos um sistema por meio do qual as pessoas entravam por mérito próprio. Agora, finalmente, o concurso público, que foi pedido por tantas pessoas, vai ser um referencial”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Mais transparência

A Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh) assumirá a organização do concurso, por meio de licitação para contratação de empresa especializada em certames para garantir a lisura de todo o processo.

“Anteriormente não existia isso, era necessário conhecer alguém para conseguir um emprego, e agora não. A postura do governador e do secretário é para valorizar a meritocracia. Então, quem tiver mais capacidade para passar na prova, vai preencher a vaga. A gente acredita que dessa forma cada vez mais a assistência vai ter mais capacidade por conta de que mais pessoas preparadas vão entrar na rede. É uma forma mais justa de se admitir novos colaboradores”, explicou a presidente da Emserh, Ianik Leal.

Porque as OSCIPs continuam no sistema de Saúde do Maranhão

Flávio Dino e Carlos Lula estão substituindo gradativamente as terceirizadas pela empresa pública

Muitos questionam os motivos da gestão do governador Flávio Dino que preza tanto pela probidade não ter acabado com sistema de OSIPs e OSs na saúde do estado, uma vez que a operação Sermão aos Peixes mostrou que a gestão Roseana/Ricardo Murad usava este sistema para burlar a legislação e operar desvios bilionários dos cofres públicos.

Através das redes sociais, o próprio governador Flávio Dino explicou porque da manutenção da terceirização do serviço. Porque a saúde não pode parar. O governador explicou que está fazendo a transição passando as atividades para a Empresa Maranhense de Servuços Hospitalares (EMSERH) e caso fosse feita a troca imediata, o sistema de saúde maranhense iria parar.

“Não fomos nós que implantamos esse modelo de terceirização na saúde. Já encontramos e estamos fazendo mudanças possíveis, passo a passo.Eliminar de um vez só a terceirização para entidades privadas iria parar o sistema de saúde e gerar 10.000 desempregados. Transição entre o modelo do governo passado e um novo modelo tem ocorrido com várias medidas, uma delas a implantação de uma empresa PÚBLICA”, afirmou Flávio.

O governador diz que já foram cortados metade dos gastos com a terceirização. E além disto, a contratação foi feita por meio de licitação.

Mas porque o IDAC continuou no sistema?

O Instituto pego pela Polícia Federal já estava no sistema e teve o contrato renovado pelo governo. Foi feito um novo contrato porque, diferente de outros institutos, não havia problema de atraso de pagamento de funcionários, falta de pagamento, problema contratual. Aliás, quando o secretário Carlos Lula disse em entrevista que não tinha irregularidade com o IDAC, ele se referia a esta relação e não que a empresa não praticava ilícitos na gestão passada como alguns tentaram deturpar.

Com esta boa relação na prestação do serviço, o governo acabou dando mais contratos para o IDAC após a operação Sermão aos Peixes, que colocou no bojo apenas a Bem Viver e ICN, que saíram imediatamente. O próprio relatório da PF sobre a Operação Rêmora diz isto. Naquele momento a Emserh ainda não estava implantada.

Ou seja, não havia nenhum funcionário público envolvido nos crimes do IDAC, os contratos com o instituto foram celebrados por uma necessidade após as saídas de Bem Viver e ICN. Com a descoberta do esquema, o contrato foi rescindido. Algo que não poderia ter sido feito antes unilateralmente sem um motivo aparente.

É isto.

ONG mostrada pelo Fantástico faturou R$ 100 milhões na gestão Murad

Ricardo Murad foi apontado pela PF como chefe da Organização criminosa que implantou sistema de OSs que saqueiam milhões da saúde do Maranhão

De acordo com o inquérito judicial que apura desvios de recursos públicos federais do sistema de Saúde do Maranhão, o Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (IDAC), organização sem fins lucrativos que operava o esquema fraudulento enquanto administrava diversas unidades de saúde do estado, recebeu mais R$ 100 milhões em contratos durante a gestão do ex-secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad.

Os investigadores confirmaram a existência dos repasses milionários por meio de notícias veiculadas na época pela imprensa local e com base em publicações do Diário Oficial do Estado do Maranhão.

No último dia 2, a Polícia Federal deflagrou no Maranhão a quarta fase da Operação Sermão aos Peixes, intitulada “Rêmora”, que culminou na prisão de cinco pessoas ligadas à IDAC envolvidas na fraude, entre elas, o presidente estadual do PSDC no Maranhão e dono do Instituto, o advogado Antônio Aragão, apontado como importante operador de Murad nos desvios.

Para a PF, o ex-secretário Ricardo Murad é o mentor da organização criminosa que desviou cerca de R$ 1,2 bilhão da saúde estadual.

Segundo as investigações, Murad se utilizou do modelo de terceirização da gestão da saúde pública estadual para desviar os recursos. Ao passar a atividade para entes privados, ele fugiu dos controles da Lei de Licitação, empregando profissionais sem concurso público e contratando empresas sem licitação. Essa flexibilização permitiu que Murad e a quadrilha envolvida no esquema usassem as verbas federais para enriquecimento ilícito e financiamento de campanhas políticas.

A empresa de Antônio Aragão – que já foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas – possuía pelo menos três pomposos contratos na gestão Murad.

Conforme destaca trecho do inquérito da PF, “foram identificados fortes indícios de distribuição de valores a agentes políticos, que serviam como padrinhos da Organização Social e auxiliavam o IDAC na obtenção de contratos públicos”.

Constatadas as irregularidades envolvendo a ONG, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) decretou o cancelamento imediato do contrato com o IDAC, firmado por Ricardo Murad entre os anos de 2013 e 2014. Murad e os demais investigados pela Operação Sermão aos Peixes poderão responder pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Escandalizar lista de doações da JBS é misturar “alhos” com “bugalhos”

O jornal O Imparcial entrou na esparrela de alguns Blogs e publicou em sua manchete principal que “Políticos do Maranhão receberam doações do JBS” como se novidade fosse e algo de escandaloso existisse no fato das doações registradas na Justiça Eleitoral.

A doação por si só não tem nenhuma relação com o escândalo da JBS envolvendo Michel Temer, Aécio Neves e Guido Mantega. Não se pode confundir doação legal, registrada (na época era permitida doação empresarial) com pagamento de propina e suborno como nos casos em que a JBS está envolvida no escândalo das delações de Joesley Batista.

Se não há nenhuma evidência de que deputados citados que receberam doação atuaram de alguma forma para beneficiar a doadora durante o exercício do mandato, não tem valor jornalístico o simples fato de ter recebido a doação legal. Se houvesse a descoberta de pagamento por Caixa 2, aí sim teria um fato de relevância.

Assim como a JBS, a Odebrecht, a OAS, Queiróz Galvão e tantas outras empresas doaram para políticos e partidos de A a Z. De PSOL a PMDB, todos os políticos eleitos de 2014 receberam alguma doação de empresa envolvida em algum escândalo.

Listar quem recebeu uma doação legal e registrada de apenas uma empresa porque esta empresa agora em evidência é uma deturpação do valor de noticiabilidade.

Polícia agiu rápido para evitar massacre no conflito entre fazendeiros e indígenas

Existe uma reivindicação de reconhecimento do povo indígena Gamela e ao mesmo tempo um movimento deste povo pela retomada da terra que lhes pertenceu no passado no município de Viana.

Somente a Funai, que é órgão federal, pode fazer o reconhecimento da terra. O movimento acabou partindo para o confronto direto. Os Gamela entraram em conflito com os trabalhadores rurais e fazendeiros, que hoje têm a posse daquelas terras.

Neste domingo (30), após invasão dos índios, os fazendeiros atacaram estimulados pelo deputado federal Aluísio Mendes. E a polícia teve que intervir no caso. Caso a polícia não interviesse na situação, poderia ocorrer um massacre. No conflito, cinco índios ficaram feridos e foram encaminhados para São Luís.

O Estado do Maranhão tem tentado dialogar e mediar os conflitos. Serão investigadas as responsabilidades pelo conflito. Equipes da Polícia Civil e da Militar foram mobilizadas para localizar e prender todos os que violaram a lei e praticaram violência no conflito entre fazendeiros e indígenas na cidade de Viana, segundo o governador Flávio Dino.

Atuação de Aluísio Mendes

O deputado federal Aluísio Mendes pode ter participação fundamental no conflito armado que aconteceu em Viana. Ele demonstrou a falta de tranquilidade para acalmar um ambiente conflituoso apenas em uma entrevista a uma rádio local.

Aluísio preconceituosamente chamou os índios de arruaceiros e incitava a retirada dos mesmos à força.

Corte do Fundeb pode prejudicar pagamento de abril do estado e de todos os municípios maranhenses

Deputados maranhenses denunciam corte do Fundeb que deve prejudicar pagamento da folha de abril para Estado e municípios

Em discurso na tribuna da Câmara Federal, o deputado Weverton Rocha (PDT-MA) denunciou o corte de R$ 224 milhões do Fundeb do Maranhão referentes a repasses adiantados em dezembro de 2016 ao estado e aos municípios.

A medida do governo foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 20 e atinge também o Ceará, Paraíba e Bahia.

Os municípios e o Estado irão muita dificuldade para pagar a folha deste mês. Grande parte da folha é composta de servidores da educação e utiliza justamente o Fundeb para pagamento. Só o governo do Estado perde R$147 milhões, a prefeitura de São Luís, R$ 11 milhões e assim também perdem muito os demais municípios. A maioria absoluta perde mais de meio milhão.

A bancada propôs para que se este débito seja negociado, se foi dado recurso a mais em dezembro, que se parcele, mas não tire em um único mês um volume e recurso tão grande de recursos. Já existe inclusive precedente.

O presidente da Famem, Cleomar Tema, esteve na Câmara e disse que os prefeitos estão desesperados.

Além de Weverton, o coordenador da bancada, Rubens Júnior, Zé Reinaldo e Juscelino Filho tomaram a frente e pedem audiência com o ministro da educação, Mendonça Filho e demais membros do governo federal para reverter.

Oligarquia Sarney incomodada com resgate da Timbira

Antes sucateada, Rádio Timbira hoje existe e repercute. O Clã pira.

O jornal “O Estado do Maranhão”, de propriedade da família Sarney, dedicou quase metade do editorial da coluna “Estado Maior”, desta sexta-feira (21), para criticar a entrevista do governador Flávio Dino ao pool de emissoras, liderado pela Rádio Timbira.

Sintomático o incômodo do sistema Sarney de Comunicação. O resgate da rádio pública, que foi extinta por Roseana Sarney, há mais de 20 anos, irrita os detentores do maior império de comunicação do Maranhão.

A reestruturação da rádio liderada pelos competentes jornalistas Robson Paz e Ribamar Praseres permitiu a transmissão da entrevista do governador para todas as regiões do estado, por meio de mais de 40 emissoras.

Isto é inaceitável para os sarneysistas acostumados a manter acuados os governantes adversários como fizeram com o ex-governador Jackson Lago, que foi massacrado pelo sistema Mentira, como ele chamava, sem ter veículos de massa para se defender.

Na sanha contra o governo, o jornal de Sarney reconhece a importância da rádio pública como instrumento capaz de levar informação confiável para os maranhenses. “Recentemente, uma entrevista à rádio oficial do governo foi retransmitida por outras emissoras, a fim de atingir o maior número possível de ouvintes, na capital e no interior.”, diz trecho do editorial.

De resto, o panfleto oligárquico se limitou a expelir ódio pelo bom momento vivido pela mais tradicional rádio do Estado. E pelo que se desenha sob a gestão de Robson Paz, com mais novidades a partir de maio, as carpideiras da oligarquia derramarão ainda muitas lágrimas com o sucesso da Nova 1290.