Othelino explica quebra de acordo que levou à candidatura de Leonardo Sá em Pinheiro

Foto67-SESSÃO ORDINARIA - 140316 - por J R LISBOA (Medium)O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna esclarecer  o posicionamento político do grupo liderado pelo PCdoB em Pinheiro que resolveu confirmar a candidatura do médico Leonardo Sá a prefeito, após rompimento de acordo político por parte do suplente de deputado estadual Luciano Genésio (PP). “Achei necessário vir fazer esses esclarecimentos para que não ficasse uma confusão na opinião pública”, disse.

Pelo acordo político fechado anteriormente, Leonardo Sá, em nome da união da oposição, renunciaria à candidatura para ser vice na chapa encabeçada por Luciano Genésio. Porém, uma articulação feita pelo atual prefeito Filuca Mendes (PV), via Brasília, provocou uma intervenção no PP de Pinheiro, impossibilitando a composição  com o PCdoB. “Vejam que não foi uma resolução genérica proibindo alianças no Brasil todo ou mesmo no Maranhão. Foi específica para o município de Pinheiro”.

Othelino explicou que se o seu grupo político mantivesse a aliança, tendo como vice Leonardo do PCdoB, o PP nacional iria fazer uma intervenção no partido e a chapa ficaria judicializada durante toda a campanha, prejudicando até a apresentação de propostas aos eleitores. “Na prática, o PP faria a intervenção e iríamos ter que passar a campanha toda na Justiça, em vez de cuidar do principal, que são as propostas para melhorar a cidade de Pinheiro. Ficaríamos preocupados com um embate judicial, que tiraria o foco principal da campanha”, disse.

Segundo o deputado, após o problema de intervenção no PP, todo o grupo, incluindo Luciano Genésio, reuniu-se com o  presidente do PCdoB, Márcio Jerry, e, diante do impasse e dos riscos, acertou que o candidato da oposição seria Leonardo Sá e que o suplente de deputado indicaria o vice.

“Mas, para nossa surpresa, quando chegou o horário da convenção, Luciano Genésio mudou de ideia e não confirmou o acordo. Quando não se cumprem acordos políticos, acaba que a reação não é a desejada”, comentou.

Diante do não cumprimento do acordo entre todas as partes envolvidas, o grupo, incluindo todos os partidos aliados, decidiu que o PCdoB lançaria candidato próprio em Pinheiro. Na composição, o PDT indicou a candidata a vice-prefeita, Ana Paula Lobato, esposa do deputado Othelino.

A Frente, que apoia Leonardo Sá, inclui partidos como DEM, PDT, PCdoB, PRB,  PR, PSC, PEN, PSB, etc. “Essa ampla Frente terá condições de mostrar para a cidade de Pinheiro que é possível ter outra alternativa”, disse o deputado.

Luciano retira candidatura e Leonardo Sá será o candidato de Flávio em Pinheiro

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Blog da Silvia Tereza – O suplente de deputado Luciano Genésio (PP) retirou candidatura a prefeito de Pinheiro, na noite desta sexta-feira (05), em nome da união da oposição contra o atual prefeito Filuca Mendes (PV), e apoiará a candidatura do vereador e médico Leonardo Sá (PCdoB) que formou coligação com a força de 16 partidos. A esposa do pepista,  Thaísa Hortegal (PCdoB), será a  candidata a vice-prefeita na chapa.

A reviravolta se deu por conta da intervenção forçada e manipulada do PP nacional, na quinta-feira (05), impedindo a chapa Luciano Genésio, candidato a prefeito, e Leonardo vice-prefeito. A inesperada estratégia da oposição cai agora como uma bomba nos planos de reeleição do prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes (PV),  tido como o “estimulador” da decisão do PP.

Com tentáculos em Brasília, leia-se o senador Roberto Rocha (PSB), Filuca Mendes (PV), havia se mexido em uma trama para provocar uma intervenção no Partido Progressista (PP) em Pinheiro, impedindo a aliança com o PCdoB do vereador Leonardo Sá. Desesperado por ver seu projeto de reeleição ir por água a baixo, o alcaide pensou que estivesse “dando um golpe” em Luciano Genésio, mas o feitiço virou contra o feiticeiro no último prazo da convenção.

Segundo o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que apoia a oposição em Pinheiro,  a intervenção no PP foi uma violência contra a vontade de mudança manifestada pela população.  “A resposta nós vamos dar nas urnas com a oposição unida”, disse.

Entenda o caso

O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, determinou, na quinta-feira (04), que a legenda não compusesse com o PCdoB no município, o que inviabilizou a chapa governista encabeçada pelo suplente de deputado Luciano Genésio.

Desesperado com a possibilidade de não se reeleger, Filuca cobrou a fatura do PP pelo voto do filho, o deputado federal Victor Mendes, a favor da admissibilidade do impeachment de Dilma Rousseff (PT) na Câmara Federal. Foi buscar apoio com Roberto Rocha para a trama.

Primo da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), o prefeito apostava na divisão da oposição para vencer em outubro. No entanto,  semana passada, a oposição decidiu se unir e o médico Leonardo Sá retirou candidatura a prefeito para ser vice de Luciano.

Othelino fala sobre postura do governador em relação a pré-candidatos

Foto67-SESSÃO ORDINARIA - 140316 - por J R LISBOA (Medium)O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) rebateu, na sessão desta terça-feira (05), críticas da oposição sobre a postura do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), diante de pré-candidatos a prefeito de seu grupo político. “Não sei por que tanta preocupação com os nossos pré-candidatos. Há uma grande vantagem em relação à oposição que evidencia a qualidade do nosso grupo político: nós temos vários nomes bons para oferecer à cidade de São Luís, embora cada um tenha a sua posição muito definida, ao contrário do grupo Sarney”, comparou.

Sobre São Luís, Othelino Neto disse que o governador Flávio Dino foi muito claro com seus aliados ao adiantar que, pessoalmente, não participaria da campanha se tivesse mais de um aliado candidato a prefeito. O vice-presidente da Assembleia Legislativa citou a deputada federal Eliziane Gama (PPS), o prefeito Edivaldo Holanda Júnior – candidato à reeleição, que tem o apoio do PCdoB, inclusive em coligação – o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) e o deputado estadual Wellington do Curso que está pleiteando entrar na disputa pelo PP.

Othelino esclareceu que o governador não se envolverá na campanha de São Luís por respeito aos aliados, mas que o PCdoB vai apoiar o prefeito Edivaldo Holanda Jr. “O PCdoB participou da eleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, participou da administração dele, participa e participará da reeleição dele. Tem o deputado Bira, aliado da maior qualidade, que pleiteia ser candidato. É da base do governador, foi secretário dele. Tem a deputada Eliziane, o deputado Wellington, que foi eleito pelo PPS, partido da coligação do governador Flávio Dino, que pleiteia também disputar a Prefeitura de São Luís, hoje pelo PP”, frisou.

O deputado disse que as parcerias entre o governo do Estado e a Prefeitura de São Luís existem e estão, visivelmente, nas ruas. “O prefeito já disse que acabou o tempo da sabotagem do governo. Antes, o grupo Sarney sabotava a capacidade de São Luís, simplesmente, porque a cidade disse, em todas as eleições, veementes não para os candidatos da oligarquia. Então, parem de ficar se preocupando muito com os nossos candidatos a prefeito que são aliados do governador, porque ter candidatos de qualidade significa que nosso grupo político, além de ser o maior, ele está de bem com a população”, comentou Othelino.

Imperatriz e Pinheiro

Sobre Imperatriz, Othelino disse que o deputado Marco Aurélio nunca fez um lançamento de pré-candidatura.  Segundo ele, existia um movimento na base para que ele fosse candidato. E lá houve um entendimento político, o que é natural e é normal da política. Lá a nossa candidata será a Rosângela Curado e o PCdoB indicará o vice legítimo”, esclareceu.

Em relação a Pinheiro, Othelino explicou que há  dois pré-candidatos da base aliada do governador: Leonardo Sá, pré-candidato do PCdoB, e Luciano Genésio do PP. “Ambos têm o direito de ser candidatos. Não tem essa história de ´pé na bunda´ de ninguém. Temos o nosso candidato do PCdoB, o Leonardo Sá, excelente candidato, que tem o meu apoio. Tem o Luciano Genésio, que é do PP, pré-candidato a prefeito também. Se nós tivermos o entendimento, ótimo. Se não, é legítimo que ambos disputem a eleição e que vença quem tiver as melhores propostas”, afirmou.

Política maranhense em notas

Justiça pelo bem-estar de todos

othelino-neto-400x266O deputado Othelino Neto (PCdoB) apelou ao bom senso do poder judiciário para não deixar que empresários que não aceitam a livre concorrência barrem a licitação do transporte na capital. “Confiamos que a Justiça não cederá a esta pressão porque, até como o próprio nome diz, a Justiça, o Poder Judiciário vai zelar pela legalidade e pelo bem-estar de todos”, comentou Othelino ainda antes das Ações na Justiça. O deputado afirmou que a Assembleia estará atenta e permanecerá vigilante com relação ao processo.

Prejuízo a 700 mil ludovicenses

edivaldoholandaO coro contra o golpe dos empresários foi maior na Assembleia. Além de Othelino, Levi Pontes, Edivaldo Holanda (PTC) e Sérgio Frota (PSDB) também se disseram perplexos com a informação. “A licitação que o Prefeito Edivaldo leva a cabo neste momento, nesta cidade, é para por fim exatamente a esse descalabro, a essa falta de respeito para com as mais de 700 mil pessoas que se utilizam do transporte coletivo na nossa cidade”, afirmou Edivaldo Holanda. “Queria dizer que respeito muito a classe empresarial, mas nós vivemos no capitalismo e no capitalismo nós temos que favorecer a livre concorrência”, complementou Sérgio Frota.

Apenas ganhar tempo e atrapalhar

setTendo em vista que o processo licitatório passou por todo procedimento legal, foi amplamente discutido em audiências públicas, em uma audiência na Câmara Municipal que começou pela manhã e terminou tarde da noite, com critérios claros, o que se pode depreender é somente uma tentativa de adiar a licitação por parte dos empresários que entraram com Ação contra a licitação.

Fábio menor e Do Curso cresce

wellingtondocursoÚltimo nome a entrar na disputa pela prefeitura de São Luís, o deputado Wellington do Curso (PP) tem crescido na disputa como terceira via. Como o Blog vem alertando, caso Castelo e Bira do Pindaré não sejam candidatos, Wellington, Fábio e Rose Sales brigam pelo posto de terceira via.Neste contexto, o vereador, que sorria da candidatura de Wellington inicialmente, está cada vez menor na disputa e o deputado estadual ganha terreno.

PSDB tem data para definição

carlosbrandaoO vice-governador e presidente estadual do PSDB, Carlos Brandão, definiu a data para que o PSDB defina sua posição em São Luís. O partido vai reunir dia 20 de maio para definir sobre sucessão municipal. Embora ainda mantenha as pré-candidaturas de João Castelo e Neto Evangelista, o PSDB deverá ir com a deputada federal Eliziane Gama. Eliziane, o suplente de Senador, Pinto Itamaraty, e o deputado federal Carlos Brandão, estão em Brasília onde tratam com o senador Aécio Neves o acordo para que o PSDB seja vice na chapa de Eliziane.

Novo prazo de duplicação da BR-135

frenteparlamentarA Frente Parlamentar em defesa da recuperação e conservação das rodovias federais do Maranhão realizou, na tarde desta terça-feira (10), audiência pública para discutir a situação das BR’s maranhenses. Entre os pontos discutidos, foram esclarecidas questões como duplicação da BR-135, recuperação da mesma via e da BR 222. Durante explanação, o superintendente do DNIT, Gerard Fernandes, informou que a previsão oficial de entrega da duplicação do primeiro trecho da BR-135 é de abril de 2017, sendo que R$ 100 milhões em recursos ainda faltam para conclusão. Ele garante, porém, que o recurso será obtido em forma de emenda impositiva, num aporte total de R$ 50 milhões e R$ 50 milhões já estão empenhados.

 

Othelino sobre Cunha: “usou a Câmara para promover implacável vingança”

othelino nova plenario2O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) repercutiu, na sessão desta quinta-feira (05), o afastamento do presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB). Segundo o parlamentar, a decisão do ministro Teori Zavascki vem, na realidade, corrigir uma distorção que estava provocando constrangimento para todos os brasileiros e expondo internacionalmente o Brasil.

“Imaginemos nós um sujeito, um cidadão como Eduardo Cunha presidindo a Câmara dos Deputados da República Federativa do Brasil, réu em diversos processos, sofrendo graves acusações, dentre as quais, evasão de divisas, e há um ano e três meses presidia a Câmara dos Deputados”, disse.

Othelino Neto lembrou, na tribuna, que o deputado Eduardo Cunha, além de presidir a Câmara dos Deputados, ainda comandou uma sessão através da qual o Legislativo autorizou o andamento do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT).

“Vejamos nós a gravidade que foi ter Eduardo Cunha presidente da Câmara, não só pelos vexames que provocou ao Brasil afora, não só pelos incômodos em todos os cidadãos lúcidos do Brasil, cidadãos e cidadãs, mas porque ele não administrou a Câmara com a grandeza que precisa ter alguém que comanda uma instituição daquela importância. Ele utilizou este um ano e três meses que esteve à frente da Câmara dos Deputados para promover uma implacável vingança contra aqueles que ele escolheu como os seus inimigos a serem destruídos”, comentou.

Para Othelino, Eduardo Cunha participou e liderou um grande complô na Câmara dos Deputados, que culminou com a votação que deu seguimento ao afastamento da presidente da República, Dilma Rosseff.

“Imaginemos que um gângster presidiu a sessão que autorizou o afastamento da presidente da República. Infelizmente, em forma tardia, mas não menos importante, agora o Supremo Tribunal Federal, através de uma decisão unilateral do mnistro Teori Zavascki, acalma de certa forma o país, que não vai ficar em paz diante dos acontecimentos que estão por vir, mas pelo menos corrige parcialmente essa distorção jurídica, política e moral que era Eduardo Cunha presidir a Câmara dos Deputados”, afirmou.

Othelino disse que o afastamento deveria ter sido feito pela Câmara dos Deputados. Segundo o parlamentar, os próprios deputados federais não deveriam ter permitido que ele continuasse todo esse tempo à frente daquela instituição, mas as manobras que o mesmo fez, as modificações no Conselho de Ética acabaram permitindo que ele permanecesse até agora.

“E foi preciso que o ministro do Supremo, apesar de ter demorado tanto a atender a solicitação do procurador geral da República, Rodrigo Janot, afastasse finalmente o deputado Eduardo Cunha da Presidência da Câmara. Então faço esse pronunciamento hoje para registrar um alívio momentâneo, porque hoje o Supremo, tardiamente, corrige um grande problema que o Brasil enfrentava, tirando da linha sucessória hoje o terceiro, que é o presidente da Câmara. Possivelmente, em alguns dias será o segundo. Na prática, seria o vice-presidente da República”, analisou.

Política maranhense em notas

Defesa da democracia em São Luís

naovaitergolpeO dia em que o golpe militar completa 52 anos foi marcado por manifestações em defesa democracia em todo país. Em São Luís, manifestantes se concentraram na Praça João Lisboa e seguiram até a Praça Deodoro em ato contra a tentativa de golpe, com o impeachment da presidente Dilma. 600 pessoas participaram do ato realizado no Centro, segundo a organização. A Polícia Militar informou que não vai divulgar os números.Aos gritos de “não vai ter golpe”, eles reivindicaram a permanência da presidente Dilma no mandato. O movimento é organizado por integrantes de movimentos sociais, estudantis e centrais sindicais.

Imperatriz contra o golpe

IMG-20160331-WA0102Em Imperatriz, o grito contra o golpe foi ainda mais intenso. Mais de 1,5 mil manifestantes se reuniram na Praça de Fátima.  Na valente cidade da região tocantina, as bandeiras vermelhas e do Brasil tremularam pedindo respeito à democracia. O professor Paulo Maciel, um dos organizadores do ato em Imperatriz, afirmou que é preciso lutar já que, “inconformada com os avanços sociais, uma minoria elitista, quer, de todas as formas desmoralizar um dos maiores símbolos da democracia brasileira: o voto, promovendo um golpe chamado de impeachment”.

Data histórica lembrada na Assembleia

othelino0703O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) aproveitou o dia 31 de março, aniversário do golpe militar no Brasil, para sair em defesa do estado democrático de direito no país, em um momento de grave crise institucional. “Não se pode cassar governo por impopularidade, pois quem faz isso é o povo nas urnas, assim como aconteceu no Maranhão, em 2014, quando a população resolveu dar um basta no domínio do grupo Sarney. Não se pode passar por cima da democracia”, frisou. O deputado recordou que, em 31 de março de 1964, o Brasil passou a viver uma das  páginas mais tristes da sua história com o golpe militar e as consequências mais danosas e mais graves possíveis para o país.

Mais um em defesa de Fernando Sarney

joaomarceloO Deputado Federal João Marcelo de Souza (PMDB-MA) é membro titular da  CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) instalada na última terça- feira (29) em Brasília, para investigar  denúncias envolvendo as entidades CBF e FIFA. No senado, o pai de João Marcelo, senador João Alberto (PMDB-MA) preside a CPI do futebol defendendo os interesses da CBF e, consequentemente, do vice-presidente da entidade, Fernando Sarney.

Tudo para última hora

sebastiaoalbuquerqueOs vereadores ainda sem partido na Câmara Municipal de São Luís deixarão mesmo para os 45 do segundo tempo a decisão. Ricardo Diniz (ex-PHS), Sebastião Albuquerque (ex-DEM), Bárbara Soeiro (ex-PMN) e Luciana Mendes (ex-PTdoB) não fecharam ainda com nenhuma legenda. Somente Estevão Aragão acertou com o PSB. O prazo encerra no sábado (2). Ou seja, restam dois dias para articular.

Chaguinhas e Rêgo ficam no PP

elizianemanoelchaguinhasDepois de terem anunciado que estavam se desfiliando do PP em virtude da filiação de Wellington do Curso, os vereadores Manoel Rêgo e Chaguinhas decidiram ficar no partido. Os dois esbravejaram e anunciaram que estavam de saída para um partido que apoiasse a pré-candidata Eliziane Gama. Mas o prazo estava encerrando e as portas de todas as legendas possíveis já estavam fechadas. Foi o jeito voltarem mansinhos. Os vereadores disseram que mesmo se Wellington for candidato a prefeito, irão fazer campanha para Gama. Será uma situação muito curiosa.

Fortalecimento do PCdoB é destaque na Assembleia Legislativa‏

Othelino destaca crescimento do PCdoB, que hoje tem a maior bancada da AL

Othelino destaca crescimento do PCdoB, que hoje tem a maior bancada da AL

A janela partidária que permite aos deputados mudarem de sigla fez o PCdoB do Maranhão se transformar na maior bancada da Assembleia Legislativa, com seis parlamentares no total. Além dos eleitos pelo partido – Othelino Neto, Marco Aurélio e Raimundo Cutrim – assinaram a ficha de filiação na última semana os deputados Levi Pontes (ex-SD), Francisca Primo (ex-PT) e Ana do Gás (ex-PRB).

Líder do maior Bloco da Assembleia Legislativa, Levi Pontes usou a tribuna da Casa para exaltar a adesão ao partido do governador Flávio Dino. Segundo o deputado, o ingresso no PCdoB foi motivado pela continuação do luta pela mudança no Maranhão, vivenciada após as eleições de 2014.

“Eu entro neste partido com o ânimo ampliado, e me posiciono sempre ao lado do partido da mudança, para trabalhar pelo fortalecimento diante de grande tarefa de melhorar os indicadores sociais e a vida dos maranhenses de modo geral”, enfatizou Levi Pontes.

Quem também se pronunciou sobre a mudança foi a ex-petista Francisca Primo. Ela agradeceu o PCdoB pelo convite, e destacou que continua em um partido que é da base da presidente Dilma Rousseff. “Então, eu não estou tão distante do partido. Eu estou saindo do PT, por isso que eu aceitei e estou aqui para somar no que for possível. Estamos aqui para aprender com o partido e também contribuir com nosso trabalho”, ressaltou a deputada.

Já Ana do Gás agradeceu a acolhida cumprimentando o governador Flávio Dino;  o presidente do Diretório Estadual do partido,  Márcio Jerry; e os deputados Othelino Neto, Professor Marco Aurélio e Raimundo Cutrim.

 “Tenho muita gratidão pelo PRB, além de muitos amigos, e o convite para integrar o quadro do PCdoB muito me honra, e quero reafirmar meu compromisso com meus eleitores, e agora colaborando com o governador Flávio Dino pelo povo do Maranhão”, declarou a deputada.

Deputados eleitos exaltam crescimento da bancada

Em pronunciamento, Othelino Neto realçou o crescimento do PCdoB no Maranhão com a chegada de mais três deputados. “Saibam que V. Exas entram em um partido que tem uma história importante no país, associada às boas causas nacionais, às lutas populares, às grandes causas da nação. O Partido Comunista do Brasil fica realmente muito orgulhoso e agora não seremos mais apenas eu, o deputado Cutrim e o deputado Marco Aurélio, agora somos uma bancada maior e mais robusta, não só eleitoralmente, mas também uma bancada que ganhou em qualidade”, disse Othelino Neto.

O deputado Marco Aurélio também frisou o crescimento do partido, que passou de um parlamentar na legislatura passada, para seis no atual momento. “Reforça mais ainda não só o PCdoB, mas todo esse nosso projeto, nosso campo politico, a bancada que dá sustentação ao governo Flávio Dino aqui na Assembleia, e, acima de tudo, nossos ideais de luta. Temos muito a aprender com cada parlamentar que está chegando e também muito a contribuir com toda história do partido que, em mais de 90 anos, tem essa marca forte das lutas populares”, completou.

Definida a Mesa Diretora 2017-2018; Ricardo Rios fica com a primeira secretaria

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Após muita discussão na sala da presidência da Assembleia Legislativa, foi fechada a Mesa Diretora que será aclamada para o biênio 2017-2018. O deputado Ricardo Rios forçou uma vaga na vice até que conseguiu ser eleito Primeiro secretário. A vaga do PMDB ficou mesmo com a deputada Nina Melo, que vai para a 4ª secretaria.

Confira a Mesa:

Presidente: Humberto Coutinho

1º vice-presidente: Othelino Neto

2º vice-presidente: Fábio Macedo

3º vice-presidente: Josemar de Maranhãozinho

4º vice-presidente: Adriano Sarney

1º secretário: Ricardo Rios

2º secretário: Stênio Resende

3º secretário: Zé Inácio

4º secretário: Nina Melo

Mudança de nomes de bens municipais só podem ser feitas por prefeitos

othelinoO deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que preside a comissão especial criada pela Assembleia Legislativa do Maranhão para fazer o levantamento de todos os bens públicos do estado com nomes de pessoas vivas, afirmou serem infundadas as críticas ao governador Flávio Dino em virtude de bens municipais com nomes de pessoas vivas.

Ao Blog Marrapá, Othelino afirmou que a comissão fez o trabalho na Assembleia e levantou os nomes de bens estaduais para serem modificados. Já praças, avenidas, ruas e mercados são de competência exclusiva dos Executivos Municipais. Assim como postos de saúde, escolas e creches administradas pelos municípios. Ou seja, cabe apenas aos prefeitos as mudanças.

Já os bens estaduais, permanecerão tendo os nomes de pessoas vivas trocados. Para o desespero dos defensores do culto a Sarney.

Deputados criticam pedido de impeachment da presidente Dilma

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Os deputados Othelino Neto (PCdoB), Zé Inácio (PT) e Fernando Furtado (PCdoB) criticaram, na sessão desta quinta-feira (3), a decisão do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, de acolher o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O primeiro a abordar o assunto, na tribuna, foi o deputado Othelino Neto, que iniciou seu discurso lamentando a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, por ter autorizado o início do processo de impeachment da presidente da República.

Para o deputado Othelino Neto, a atitude do presidente da Câmara dos Deputados teve o sentido de uma retaliação por ele não ter tido apoio dos deputados do PT na Comissão de Ética da Câmara Federal.

“Tratar a discussão do impeachment de uma Presidenta da República desta forma, que foi eleita pelo povo, como uma mera vingança, como uma troca por não ter feito um acordo político que pudesse salvar o deputado Eduardo Cunha diante das tão graves denúncias que ele responde foi, na realidade, um gesto de irresponsabilidade que apequenou o deputado Eduardo Cunha e que apequena a Câmara dos Deputados que em função de ser por ele representada”, afirmou Othelino Neto.

Ele acrescentou que ficou ainda mais surpreso quando o presidente da Câmara disse que deferiu o pedido de abertura de processo de impeachment ouvindo as vozes das ruas.

“Impopularidade não pode ser razão de afastamento de Presidente, de Governador ou de Prefeito. Um gestor pode estar impopular hoje e pode estar popular amanhã. A hora de medir e de resolver se um gestor deve continuar ou não é nas eleições. Então daqui a três anos o povo brasileiro terá a oportunidade de escolher um novo Presidente da República e, aí sim, vai poder escolher se quer continuar neste caminho ou se quer tomar outra direção”, afirmou Othelino, manifestando sua indignação e repúdio à decisão tomada pelo presidente da Câmara dos Deputados.

Em seu discurso, o deputado Zé Inácio criticou o pedido de impeachment, também fazendo críticas a declarações do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que deu declarações à imprensa defendendo o afastamento da presidente da República.

“Deixo aqui o meu ato de repúdio e também para mostrar que tem muitos que não se preocupam com o país. Os empresários que hoje defendem o impeachment não estão com um pingo de preocupação com o país”, afirmou Zé Inácio. Ele fez questão de citar a manifestação pública do governador Flávio Dino contra o impeachment.

“O governador Flávio Dino, que é advogado, é jurista, foi juiz federal, é professor da Universidade Federal do Maranhão, inclusive de Direito Constitucional, já se manifestou e está publicamente, no Portal Vermelho do PCdoB, a manifestação dele contra esse ato golpista. Dizendo que é inadmissível, que isso é uma violência contra a soberania popular. E, de forma muito acertada, ele disse que o impeachment, que é o que reza a Constituição, deriva de crime de responsabilidade, tipificado na Constituição, doloso e devidamente provado. Como não existe nada disso, é um verdadeiro absurdo e um ato contra o Estado Democrático de Direito”, ressaltou Zé Inácio.

Ao ocupar a tribuna, o deputado Fernando Furtado também criticou o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff: “É preciso ter responsabilidade. Não podemos neste momento querer tirar a presidente Dilma, criar um golpe em que onde temos experiência do passado, do golpe que foi feito no passado onde o país não teve sossego, não teve paz, não teve crescimento”.