Liderando todas as pesquisas, Eliziane é nome praticamente certo na disputa pelo Senado

A deputada federal Eliziane Gama tem números que impressionam governistas e sarneystas na disputa pelo Senado Federal. E é um poderio eleitoral que não deve ser desprezado.

Na formação da chapa de Flávio Dino, existe um grande paleo pela montagem com nomes mais jovens e a presença de mulher. A única com o perfil é justamente Eliziane, que além de agregar estes fatores, é a mais forte eleitoralmente. Seria um complemente perfeito para a chapa do comunista.

 A popular-socialista na recente pesquisa DataIlha aparece liderando com 19% de intenções de voto nos maiores colégios eleitorais do Maranhão. Uma grande distância para o segundo colocado Sarney filho (PV), com 10%.

Entre os governistas, a vantagem de Eliziane é ainda maior. Weverton Rocha, Zé Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão aparecem apenas com 7%.

Nas pesquisas do grupo Sarney, fizeram questão de esconder os números de Eliziane, que fica à frente até de Roseana Sarney para o Senado.

É um capital muito poderoso que o governador não irá desprezar.

Pesquisa da Difusora AM exclui nome de Eliziane para o Senado

Líder em todos os levantamentos que foi incluída, Eliziane é excluída da Escutec

Blog Marrapá – A rádio Difusora AM encomendou pesquisa eleitoral ao Instituto Escutec para analisar o cenário político de governador e senador em 2018. Apesar de liderar todas as pesquisas realizadas para o Senado e confirmar sua pré-candidatura, a deputada Eliziane Gama (PPS) foi ignorada pela emissora de Edinho Lobão (PMDB).

No Senado, os nomes incluídos foram: Sarney Filho (PV), Edison Lobão (PMDB), o próprio Edinho (PMDB), José Reinaldo Tavares (PSB), Waldir Maranhão (PTdoB) e Weverton Rocha (PDT).

Gama hoje é a favorita para ser eleita em 2018, caso seja confirmada como candidata. Além de possuir a menor rejeição e ser prioridade do seu partido (PPS), conta a favor da parlamentar a coerência em seu mandato. Aliada do governador Flávio Dino (PCdoB), está na disputa para integrar a chapa comunista em uma das duas vagas disponíveis ao Senado. Justamente o seu desempenho em pesquisas eleitorais anteriores a credenciaram. Mesmo assim, a Difusora optou por excluir Eliziane.

Para avaliação na disputa ao Palácio dos Leões foram incluídos: Flávio Dino (PCdoB), Roseana Sarney (PMDB) e Roberto Rocha (PSB). Outra mancada da emissora ao não verificar o nome de Mauro Jorge (Podemos), pré-candidata ao governo do Maranhão. A ex-prefeita de Lago da Pedra é nome certo na disputa eleitoral do próximo ano.

Ao ignorar Eliziane e Maura, o levantamento da Difusora perde sentido. Por estratégia ou erro, o fato é que a rádio cometeu enorme equivoco.

Pra ficar contra Dino, Rocha se alia até a Renan e critica a Lava Jato

Dois dias após o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Félix Fisher, atender pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e inocentar o governador Flávio Dino (PCdoB), o senador Roberto Rocha (PSB) fez um aparte ao discurso do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no Congresso Nacional para criticar a Operação Lava Jato e a decisão do procurador-geral Rodrigo Janot, que encerrou qualquer suspeita contra Dino.

“O governador do Maranhão foi denunciado, e, ontem, o procurador-geral da República pediu o arquivamento da sua denúncia”, disse o parlamentar maranhense.

Rocha, que chegou ao Senado escorado na chapa vitoriosa de Flávio Dino em 2014, rompeu com o atual governador um ano após ter assumido o cargo, e no ano passado declarou ter interesse em disputar o governo do Estado contra Dino em 2018.

Rival confesso do governador, uma investigação contra Dino no STJ seria uma das “armas” de Roberto Rocha para tentar depreciar a campanha de reeleição do comunista no próximo ano.

No Senado, Renan Calheiros criticou as decisões de Janot com a tese de que o procurador-geral da República age “com dois pesos e duas medidas” nas denúncias contra envolvidos na Lava Jato. A ira do peemedebista contra Janot não é à toa: Calheiros foi denunciado pela PGR ao Supremo Tribunal Federal na última sexta-feira (25), acusado de corrupção passiva e lavagem em esquema de recebimento de propina oriunda de contratos da Transpetro.

Ao entrar em sintonia com a narrativa de Renan, Roberto Rocha, também conhecido como “Asa de Avião”, dá sinais de que topará qualquer aliança para 2018 para tentar derrubar o opositor Dino nas próximas eleições. Mas a missão de Rocha é difícil. Ele não conta com apoio do próprio partido para o seu projeto eleitoral em 2018 e amarga alta rejeição popular entre os maranhenses.

A única saída possível para a candidatura de Rocha é uma aliança com o grupo Sarney e com o governo de Michel Temer (PMDB). No entanto, ventila-se uma possível candidatura de Roseana Sarney (PMDB). Caso isso ocorra, o senador Asa de Avião pode ver seu sonho de governar o Maranhão ainda mais distante da realidade.

Senado: pré-candidatura de Eliziane começa a ganhar força política

A pré-candidatura ao Senado da deputada federal Eliziane Gama (PPS), que já tem força de densidade eleitoral demonstrada nas pesquisas já divulgadas, começa agora a ganhar corpo também no meio político.

Eliziane esteve nesta terça-feira (1º) reunida com os prefeitos Romildo, de Tutóia, e Dr Cristino, de Araioses. O encontro foi promovido pelo secretário adjunto de Articulação Política, Ednaldo Neves.

Ednaldo é um membro importante do PCdoB e forte pré-candidato a deputado estadual. A manifestação de simpatia à pré-candidata a senadora do PPS dá um indicativo de reforço no meio político. O impulso que Eliziane precisava.

Waldir Maranhão inventa declaração de apoio de Lula

Blog do Garrone – Pré-candidato ao Senado, o deputado federal Waldir Maranhão (PP) resolveu inovar e criou a declaração de apoio sem declaração.

É isto mesmo, a declaração, sem declaração!

Nessa quinta-feira, ele divulgou em vários blogs da capital que Lula tinha declarado apoio à sua candidatura ao Senado durante encontro na sede do PT em São Paulo, sem, no entanto, apresentar nenhuma declaração do ex-presidente neste sentido.

Nenhuma frase sequer, um elogio, uma justificativa para convencer o eleitorado, nada.

Aliás, a matéria sobre a declaração, contraditoriamente condiciona esse possível apoio ao afirmar que o ex-presidente teria lhe convidado a se filiar ao PT para concorrer ao cargo em 2018.

Não se pode negar que Waldir Maranhão tem se aproximado de Lula desde o impeachment de Dilma Rousseff, quando ocupava interinamente a presidência da Câmara e tentou anular a votação, e depois atabalhoadamente voltou atrás, que deu prosseguimento ao afastamento da presidente petista em 2016.

Acompanhado de seu filho, Thiago Maranhão, da sua nora Mayanne, provavelmente também Maranhão, e do empresário Janderson Landim, o ex-reitor da UEMA bateu foto ao lado de Lula, para exibir e conquistar o eleitorado encantado com a sua amizade com o líder petista preferido da grande maioria dos maranhenses sobrevivente por graças do Bolsa Família.

O retrato servirá como uma espécie de santinho, no qual Lula não se negará em posar ao lado de outros candidatos alinhados ao campo progressista, ainda mais se ele conseguir vencer o golpe judicial e disputar a presidência no próximo ano.

Roberto Rocha é contra a Lava Jato?

Roberto Rocha ao lado de Lobão durante sabatina de Raquel Dogde

Durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado que analisou a indicação da subprocuradora Raquel Dodge para a chefia do Ministério Público Federal, o senador maranhense Roberto Rocha (PSB), relator da indicação, fez uma série de perguntas tendenciosas para a nova procuradora-geral da República.

O senador Asa de Avião, como é conhecido, questionou a imunidade penal concedida a delatores, em referência clara a Joesley Batista, empresário do grupo JBS, que teve direito ao benefício após ter sido o pivô das denúncias de corrupção contra o presidente Michel Temer (PMDB).

Rocha queria levantar para a nova procuradora-geral de República cortar. Dodge foi escolhida pelo governo Temer justamente para afundar a Lava Jato, que já vem sofrendo revezes com a diluição, pelo governo Temer, do núcleo de atuação da Polícia Federal.

Raquel Dodge disse que já fez uso do mecanismo em investigações antigas e não vê problema algum em negociar prêmios com criminosos que decidem colaborar com a Justiça. Mas defendeu que a imunidade penal não pode ser usada em “benefício de chefes de organizações criminosas”.

Apoiadores de Temer, como é o caso de Roberto Rocha, na tentativa de reverter as graves acusações contra o presidente, vêm alegando que Batista não poderia fazer acordo de delação porque seria o chefe da organização criminosa que denunciou.

Entretanto, o atual procurador-geral Rodrigo Janot já deixou claro que para ele o chefe da organização criminosa seria na verdade Temer.

Segundas intenções

Rocha, que vem seguindo à risca todas as manobras do esfacelado governo Temer, como por exemplo, votar a favor da Reforma Trabalhista, é contra a Lava Jato e contra as denúncias contra Temer.

Até a crise com o presidente estourar, Rocha seguia as diretrizes de Temer, sendo reconhecido como um dos principais apoiadores da gestão do pmdebista no Senado.

A intenção de Rocha em manter Temer na Presidência é simples: solitário e esquecido no Maranhão, Rocha espera contar pelo menos com o apoio de Temer na sua candidatura ao governo do Maranhão em 2018, quando ele terá que enfrentar a boa popularidade, do homem que o alçou ao cargo de senador em 2014, o atual governador Flávio Dino (PCdoB), reconhecido na atualidade como um dos melhores quadros políticos do país.

Senado: Flávio participa de culto e ouve preferência dos evangélicos por Eliziane

O governador Flávio Dino esteve na noite desta segunda-feira (3) no templo Central da Assembleia de Deus a convite do Pastor Coutinho, líder da igreja no Maranhão. Foi mais um convite feito pelo Pastor atendido pelo governador, mas com um diferencial: o fator Eliziane Gama.

Flávio fez uma explanação das ações do governo e anunciou projetos para área social e cultural em parceria com a igreja.

Já o Pastor Coutinho reafirmou a tese levantada pela igreja no Maranhão: o nome de Eliziane Gama para  Senado Federal na chapa do governador. É mais um movimento significativo. Também estavam no culto os deputados Levi Pontes e Cabo Campos, além do secretário de relações institucionais, Pastor Porto.

Eliziane diz que candidatura ao Senado será prioridade do seu partido

Eliziane Gama lidera as pesquisas para o senado federal em 2018. A deputada que muitos davam como carta fora do baralho para eleições majoritárias volta ao centro do debate para um cargo importante. Em entrevista ao programa Ponto Continuando, da Rádio Mais FM, Eliziane, falou da volta a uma disputa majoritária.

As pessoas falam que eu posso me candidatar a deputada estadual ou a governo. Não têm estas possibilidades. Eu sou deputada federal e o meu partido faz um debate com relação ao Senado. Esta é a opção que está sendo colocada. Naturalmente que uma candidatura ao Senado é majoritária e depende de uma decisão partidária, de unir forças neste sentido. O partido vai mandar fazer uma pesquisa e colocar o projeto de candidatura ao Senado como prioritário.

A deputada disse que está à disposição para o desafio do seu partido caso seja o Senado. Sobre esta possível candidatura ser na chapa do governador Flávio Dino, a pré-candidata afirmou que o PPS está no governo Flávio e seria uma honra ser candidata na chapa governista. “Todos sabem da minha relação respeitosa com o governador Flávio Dino. Eu o apoiei. Temos secretário do PPS que é o Pastor Porto. Então integramos a base. A decisão da candidatura vai desta conjuntura. Será uma honra para o PPS estar na chapa do governador Flávio Dino. Mas é um debate que será feito no momento convencional”.

A deputada disse que o próprio governador disse que os candidatos ao Senado serão aqueles que se viabilizarem. “Por isso, esta primeira etapa é conversar com aliados, com o povo. Entender o que a população quer. A população quer uma representatividade diferenciada”.

Roberto Rocha vota contra o trabalhador e contra o PSB

Na visão de Roberto Rocha, empregos só serão gerados se trabalhador perder direitos.

Mesmo com o PSB contrário às reformas do presidente Michel Temer e se declarando oposição, o senador maranhense Roberto Rocha votou a favor do tema na Comissão de Constituição e Justiça. Foi uma dupla vergonha para o Maranhão já que a Comissão é presidida pelo senador Edison Lobão.

Foram 16 votos a favor e 9 contra o relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Até senadores do partido de Michel Temer ficaram reticentes com a proposta que chegou do Poder Executivo. A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) chegou a se animar com um acordo por mudanças na lei mas não confiava por não ter assinatura do presidente Michel Temer, mas apenas de senadores.

Já Roberto Rocha não fez cerimônia e defendeu com unhas e dentes as reformas de Temer. “Estamos falando de uma lei que tem um século. Ouço muito falar aqui em direitos que estamos arrancando das pessoas. Mas qual é a maior obra social que pode existir? É o emprego. E esse é o pano de fundo da proposta: reduzir o custo do trabalho e permitir que pelo menos 65% dos brasileiros possam trabalhar”, afirmou Rocha.

Vejamos. As convenções e acordos coletivos passam a valer mais do que as leis. A CLT que servia justamente para proteger o lado do mais fraco, o do empregado, vale mais e as relações serão altamente injustas para o empregado. A jornada de trabalho poderá ser negociada.Gestantes e mães amamentando poderão trabalhar em locais insalubres. Acordos podem trocar dias de feriados.

Não, senador. O maior obra social não é o emprego pelo emprego. A subsistência a níveis de escravidão. É a dignidade do trabalho e a distribuição mais justa da renda. A corrupção e a irredutibilidade do lucro exagerado são problema do caos econômico, não o trabalhador.

Além da CCJ, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) deu parecer favorável ao texto. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) decidiu pela rejeição do projeto. O texto agora vai para o plenário.

João Alberto está fora da disputa pela reeleição em troca de votos para João Marcelo

Blog do Jorge Vieira – O senador João Alberto de Sousa, diante da repercussão da exclusão do seu nome da pesquisa encomendada junto ao Instituto Escutec para o Senado, disse aos mais próximos que a não inclusão se deu a seu pedido porque não tem mais a menor disposição de continuar em Brasília. “Estou cansado da capital federal”, disse o presidente do Conselho de Ética do Senado ao interlocutor.

Fiel escudeiro da família Sarney, o senador deixou claro que não pretende disputar a reeleição e que somente voltará a ser candidato se for uma imposição do grupo. João Alberto adiantou ainda que seu projeto para 2018 é lutar pela reeleição do filho deputado federal João Marcelo (PMDB), por isso teria pedido para não incluir seu nome na pesquisa apresentada pelo Escutec.

Diante das declarações do senador, presidente licenciado do diretório estadual PMDB, tudo indica que ele foi convencido a apoiar a pré-candidatura do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, em troca dos seus redutos eleitorais para João Marcelo.