Julião Amim: “ninguém trabalhou mais nesse partido do que eu”

Julião Amim: falta pouco para se confirmar como presidente do PDT-MA.

Já é dado como “favas contadas” o nome de Julião Amim para assumir o comando do PDT maranhense. Por questão de diplomacia, ele insiste em negar que já esteja acertado que ele assumirá o comando da legenda, que está sem presidente desde que expirou o prazo da Comissão provisória presidida por Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago.

Alegando que não veta o nome de nenhum pedetista, mas também não aceita seu nome vetado, Julião afirma que seus serviços prestados ao PDT o legitimam para assumir o comando da legenda. “Temos mais de 25 anos de partido, sempre leal aos nossos princípios. Além de ser militante do partido, tenho militância sindical e também como advogado estive a serviço desta agremiação. Ninguém trabalhou mais nesse partido do que eu. Pode ter trabalhado igual, mas não mais”, afirmou.

Sobre a reistência dos chamados “históricos” do partido, Julião afirma que a divisão e as disputas são naturais na busca de espaço. “Essa resistência é natural por busca de espaço. Você não agrada todo mundo. Quando você almeja um cargo, outras pessoas também almejam e se acham legítimas. Mas é preciso ver a conjuntura. A história que a pessoa tem no partido. A resistência ao nosso nome não é pela nossa história, mas pela busca de espaço”.

Outro assunto que agita os bastidores da legenda é o “burburinho” de que os históricos querem indicar Edison Vidigal como pré-candidato a prefeito de São Luís pelo PDT. Julião não quiz rechaçar a possibilidade, mas disse que apesar de ser um bom quadro, Vidigla não tem história dentro da legenda. Além de considerar um problema o partido lançar candidatura própria tendo vários representantes dentro da administração João Castelo.

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