Sondagem a Washington demonstra fragilidade da candidatura de Max

Os murmurinhos de que o vice-governador Washington Oliveira (PT) seria candidato a prefeito de São Luís demonstram que o grupo Sarney está realmente em busca de uma alternativa para a sucessão municipal, uma vez que o secretário de Infraestrutura Max Barros (PMDB) não anda empolgando nem nas pesquisas encomendadas pelo grupo.

 A discussão surgiu após a manchete de O Imparcial de sábado (31/12) garantindo que o PT não abriria mão da candidatura própria. O PMDB que não quer perder a parceria, que iria garantir um bom tempo de propaganda eleitoral na televisão, começou a sondar Washington pela candidatura.  

 Mas o nome de Washington foi ventilado apenas para ver as reações. Dificilmente, ele será o candidato, até porque sofrerá com o mesmo problema de Max e não irá engrenar. Mas o nome colocado mostra a ainda incerta candidatura Roseanista a prefeitura de São Luís. Max foi dado praticamente como candidato antecipado desde julho de 2011, mas hoje, ele mesmo já fala que “o nome está à disposição, mas que a decisão é do grupo”, já admitindo abrir mão da candidatura.

 Fontes do PT garantem que o nome de Washington não havia sido cogitado dentro da legenda como pré-candidato. O próprio vice-governador disse que ainda teria que conversar com o partido sobre a possibilidade.

 Mas o dilema para uma dobradinha PT-PMDB segue: tanto Max, quanto Washiongton não parecem com consistência eleitoral para brigar pela prefeitura. É a força da máquina do Estado, apoio do governo federal, tempo de propaganda, mas sem o apelo emocional do eleitor.

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