Dia histórico: firmada parceria entre prefeitura e governo para asfaltamento em São Luís

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O dia 16 de abril de 2015 será marcado pela assinatura do convênio que dá a largada para obras da prefeitura de São Luís em consonância com o governo do estado. Uma união de forças para recuperar as décadas de tempo perdido em que governo sabotava o poder municipal.

Serão investidos R$ 20,6 milhões em requalificação de aproximadamente 120 quilômetros de vias urbanas da capital maranhense. O convênio foi assinado na manhã desta quinta-feira (16) pelo prefeito Edivaldo e o governador Flávio Dino. Os serviços de recapeamento asfáltico serão realizados em 296 ruas e avenidas, beneficiando dezessete bairros da capital. Foram priorizadas pelo convênio as vias que são corredores de transporte público.

A parceria institucional entre Prefeitura de São Luís e governo do Estado integra as ações do programa estadual Mais Asfalto. Do montante investido, R$ 581.522,70 mil serão recursos da contrapartida municipal.

Serão utilizadas aproximadamente 63 mil toneladas de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) na realização do serviço de recapeamento. O CBUQ é um asfalto de qualidade elevada. O prazo de execução do convênio é de 180 dias.

As obras serão realizadas no bairros Vila Embratel, Anjo da Guarda, São Raimundo, Vila Bacanga, Vila Isabel, Vila Ariri, Vila São Luís, Vilas Mauro Fecury I, Vila Mauro Fecury II, Alto da Esperança, Cidade Operária, Cohab, João de Deus, São Bernardo, Vila Luizão, Coroadinho e Vila Nova República.

2 pensou em “Dia histórico: firmada parceria entre prefeitura e governo para asfaltamento em São Luís

  1. Eu vi a lista dos bairros que serão atentidos… infelizmente não atinge metade da necessidade da cidade.
    Os projetos de interligação interbairros foi para a gaveta!
    Pelo menos façam as calçadas e nivelem o alsfalto para não criar poças, pois em todas essas obras o pedestre é esquecido.

  2. Isso ai não vai resolver nem 20% do problema. A cidade está um caos. E, infelizmente (porque votei nele), Edvaldo tardou. Essa estratégia de desaparecer nos dois primeiros anos e querer trabalhar nos dois últimos está batida demais. Esperou demais. O povo depositou expectativa nele, por achar que rompendo com o clã, tudo melhoraria. Tomou na cara! A revolta está tanta que muito dificilmente Edvaldo conseguirá se reeleger. Não imaginei que ele fosse ser marionete do pai. É bom correr contra o tempo e tentar recuperar a confiança, pois não será fácil.

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