Othelino diz esperar que Roberto Rocha seja fiel aos seus aliados

avessoO entrevistado do programa Avesso, da TV Guará,  de terça-feira (14) foi o vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB). Ele falou sobre as movimentações em torno da CPI da Saúde e analisou o cenário político com vistas às eleições municipais, sobretudo, em São Luís, onde garantiu que estará em sintonia com o PCdoB e com as alianças firmadas pela manutenção da coerência política.

Sobre as recentes movimentações visando à sucessão municipal, Othelino foi cauteloso e defendeu uma coerência política em torno das alianças e/ou candidaturas que surgirem do grupo político do qual faz parte. Durante a entrevista, o deputado reiterou que a tendência do PCdoB é de se manter na coligação do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr, que é natural pré-candidato à reeleição, e, desta forma, acompanhará o seu partido.

Por diversas vezes, Othelino foi questionado na entrevista sobre uma possível candidatura do senador Roberto Rocha (PSB) à Prefeitura de São Luís. Em todas as respostas, o parlamentar frisou que o respeita muito, que o mesmo tem o direito de pleitear isso, que o ex vice-prefeito tem qualificações, mas que acredita que ele será fiel aos seus aliados. Porém, o deputado disse que, se por ventura, o pessebista for mesmo para a disputa, desta vez, infelizmente, não contará com o seu apoio, frisando que já votou no aliado por diversas vezes, mas que, em 2016, acompanhará a decisão de seu partido e grupo político.

“O senador Roberto Rocha tem que cumprir um compromisso com o povo do Maranhão que é exercer bem o mandato de senador; é isso que nós que votamos nele esperamos: que ele faça um bom mandato de senador”, comentou em um momento da entrevista.

Othelino disse acreditar que o senador Roberto Rocha vai ser fiel àquilo que se propôs e, principalmente, naquilo que o povo do Maranhão acreditou. “O senador Roberto Rocha foi eleito numa ampla coligação; o governador Flávio Dino foi decisivo na eleição dele. No final da campanha, passou a se dedicar mais à eleição de senador do que à dele próprio”, lembrou.

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