Mais de 2500 detentos trabalham normalmente na fabricação de blocos de concreto para o Rua Digna

Contrariando a vontade da oligarquia Sarney, a produção de blocos de cimento por internos do sistema prisional continua a todo vapor no Maranhão. Ao todo, são mais de 170 oficinas de trabalho abertas, no últimos dois anos pelo Governo do Estado, nas quais mais de 2.500 detentos trabalham diariamente, conforme a legislação prisional vigente.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) esclareceu que nenhuma das fábricas de blocos de concreto e meio fio, em funcionamento nas unidades prisionais do Maranhão, deixou de produzir as peças que abastecem ao programa ‘Rua Digna’, por falta de pagamento à empresa Global.

A gestão prisional informou ainda que, apesar do atraso na entrega de insumos – causado exclusivamente pelo fato de a referida empresa ter trocado seu fornecedor -, o estoque de materiais das unidades prisionais suportaram o desfalque provisório.

As viúvas do sarneyzismo só podem estar com saudades dos tempos em que detentos jogavam bola com cabeças que eram decapitadas nas unidades prisionais do Maranhão. Essa triste realidade ficou para trás e deu lugar a um espaço de ressocialização com trabalho e dignidade.

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