Weverton na mosca ao mostrar a prepotência de Zé Reinaldo

O deputado federal e pré-candidato a senador Weverton Rocha (PDT) deu uma verdadeira aula ao colega Zé Reinaldo (sem partido) de como ele poderia ser o segundo nome na chapa de Flávio Dino (PCdoB) ao Senado. O ensinamento do presidente do PDT ocorreu durante o ato “#SomosFlávioDino” realizado na última sexta-feira, em Imperatriz.

“O Flávio, sentado na cadeira de governador, deixou jovens como Weverton, que saiu daqui de Imperatriz sem ter pai ou mãe empresário, nem da politica tradicional, sonhar em realizar encontros e agregar forças, rodar pelo Maranhão e se viabilizar como candidato”, ressaltou Rocha.

Ele enfatizou que, em momento algum, o governador usou a caneta e a força do Palácio dos Leões para deixar de permitir um jovem sonhar e chegar aonde ele quisesse chegar.

“Por isso, ninguém rompe contigo, Flávio, se não for por entender que todos têm oportunidade de ser alguma coisa no teu grupo. Basta rodar pelo Maranhão, se viabilizar e trabalhar. A época da indicação, a época de cima para baixo, a época do coronelismo, acabou. E o Flávio disse lá atrás: ‘ele não é chefe, ele é líder’”, sublinhou Weverton Rocha.

A fala do primeiro pré-candidato ao Senado da chapa Flávio Dino é uma verdadeira lição do que Zé Reinaldo deveria ter feito para se viabilizar como segundo nome do grupo. Precipitado, o ex-governador acabou rompendo com o grupo do governador por pura birra.

 

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  1. Zé Reinaldo está falando em atraso do Maranhão, porém, esqueceu que ele próprio contribuiu para tal atraso, desde os tempos que ocupou os seguintes cargos: foi diretor do Departamento de Estradas e Rodagem (DER-MA), Superintendente da Novacap, Secretário de Viação e Obras do Distrito Federal, diretor-presidente do Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS), superintendente da Sudene, superintendente de Desenvolvimento do Nordeste, ministro dos Transportes (1986 a 1990), deputado federal de 1990 a 1994, secretário de Infra-Estrutura do estado do Maranhão, vice-governador do Maranhão (1995-1998) e governador do Maranhão. É muita cara de pau.

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