Camilo Capiberibe diz que Sarney deixou o Amapá com medo de derrota

Blog do Jorge Vieira – O ex-governador do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), a propósito da transferência do domicílio eleitoral do ex-presidente José Sarney (MDB) do Amapá para o Maranhão, onde a mais de duas décadas não participa de eleição como candidato, se deve exclusivamente à certeza da derrota, caso resolvesse concorrer a mais um mandato de senador pelo ex-território transformado por ele em Estado e por onde vinha se reelegendo.

Segundo Camilo, o ex-senador “José Sarney deixou o Amapá por ter absoluta certeza que aqui não teria mais nenhum vitória eleitoral”. O ex-governador amapaense lembra que em 2014 depois de um histórico “fora Sarney”, o ex-presidente anunciou que não mais disputaria o Senado.

Sarney, conforme especula-se nos bastidores da sucessão estadual, Sarney retornar ao Maranhão com a missão de injetar ânimo na pré-candidatura da filha Roseana, que se mostra desanimada e temerosa em colocar a campanha nas ruas e ser humilhada pelas urnas, conforme ocorreu nos dois últimos pleitos majoritário.

Uma ideia sobre “Camilo Capiberibe diz que Sarney deixou o Amapá com medo de derrota

  1. Sarney que colocou o Amapá no mapa.
    Dificilmente ouviremos falar de novo de Amapá.
    E no caso do Maranhão temos uma candidata ao senado que vem do segmento evangélico tentando conquistar a preferência de outros para sua candidatura.
    Mas não nos esqueçamos que ela é uma candidata para aumentar a bancada evangélica e com isso reforçar as pautas retrógradas e reacionárias da sociedade brasileira, principalmente barrar as conquistas do segmento GAY da sociedade brasileira, ser contra a adoção por casais GAYS e o casamento de pessoas do mesmo sexo, o uso do nome social as pessoas transgêneros, cirurgia de resignação sexual, criminalizar a troca de carícias entre pessoas do mesmo sexo em público. Será contra a descriminalização do uso de drogas, aborto, pautas que reforçam a submissão da mulher. E a favor de mais benefícios e verbas públicas às igrejas evangélicas ao invés de se destinar recursos em favor das crianças a inclusão no mercado de trabalho do segmento LGBT.
    O que é incongruênte é essa candidatura ser defendida por pessoas que sabem que essa candidata é assim mesmo, tentando ser light, mas não espere nada em favor dos GAYS, muito pelo contrário.

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