Poderes resolvem tomar medidas mais rígidas no setor privado e serviço público remoto

Após a reunião ocorrida no Palácio dos Leões com os prefeitos da Ilha de São Luís e representantes dos três poderes estaduais, TCE, MP e defensoria pública, ficou acordado que medidas mais rígidas serão tomadas contra o avanço da covid-19 no Maranhão.

Entre as novas medidas, estão a suspensão do serviço público presencial, expansão das linhas de ônibus, restrição a eventos festivos e reforço à fiscalização. As ações terão efeito pelos próximos dez dias.

Flávio Dino ouviu as demandas de cada município, dialogou com os representantes dos poderes e apresentou o cenário atual, com dados, mostrando crescimento na ocupação dos leitos e aumento da taxa de contágio do coronavírus no Maranhão.

“Estamos descartando a possibilidade de nesse momento haver um lockdown total. O que faremos é uma edição de normas com restrições de certas atividades, inicialmente pelo período de 10 dias, como restrições de grandes aglomerações, eventos que envolvam muitas pessoas, eventos festivos”, disse o governador.

O chefe do executivo anunciou ainda que serão intensificadas as fiscalizações, com novas restrições, após reunião com o setor empresarial que acontecerá na terça-feira (2). O novo decreto será editado após a reunião com o setor empresarial.

O presidente da Famem destacou a importância de adotar medidas mais severas para conter o avanço da Covid-19 Maranhão. Ele ainda defendeu uma medida mais extrema caso a situação se agrave e for necessário.  “Devido o grande número de vidas que se perderam, a federação dos municípios estava quase pedindo o lockdown. Mas em diálogo e bom acordo, vamos ter medidas mais severas. E se a situação agravar, precisaremos recorrer ao bloqueio total”, disse.

Além do presidente da Famem, estiveram presentes o Defensor Público geral, Alberto Pessoa Bastos; o procurador-geral de justiça, Eduardo Nicolau; os prefeitos Eduardo Braide (São Luís), Dr. Julinho (São José de Ribamar), Paula Azevedo (Paço do Lumiar), Eudes Sampaio (Raposa); o vice-prefeito de Raposa, Márcio Greik; o superintendente do Hospital Universitário da UFMA, Joyce Santos; a sub-secretária de Saúde, Karla Trindade; o presidente da EMSERH,  Marcos Grande; o presidente do TJ, Lourival Serejo; o diretor geral do TJ, Mario Lobão; o vice-presidente do TCE, Washington Oliveira; o presidente da ALEMA, deputado Othelino Neto; o secretário adjunto de Comunicação de São Luís, Igor Almeida; o procurador do município de Paço do Lumiar, Adolfo Fonseca; e os secretários de Estado, Carlos Lula (Saúde), Marcelo Tavares (Casa Civil), Simplício Araújo (Industria e Comércio), Ricardo Cappelli (Comunicação), Marcos Pacheco (Políticas Públicas), Márcio Jerry (SECID) e Diego Galdino (Governo).

1 pensou em “Poderes resolvem tomar medidas mais rígidas no setor privado e serviço público remoto

  1. A situação tá caótica e esse governador com “medinho” de decidir implantar medidas realmente drásticas, vem querer suspender atividades só a partir do dia 8 e só por 10 dias????
    Deveria ser IMEDIATO.
    As autoridades defendendo o comércio??? E, a vida, não tem valor nenhum????

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