O interesse público e a solidariedade ludovicense prevaleceram

Depósito do Socorrão agora está abastecido.

Muita reclamação de setores da mídia por conta da atitude tomada pelo diretor do Socorrão, Yglésio Moysses, que via Facebook, iniciou uma campanha pedindo alimentos para abastecer o hospital. O episódio serviu ainda para reforçar a confiança da população da capital na gestão de Edivaldo Holanda Jr (PTC), pois se não houvesse confiança de que a situação realmente era emergencial e insolúvel pela administração no momento, não haveriam doações. Mas, pelo contrário, em um único dia, o hospital conseguiu arrecadar doações suficientes para garantir a alimentação de todos os pacientes para todo o fim de semana.

Chegaram a falar em “crime hediondo”, “bitributação”. Ora, até agora ninguém demonstrou que exista algo na legislação que proíba doações para uma instituição público, não havendo nenhum crime. Como se pode falar em bitributação? Os tributos estão previstos em lei e são obrigatórios a quem é devido, nunca opcionais. Uma doação dá quem quer e pode.

Não se abre precedente nenhum, pois ninguém doaria combustível, asfalto. Não tem nenhuma relação com as doações de alimentos para pessoas hospitalizadas, que já sofrem com a doença e ainda sofreriam com fome.

Até porque doação na esfera pública não é nenhuma novidade em São Luís. É muito comum pais doarem materiais que faltam em escolas municipais ou doarem materiais de construção por algum problema estrutural ou de reparo urgente. Na administração anterior, um pai chegou a levar uma resma de papel para uma escola da capital porque não conseguiu pegar

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