Edivaldo é aclamado candidato e vice continua em aberto

IMG-20160730-WA0017Uma grande festa oficializou a candidatura do prefeito Edivaldo Holanda Júnior à reeleição durante a convenção dos partidos aliados na Batuque Brasil. O prefeito fez um discurso forte conclamando a militância para que São Luís continue no caminho. Além dos vários candidatos a vereador dos partido, se destacaram no ato o presidente do PDT, Weverton Rocha, e o presidente do PCdoB, Márcio Jerry.

Edivaldo ressaltou o projeto político do campo aliado ao governador Flávio Dino, para 2016 e 2018. “O projeto desses partidos que aqui estão continua firme e vamos junto em 2018. Vencemos em 2012, assumimos uma administração muito desfavorável e partimos para arrumar a casa e implantar as mudanças passo a passo, agora estamos colhendo os frutos dessa parceria com o Governo do Estado que nos permitiu reestruturar a cidade”, afirmou.

A grande expectativa do dia era sobre quem seria o vice na chapa do prefeito. O posto continua em aberto. Mas agora, o favoritismo está entre indicação do PSB e do PCdoB. O detalhe é que o PSB não participou. Até porque a convenção do partido está marcada para dia 5 de agosto.

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Vereadores pressionam Wellington do Curso por coligação

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Vereadores pressionam: Wellington tem que conseguir partido para coligar

Os vereadores e pré-candidatos do Partido Progressista estão extremamente preocupados com a situação do partido na eleição proporcional. Por enquanto, o PP tem pré-candidato a prefeito e nenhum partido até agora foi atraído para o projeto de Wellington do Curso.

Em reunião no Curso Wellington nesta segunda-feira (25) a discussão foi ríspida entre o pré-candidato e o vereador Francisco Chaguinhas, que cobrou alianças para coligação proporcional. Chaguinhas disse que não entende como um pré-candidato em terceiro lugar e que vence todos os adversários no segundo turno não atrai ninguém para coligar.

A pressão em Wellington é grande. O PP tem três vereadores de mandato: Chaguinhas, Manoel Rêgo e Luciana Mendes. Além deles, o filho do vereador Nato (PRP), Nato Júnior, pode ser candidato pelo PP caso o vereador do Coroadinho não seja candidato. A forte concorrência tem feito os vereadores pressionarem por uma coligação que alivie a situação.

Caso não consiga coligar, Wellington terá menos tempo de TV do que Fábio Câmara, se Fábio for candidato. Uma vergonha para o pré-candidato que teria o potencial de chegar no segundo turno.

Pacto com Roseana

Desesperado por uma coligação forte, Wellington procurou a ex-governadora Roseana Sarney e lhe ofereceu fidelidade em busca do apoio do PMDB ao seu projeto. Roseana aceitou a proposta e força para que Fábio Câmara abdique da candidatura e o PMDB vá com Wellington do Curso.

O problema é que Roseana não tem o partido na mão e os caciques peemdebistas estão divididos. Nem Fábio Câmara obedece à ex-governadora e reafirma que não irá retirar a pré-candidatura.

 

Gastão Vieira diz que PROS é da base do governo Flávio

gastaovieiraO ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira, assumiu o comando do PROS no Maranhão. O ex-sarneysta garantiu ao titular do Blog que o partido que estava na chapa de Flávio Dino nas eleições de 2014 permanece na base.

“O PROS não será oposição ao governo. O partido estava na chapa do governo e não tem motivos para ser oposição agora”, afirmou.

O ex-ministro do Turismo costurou a filiação e comando do partido com o ministro da Educação, Cid Gomes, líder nacional do PROS. Assim, atropelou o ex-presidente da legenda no Maranhão, Zé Vieira. Questionado sobre como ficou o ex-prefeito de Bacabal, Vieira diz que ele deixou o partido, mesmo contra a vontade do atual presidente. “Ele saiu. Queria que ele permanecesse, mas foi a vontade dele”.

Sobre concorrer à prefeitura de São Luís em 2016, Gastão deu apenas um sorriso e não quis entrar em muitos detalhes. “Vou passar três meses de ‘recesso’. Depois vamos ver a conjuntura e começar a traçar a estratégia de 2016”.

Mesmo tendo concorrido a senador nas eleições de 2014 pela chapa do candidato Edinho Lobão, Vieira acena aproximação com o atual governo desde o final das eleições. O controle do PROS foi mais um passo para tentar a aproximação.