Carlos Lula fala sobre doses da nova vacina Janssen

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, concedeu uma entrevista ao programa Ponto Continuando e falou sobre as doses da nova vacina Janssen.

O Brasil receberá mais 3 milhões de doses da vacina Janssen, da farmacêutica da Johnson & Johnson, ainda neste mês de junho.

Segundos os estudos, a vacina da Janssen tem eficácia de 66% na proteção de casos moderados e graves da Covid-19. Resultado foi divulgado pelo laboratório Jonhson & Johnson em janeiro.

O secretário ressaltou que a princípio a cobertura é apenas para a capital, mas que a ideia da SES é distribuir para outras cidades maranhenses.

Lula disse que ainda não tem um número exato que o Maranhão irá receber. Segundo ele, a validade é até dia 27 de julho. Ele explicou que pelo ritmo da vacinação a equipe consegue utilizar todas as doses. Ele acredita que o Arraial da Vacinação irá acelerar ainda mais o processo de vacinação das pessoas.

Carlos enfatizou que o Arraial dos Namorados começa nesta sexta-feira às 19h e vai até domingo às 12h, para pessoas com 29 anos ou mais, no Pátio Norte.

“Não é necessário fazer cadastro, mas você deve levar documento com foto, cartão do sus, cartão de vacinação e comprovante de residência”, disse.

Bira convida Carlos Lula para o PSB

O secretário Carlos Lula foi convidado pelo deputado federal Bira do Pindaré (PSB), no Twitter, para filiar-se ao Partido Socialista Brasileiro, PSB.

“Carlos Lula é um excelente quadro, tem feito trabalho importante no combate à pandemia, é alinhado com nossas lutas e a vinda dele fortalecerá o nosso Partido”, disse.

Segundo o deputado, Lula recebeu o convite “com muita simpatia” e “estão conversando a respeito”.

Carlos Lula descarta suspeita de transmissão local da variante indiana no Maranhão

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, destacou a suspeita de transmissão local da variante indiana no Maranhão.

“Foram rastreadas e testadas 147 pessoas, das quais 6 testaram positivo para Covid-19 e tiveram amostras enviadas ao IEC. Após análise, o Instituto detectou a P.1 como variante das amostras”, disse o secretário.

No último sábado (22), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse em entrevista à CNN que não havia indicativo de transmissão local da chamada cepa originária da Índia e detalhou as ações do estado para impedir que a variante do coronavírus se espalhe.

Entenda o caso

Na última semana um navio vindo da Malásia foi proibido de atracar na costa do estado após a identificação dessa cepa em seis tripulantes. Um deles, indiano, foi transferido para um hospital na capital São Luís.

Carlos Lula reúne com secretários de saúde da Grande Ilha e define grupo para vacinação com novas doses da Covid-19

O secretário da Saúde do Estado, Carlos Lula, convocou os secretários municipais de São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar para definir o público-alvo e as estratégias de imunização da população que faz parte da Grande Ilha.

São 300 mil doses de Astrazeneca para vacinar até 20% da população da Ilha. “A partir desta terça-feira (25), os municípios de São Luís, Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa receberão as doses que vão nos permitir acelerar o processo de imunização. Nesta reunião, pudemos decidir o público que vai ser beneficiado inicialmente e as estratégias para realizar essa imunização. O importante é vacinar mais e mais rápido, além de estarmos todos unidos com um objetivo só, cuidar das pessoas”, avaliou o secretário Carlos Lula.

Os secretários definiram a vacinação de acordo com o Programa Nacional de Imunizações. Serão beneficiados trabalhadores da indústria, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, além de pessoas com deficiência, a partir de 45 anos.

Carlos Lula diz que navio não passou pela Índia e chance de nova variante é muito pequena

Nesta segunda-feira, 17, o secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, concedeu uma entrevista ao programa Ponto Continuando, da Rádio Educadora AM e falou sobre vacinação, casos de covid-19 e CPI no Senado.

Sobre o caso do navio “Mv Shandong da Zhi”, que foi fretado pela Vale para transportar minério de ferro e está ancorado na costa maranhense. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que um homem de nacionalidade indiana, de 54 anos, foi internado em um hospital da rede privada de São Luís com sintomas do novo coronavírus (Covid-19). Lula disse que a equipe da Secretaria está acompanhando o caso e que cabe a Anvisa fiscalizar os portos, mas que a SES se colocou à disposição.

Segundo ele, a pessoa foi insolada e está em observação. Ele explicou que o navio não veio da Índia, portando, está desacatada essa variante.

As informações são da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que atualizou os números após outros 12 tripulantes testarem positivo para a doença dentro do navio. A SES também informou que todos estão sem sintomas e seguem isolados dentro da embarcação.

Os outros três tripulantes apresentaram sintomas e foram internados no Hospital UDI, em São Luís. Eles estão em uma ala separada e isolados. O quadro de saúde deles é estável.

Sobre a vacinação, Lula disse que solicitaram ao Ministério Público a liberação da vacinação para pessoas abaixo de 60 anos, por meio de seus planos de saúde.

O gestor disse que a vacina Astrazema é reconhecida pela Anvisa e Ministério da Saúde e explicou que a probabilidade de desenvolver trombose é mínima. “Não vacinar não é um ato contra você, mas um ato contra a sociedade”, disse o secretário de Saúde.

Questionado sobre o apagão das vacinas, Lula disse que as próximas semanas serão difíceis em relação a vacinação. Para ele, a postura irracional do presidente Jair Bolsonaro tem dificultado a aquisição de doses de vacinas. Os estados tem recebido doses mínimas em comparação a necessidade.

Em relação aos casos e óbitos de Covid-19, o Governo do Estado tem mantido a estrutura de hospitais de campanha. O secretário afirmou que é ilusão sobre a diminuição, que apenas foi estabilizado. Segundo ele, ainda existe um número alto de casos no estado.

“A CPI ainda vai dar uma dor de cabeça para o governo federal”, disse o secretário de Saúde do Maranhão sobre a CPI do Senado da Covid-19. Para ele, o fundamental da comissão é esclarecer os fatos durante a pandemia.

Carlos Lula aponta preocupação com escassez de vacinas após ataque à China

Em entrevista à CNN Brasil nesta segunda-feira (10), o secretário de Saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Eduardo Lula, fez um alerta sobre os impactos das falas de Jair Bolsonaro (sem partido) no processo de vacinação contra a Covid-19 no país e esboçou preocupação com a iminente escassez dos imunizantes.

Com falta de doses já identificadas em ao menos 12 capitais, a tendência é de que o quadro se agrave ainda mais nos próximos meses de acordo com Lula.

“Infelizmente isso ainda pode piorar nas próximas semanas. A gente acredita que a partir de julho devemos acelerar o processo de vacinação, mas, até lá, teremos muitos problemas”, disse à emissora.

Efeito adverso do novo ataque à China

A maior preocupação se dá em relação aos atrasos na exportação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), principal insumo para a produção das vacinas Coronavac e de Oxford/AstraZeneca. Segundo ele, as falas do presidente sobre a China, na semana passada, causaram “muita preocupação”, já que o país é “o principal fornecedor de insumos para os imunizantes.”

Carlos Lula também lamentou o momento em que a CPI da Pandemia foi instalada, embora entenda os motivos para que ela ocorra.

Foco na CPI e não na Covid-19

Em sua fala, o presidente do Conass também lamentou que o principal foco do ministério da Saúde esteja na defesa do governo diante do avanço da CPI da Covid-19 do que no enfrentamento da pandemia.

“O que a gente sentiu é que a intensificação da disputa na CPI desfoca o Ministério da Saúde. Boa parte das decisões que poderiam ter sido tomadas na semana passada se perdeu diante dos holofotes jogados à Comissão.”

Terceira onda seria um desastre, diz Lula

Como forma de conter a expansão do vírus, Lula defendeu a instalação de barreiras sanitárias em portos e aeroportos para impedir a entrada de variantes do coronavírus, visto que uma terceira onda no país, aliada a uma nova cepa seria “um desastre.”

“Fizemos um pedido para posicionamento [sobre as barreiras sanitárias] com urgência para o Ministério da Saúde e a Anvisa, mas nenhum se pronunciou. [Neste momento] tem de se ter menos burocracia e mais agilidade”, disse Carlos Lula.

Carlos Lula foi reeleito presidente do CONASS

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, foi reeleito para o cargo de presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o parabenizou pela conquista. “Parabenizo o secretário de saúde do Maranhão, Carlos Lula, pela reeleição como presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), órgão que vem fazendo um grande trabalho em defesa da vida e da saúde da população”, disse.

Carlos Eduardo de Oliveira Lula, é advogado, tendo se formado bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão. Pós-graduado em Direito Processual Civil e Direito Constitucional, possui MBA em gestão empresarial e é secretário de Saúde do Estado do Maranhão desde 2016.

Carlos Lula elogia escolha de Marcelo Queiroga para substituir Pazuello

Na última segunda-feira (15), o Governo Federal anunciou a troca do comando do Ministério da Saúde. A mudança já é a quarta desde o início da pandemia de covid-19, decretada pela Organização Mundial da Saúde em 2020. Agora a pasta será comandada pelo presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcelo Queiroga.

Secretários de saúde de vários estados se manifestaram nas redes sociais sobre a mudança, entre eles, o secretário do Maranhão e também presidente do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS), Carlos Lula.

Em entrevista ao site G1 Maranhão, o secretário elogiou a escolha e disse tratar-se de uma pessoa ponderada. “O doutor Marcelo Queiroga é amigo de muitos secretários. Ele é cardiologista, uma pessoa ponderada, uma pessoa que tem bom trânsito com todos os lados da política no país e parece que foi uma boa escolha. Eu espero que ele tenha sucesso na empreitada dele. Vamos esperar quais serão as providências que ele vai tomar”, disse.

Atenção Concurseiros: Inscrições para o concurso da Emserh terminam nesta terça-feira (09/01)

Inscrições para o concurso da Emserh terminam nesta terça-feira (9). (Foto: Divulgação)

Inscrições para o concurso da Emserh terminam nesta terça-feira (9). (Foto: Divulgação)

As inscrições para o concurso público da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh), que oferece mil vagas para a rede de saúde nas áreas médica, assistencial e administrativa, terminam nesta terça-feira (9). Os formulários de inscrição poderão ser preenchidos até as 23h59 (horário oficial de Brasília), no site do Instituto AOCP (www.institutoaocp.org.br), organizadora do concurso. Os salários variam de R$ 1.000 até R$ 7.425,31.

“Essas vagas vão fortalecer a rede estadual de saúde. A gestão do governador Flávio Dino assumiu um compromisso com a população de levar a saúde a sério e tem cumprido suas promessas. Além do concurso, entregou seis hospitais regionais, o Hospital de Traumatologia e Ortopedia, casas de apoio e muito mais”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Saiba mais:

Inscrição

O candidato deverá selecionar no formulário de solicitação de inscrição a cidade em que deseja realizar a prova objetiva. Segundo o edital, não será admitida ao candidato a alteração da cidade escolhida para realização da prova objetiva após efetivação da inscrição. A taxa é de R$ 80 para nível médio e técnico e R$ 120 para nível superior. O prazo para o pagamento do boleto é até quarta-feira (10), às 23h59 (horário oficial de Brasília).

São 60 vagas na área médica em diferentes especialidades, 630 vagas para as funções de enfermeiro e de técnico de enfermagem, além de 310 vagas distribuídas para os cargos de biomédico, bioquímico, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, odontólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, técnico em saúde bucal, advogado, analista administrativo, jornalista e assistente administrativo.

Provas

O local, a sala e o horário de realização das provas serão disponibilizados no endereço eletrônico do Instituto AOCP, a partir de 19 de janeiro.

As provas objetivas para todos os cargos serão realizadas no dia 18 de fevereiro de 2018. Contudo, é preciso prestar atenção para o horário de realização da prova. Pela manhã, serão aplicadas as provas para os cargos assistenciais e administrativos. Já os cargos de assistente administrativo e da área médica, as avaliações serão realizadas à tarde.

A aplicação da prova será realizada nas cidades de Balsas, Barra do Corda, Caxias, Codó, Imperatriz, Itapecuru, Pinheiro, Presidente Dutra, Rosário, Santa Inês, São João dos Patos, Timon, Zé Doca e São Luís. Em caso de indisponibilidade de locais adequados ou suficientes na localidade de realização das provas, estas poderão ser realizadas em localidades próximas.  As demais etapas presenciais do concurso público serão realizadas na cidade de São Luís.

Links para inscrições e editais:

De como a própria PF inocentou o secretário Lula em seu relatório

Lula acabou com folha suplementar e extinguiu contratos com OSs suspeitas de irregularidades

Contra o relatório da própria Polícia Federal que resultou na Operação Pegadores não há argumentos. Por mais que se faça malabarismo argumentativo para tentar colocar alguma culpa sobre os casos envolvendo as OSs e a secretaria estadual de saúde, foi a própria Polícia Federal que deixou claro em seu relatório que assim que Carlos Lula assumiu a subsecretaria, as irregularidades foram cessadas. Está na decisão da Justiça Federal que autorizou a operação.

Fica claro na decisão que não existe nada contra Lula, que recebeu os policiais na secretaria logo nas primeiras horas da manhã e auxiliou na operação. Os diálogos de Lula e o proprietário de uma das terceirizadas mostram o quanto ele foi pelo de surpresa pela tal folha suplementar. Folha esta que foi encerrada por ele mesmo imediatamente. 

Mas por que a PF diz que as irregularidades continuaram em 2017?

Vamos ao relatório da PF. O que ele diz é que há graves indícios de que a ex-subsecretária Rosângela Curado (acusada de ser a chefe do esquema criminoso) ainda exercia influência através de um funcionário da SES (já demitido), e indicaria empresas subcontratadas pelas terceirizadas. Mas o relatório é claro ao afirmar que há indícios e que isto poderia ser esclarecido no decorrer das investigações (folha 51).

Ora, se existia apenas indícios e o decorrer das investigações é que irão esclarecer, porque a insistência da Polícia Federal em afirmar que existiam irregularidades em 2017? E por que não deixaram claro que se existiu em 2017 teria cessado no início de junho quando o governo encerrou definitivamente o contrato do IDAC? Afinal, era seria este o instituto utilizado como ponte para o pagamento de propinas.

O IDAC que garantiria a continuidade do pagamento da suposta propina a Curado com repasse para uma empresa chamada Emcosuma, de propriedade da odontóloga.

Assim, fica claro que todas as vezes que se teve notícia de suspeita de ilegalidade (mesmo sem comprovação), o secretário Lula agiu para acabar com as atividades: na extinção dos folhas suplementares e encerrando os contratos com as terceirizadas.