Felipe Camarão ainda é pré-candidato ao governo?

O cenário politico pode mudar nos próximos dias. Na próxima segunda-feira, 29, o Governador Flávio Dino reunirá os lideres partidários para decidir o nome do seu sucessor.

Entre os pretensos candidatos, está o atual secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão. Mas será que ele segue como pré-candidato ao governo estadual até o fim?

Ele tem agenda em Viana na sexta-feira, 26, como pré-candidato. Mas todos os palacianos dão como certo que ele irá desistir na reunião que acontecerá no dia 29 e anunciar apoio ao vice-governador Brandão.

Estaria então fazendo a militância petista que o acompanha de trouxa? Ou a candidatura de Camarão é pra valer e ele vai contrariar o cenário que os brandistas dão como certo?

Flávio Dino lidera disputa para o Senado Federal

A pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Econométrica, divulgada nesta terça-feira, 09, mostrou que o atual governador Flávio Dino (PSB) lidera a disputa para a única vaga que será aberta para o Senado ano que vem.

Nos dois cenários nos quais seu nome foi colocado, o socialista possui considerável vantagem.

No primeiro, Dino pontuou com 45,3% da preferência dos entrevistados. Ele é seguido por Roberto Rocha (24,3%), Josimar de Maranhãozinho (9,8%) e Paulo Romão (4,2%).

10,1% nenhum deles e 6,3% não souberam ou não responderam.

No segundo cenário, o governador cravou 44,4% das intenções de voto, seguido por Roberto Rocha (24,5%), Josimar de Maranhãozinho (9,9%), Edivaldo Holanda Júnior (6,5%). Nenhum deles 9,1% e 5,7% não souberam ou não responderam.

Chama a atenção o percentual de rejeição, na qual o socialista aparece como vice-campeão.

36,4% disseram não votar em Maranhãozinho para o Senado. 32,3% rejeitaram o nome de Flávio Dino. Eles são seguidos por Paulo Romão (25%), Roberto Rocha (24,3%), Othelino Neto (15%), Edivaldo Holanda Júnior (14,7%). 1,6% não votaria em nenhum deles e 17% não souberam ou não responderam.

Flávio Dino reafirma critérios para escolha do candidato do grupo

Nesta quarta-feira, 03, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB),  em entrevista, reafirmou os critérios para escolha do candidato a governador do grupo. Ele também declarou que espera dos aliados o cumprimento do acordo político para a escolha do candidato a governador do grupo em 2022.

O gestor reafirmou que acredita no cumprimento do que fora assinado pelas lideranças da sua base.

“Fizemos um pacto de todos os partidos abrangendo três critérios, e esses são os critérios que eu estou levando em conta nesse diálogo com os partidos: o primeiro, lealdade, fidelidade ao programa, às mudanças que nós fizemos no Maranhão (…); em segundo, agregação política, ou seja, quem consiga reunir o apoio da maior parte da classe política, abrangendo prefeitos, deputados, partidos; e em terceiro lugar, potencial eleitoral. Nós assinamos esse acordo, todos assinaram e esses são os três critérios que estão sobre a mesa”, afirmou.

São pré-candidatos do grupo: o vice-governador Carlos Brandão, o senador Weverton e os secretários Felipe Camarão e Simplício Araújo.

Governo Dino aciona Roberto Rocha por transfobia

O Governo Flávio Dino, por intermédio da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, comandada pelo petista Chico Gonçalves, encaminhou Notícia Fato ao Ministério Público Federal, Defensoria Púbica do Estado do Maranhão e Procuradoria Geral do Estado denunciando o senador Roberto Rocha pelo crime de transfobia.

O auxiliar de Dino acusou o parlamentar de ter agido de maneira intolerante, ofensiva e discriminatória contra o adolescente Alex Brito, mais conhecido como Bota Pó, um joven transsexual de 16 anos, residente no município de Bacabal, que protagonizou recentemente um vídeo promocional do Governo maranhense sobre a plataforma Gonçalves Dias, vinculada à Secretaria de Estado da Educação.

Em uma postagem que fez nas redes sociais, que, inclusive, já foi retirada do ar, Rocha criticou o fato do Governo ter escolhido para estrelar o vídeo um jovem homossexual assumido, fazendo papel de menina, ao invés de ter promovido a imagem de um adolescente que tenha se destacado em alguma área.

“Lamentável essa situação na qual passamos. Nada contra a opção sexual de alguém. Agora querer obrigar a aceitação desta opção de alguns como regra e apologia a prática homossexual isso não dá para aceitar”, comentou o senador.

De acordo com a Notícia Fato, LGBTfobia é uma violação contra os direitos humanos que consiste na intolerância, discriminação, ofensa ou qualquer manifestação de repúdio a população lésbica, bissexuais, gays, transexuais e outros, com finalidade atentatória à sua dignidade. A prática é equiparada ao crime de racismo, segundo a denúncia.

Roberto Rocha, em uma nota também publicada nas suas redes sociais, após excluir a postagem sobre Bota Pó, saiu pior do que entrou e o senador reafirmou a transfobia.

Flávio Dino dá posse a novos secretários e fortalece Felipe Camarão

Nesta quinta-feira, 14, no Palácio Henrique de La Rocque, o governador Flávio Dino deu posse a seis novos gestores estaduais: Secretaria de Governo, Casa Civil, Secretaria de Articulação Política, Secretaria da Mulher, Secretaria da Agricultura e Companhia Maranhense de Gás.

A jornalista Marcela Mendes assume a gestão da Secretaria de Estado de Governo (Segov), em lugar de Diego Galdino, que passa a comandar a Casa Civil.

Ricardo Barbosa tomou posse na Secretaria de Estado de Articulação Política (Secap), em substituição ao deputado federal Rubens Junior.

Ana Mendonça retornou à Secretaria de Estado da Mulher (SEMU).

Sebastião Madeira, ex-prefeito de Imperatriz, é o novo diretor-presidente da Companhia Maranhense de Gás (Gasmar).

Luiz Henrique Lula da Silva, tomou posse na Secretaria de Estado de Agricultura (Sagrima).

Com essas mudanças, o supersecretário Felipe Camarão aumenta sua força no secretariado e se fortalece como pré-candidato a governador.

Sebastião Madeira é anunciado como novo presidente da GASMAR

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), anunciou nas primeiras horas desta quarta-feira (6), que o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), é o novo presidente da GASMAR, empresa de economia responsável mista por gerenciar a exploração do gás natural no estado.

Nos últimos anos, a GASMAR já foi comandada por Deoclides Macedo, atual prefeito de Porto Franco; Antonio Nunes, advogado e por Telma Thomé.

 

Flávio Dino reafirma que vai cumprir acordo com partidos

Em entrevista a Rede Meio Norte, o governador e pré-candidato a senador, Flávio Dino afirmou que o acordo feito para a escolha do seu sucessor, com base em critérios estabelecidos, será cumprido.

Ele evidenciou em primeira mão que a definição do pré-candidato da base governista será no próximo mês: novembro. Anteriormente, o líder do Poder Executivo havia pontuado que a decisão ficaria somente para 2022.

Hoje, há dois nomes cotados: o do senador Weverton Rocha (PDT) e o do atual vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade)

A consolidação do pré-candidato é resultado de um acordo firmado com os presidentes dos partidos e lideranças da base aliada, que versou para alguns critérios de escolha, dentre os quais está o posicionamento nas pesquisas de intenção de voto.

Flávio Dino e Roberto Rocha trocam farpas

O governador Flávio Dino (PSB) e o senador Roberto Rocha (sem partido) voltaram a trocar farpas nas redes sociais.

Tudo começou quando o socialista divulgou link de notícia tratando sobre a elevação, por parte da Petrobras, do diesel nas refinarias em quase 9%.

Dino comentou o assunto com a seguinte afirmação: “E então vai aparecer algum bandido para inventar que “a culpa é do governador”.

Rocha repercutiu a postagem dizendo que: “ao invés de fugir da responsabilidade e atacar quem o critica, enquanto continua arrancando o couro dos maranhenses com uma alíquota de 30,5% de ICMS sobre a gasolina, Flavio Dino deveria seguir o exemplo do governo do Espírito Santo. O governador Renato Casagrande, do PSB como Dino, congelou o ICMS dos combustíveis e do gás de cozinha pelos próximos meses. Desafio o governo do Maranhão a fazer o mesmo”.

Flávio Dino, então, retornou o ambiente virtual para rebater o seu adversário: “Eu avisei. Já apareceram os bandidos. Dois ou três. E o que dizem da política federal da “paridade internacional” para combustíveis ?? Nada. Não querem resolver o problema do povo. Só fazer demagogia e aparecer”, disse.

“Sobre o ICMS, reitero a posição que sustento há muito tempo: o ICMS DEVE ACABAR. Para isso, basta que o Congresso Nacional mude a Constituição FEDERAL. Mas que fique claro: não vai haver redução de preço de combustível sem mudar a política FEDERAL de “paridade internacional”, completou.

RR retrucou: “Reitero o que disse: Dino foge da responsabilidade e ataca quem critica seu (des)governo do Maranhão. Se sua preocupação fosse o povo maranhense, aceitaria meu desafio e congelaria o ICMS, assim como fez o governador do Espírito Santo, do seu partido. No entanto, como não é, apenas terceiriza a culpa e lava suas mãos. Vindo de quem vem, não me surpreende. Deveria chamar-se Fake Dino”.

No RN, Lula disse a Flávio Dino que quer PT, PSB e PDT juntos no Maranhão

O governador Flávio Dino esteve na semana passada em reunião com o ex-presidente Lula no Rio Grande do Norte e conversou diretamente com ele sobre a posição para o PT nas eleições do ano que vem.

Como durante a passagem do ex-presidente pelo Maranhão não houve tempo hábil para uma conversa mais reservada sobre política, Flávio decidiu fazê-la durante a passagem da caravana petista em terra potiguar. Lá, quando questionado sobre o futuro da eleição no Maranhão, Lula disse que quer PT, PSB e PDT juntos no pleito do Maranhão.

Sobre a possibilidade de Felipe Camarão ser candidato a governador, Lula descartou a
hipótese.

O próprio governador Flávio Dino contou a história para algumas pessoas quando retornou.

Dino defende Mourão no governo como uma saída de transição diante da crise com STF

O governador Flávio Dino (PSB) concedeu entrevista ao portal UOL e falou sobre o atual cenário de crise entre o presidente Jair Bolsonaro e os ministros do STF.

“O Mourão é uma pessoa mais à direita, mas não se comportaria como um arruaceiro, como um bagunceiro. Seria uma saída de transição quem sabe ou será uma saída de transição uma vez que Bolsonaro a essa altura está atormentado de desgovernado, inclusive, psicologicamente. Então, talvez fosse uma saída de transição para que haja eleições em paz no Brasil”, disse o governador.

Flávio Dino declarou que se as eleições presidenciais em 2022 ocorrerem com esse “clima gerado pelo Bolsonaro” é possível que o país se depare com confrontações e uma possível guerra civil.