Governo Dino aciona Roberto Rocha por transfobia

O Governo Flávio Dino, por intermédio da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, comandada pelo petista Chico Gonçalves, encaminhou Notícia Fato ao Ministério Público Federal, Defensoria Púbica do Estado do Maranhão e Procuradoria Geral do Estado denunciando o senador Roberto Rocha pelo crime de transfobia.

O auxiliar de Dino acusou o parlamentar de ter agido de maneira intolerante, ofensiva e discriminatória contra o adolescente Alex Brito, mais conhecido como Bota Pó, um joven transsexual de 16 anos, residente no município de Bacabal, que protagonizou recentemente um vídeo promocional do Governo maranhense sobre a plataforma Gonçalves Dias, vinculada à Secretaria de Estado da Educação.

Em uma postagem que fez nas redes sociais, que, inclusive, já foi retirada do ar, Rocha criticou o fato do Governo ter escolhido para estrelar o vídeo um jovem homossexual assumido, fazendo papel de menina, ao invés de ter promovido a imagem de um adolescente que tenha se destacado em alguma área.

“Lamentável essa situação na qual passamos. Nada contra a opção sexual de alguém. Agora querer obrigar a aceitação desta opção de alguns como regra e apologia a prática homossexual isso não dá para aceitar”, comentou o senador.

De acordo com a Notícia Fato, LGBTfobia é uma violação contra os direitos humanos que consiste na intolerância, discriminação, ofensa ou qualquer manifestação de repúdio a população lésbica, bissexuais, gays, transexuais e outros, com finalidade atentatória à sua dignidade. A prática é equiparada ao crime de racismo, segundo a denúncia.

Roberto Rocha, em uma nota também publicada nas suas redes sociais, após excluir a postagem sobre Bota Pó, saiu pior do que entrou e o senador reafirmou a transfobia.

Flávio Dino e Roberto Rocha trocam farpas

O governador Flávio Dino (PSB) e o senador Roberto Rocha (sem partido) voltaram a trocar farpas nas redes sociais.

Tudo começou quando o socialista divulgou link de notícia tratando sobre a elevação, por parte da Petrobras, do diesel nas refinarias em quase 9%.

Dino comentou o assunto com a seguinte afirmação: “E então vai aparecer algum bandido para inventar que “a culpa é do governador”.

Rocha repercutiu a postagem dizendo que: “ao invés de fugir da responsabilidade e atacar quem o critica, enquanto continua arrancando o couro dos maranhenses com uma alíquota de 30,5% de ICMS sobre a gasolina, Flavio Dino deveria seguir o exemplo do governo do Espírito Santo. O governador Renato Casagrande, do PSB como Dino, congelou o ICMS dos combustíveis e do gás de cozinha pelos próximos meses. Desafio o governo do Maranhão a fazer o mesmo”.

Flávio Dino, então, retornou o ambiente virtual para rebater o seu adversário: “Eu avisei. Já apareceram os bandidos. Dois ou três. E o que dizem da política federal da “paridade internacional” para combustíveis ?? Nada. Não querem resolver o problema do povo. Só fazer demagogia e aparecer”, disse.

“Sobre o ICMS, reitero a posição que sustento há muito tempo: o ICMS DEVE ACABAR. Para isso, basta que o Congresso Nacional mude a Constituição FEDERAL. Mas que fique claro: não vai haver redução de preço de combustível sem mudar a política FEDERAL de “paridade internacional”, completou.

RR retrucou: “Reitero o que disse: Dino foge da responsabilidade e ataca quem critica seu (des)governo do Maranhão. Se sua preocupação fosse o povo maranhense, aceitaria meu desafio e congelaria o ICMS, assim como fez o governador do Espírito Santo, do seu partido. No entanto, como não é, apenas terceiriza a culpa e lava suas mãos. Vindo de quem vem, não me surpreende. Deveria chamar-se Fake Dino”.

Pesquisa: Eleição polarizada entre Weverton/Lula X Roberto Rocha/Bolsonaro

Ontem, 29, foi divulgada uma nova pesquisa realizada pelo instituto Econométrica, onde mostra a polarização do senador Weverton e do senador Roberto Rocha.

No cenário estimulado com Roseana Sarney, a pesquisa mostra a ex-governadora liderando com 24,6%, mas a mesma já disse que não é candidata a governadora e disputará uma vaga de deputada federal.

Nos cenários sem Roseana, a situação se repete: o senador Weverton Rocha lidera e é seguido do senador Roberto Rocha, reproduzindo no Maranhão a polarização nacional.

Weverton é líder do PDT e tem uma relação próxima com PT Nacional e o ex-presidente Lula.

Roberto Rocha, que aparece em segundo, cerca de 10 pontos atrás do pedetista, tem o apoio do atual presidente Jair Bolsonaro, que deve investir na sua pré-candidatura para garantir palanque no estado.

O ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior aparece em terceiro como possível candidato a terceira via.

Já o vice-governador Carlos Brandão ficou mesmo pelo caminho. Com toda a estrutura à disposição de sua pré-candidatura, não conseguiu deslanchar. Parece mesmo que você candidatura ficou no meio do caminho.

Em todo esse cenário, A polarização nacional deverá dar o tom da eleição no Maranhão, com Weverton representando a esquerda, com apoio do ex-presidente Lula e Roberto Rocha, representando a direita do bolsonarismo.

Roberto Rocha ataca Eliziane e reclama de pressão de mulheres para participar da CPI

O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que não integra a CPI da Covid, pediu participação de parlamentares com comorbidades na comissão. Ele reclamou da pressão da bancada feminina para maior participação nas sessões.

“Compreendo os anseios da representação feminina e respeito e defendo. Anseios de ter mais voz no Senado, para fazer prosperar temas de interesse das mulheres. Ora, com o devido respeito, a CPI da Covid discute questões de interesse de toda a sociedade, não apenas das mulheres“, disse.

Depois, afirmou que Eliziane Gama (Cidadania-MA), que não integra a comissão, mas tem participado dos depoimentos, é de oposição ao governo de Jair Bolsonaro.

“Ela é aliada ao governador do Maranhão, que é adversário do governo federal. É necessário respeitar o devido equilíbrio das forças, para que a gente ouça todos os lados“, disse.

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), respondeu que não há mulheres na CPI, “ao contrário dos homens, que são muitos”. “Os homens são os 11 titulares e os 7 suplentes e vários aqui têm algum tipo de doença também. Em relação a mulheres, não fiz nenhum favor a elas.”

Duarte Júnior dá cargo para aliado de Roberto Rocha

A presidente do Viva/Procon, Karen Barros, esposa do deputado estadual Duarte Júnior (Republicanos), nomeou para o posto de diretor da unidade do órgão em Balsas, agora em abril, um aliado do senador Roberto Rocha, Deusval Trajano.

Trajano foi chefe de gabinete da Prefeitura Municipal na gestão de Rochina, irmão do senador.

No Viva/Procon, Trajano substitui Thyago Nogueira, que era indicado do vice-governador, Carlos Brandão (PSDB).

2022: Escutec também aponta liderança de Weverton dentro do grupo de Dino

Neste sábado, 27, o Jornal O Estado do Maranhão divulgou uma Pesquisa Escutec sobre as eleições de 2022.

Os números colocam a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) na liderança.

O parlamentar fica em situação de destaque dentro do grupo de Flávio Dino, uma vez que Roseana já deixou claro que pretende concorrer a um cargo proporcional.

No primeiro cenário, estimulado, com doze nomes:

Roseana – 23%
Weverton – 14%;
Edivaldo Holanda Júnior – 13%
Carlos Brandão – 9%
Roberto Rocha – 8%
Eliziane Gama – 3%
Wellington do Curso – 3%
Simplício Araújo – 2%

Os demais nomes: deputado federal licenciado Márcio Jerry; o prefeito Lahesio Bonfim (São Pedro dos Crentes); o deputado federal Josimar de Maranhãozinho e o secretário estadual de Educação, Felipe Camarão, pontuaram com 1%, cada. Nenhum dos candidatos 8% e 13% não souberam ou não responderam.

No segundo cenário, estimulado, no qual são apresentados:

Roseana – 29%
Weverton – 20%
Brandão – 12%
Rocha – 11%
Nenhum deles – 18%
NS/NR – 10%

No terceiro cenário, no qual são citados apenas os nomes de Weverton, Brandão e RR.

Weverton 25%,
Brandão 15%
Rocha 13%.
Nenhum deles 30%
NS/NR 17%

Senado

O levantamento também mensurou a preferência do eleitorado em relação a única vaga para o Senado que estará em disputa.

Flávio Dino – 51%
Roberto Rocha – 21%
Josimar de Maranhãozinho – 8%.
Nenhum deles – 15%.

Presidente

Luiz Inácio Lula da Silva – 54%
Jair Bolsonaro – 20%
Ciro Gomes – 7%
Sérgio Moro – 3%
João Dória – 2%
Luciano Huck – 2%
João Amoedo – 2%
Eduardo Leite – 1%
Nenhum deles – 5%

A pesquisa Escutec foi realizado no período compreendido entre os dias 20 a 25 deste mês. Foram ouvidos 1.400 eleitores. A margem de erro é de 2%, para mais ou para menos, e possui nível de confiabilidade de 90%.

Roberto Rocha afirma que escolheu Brandão para presidir o PSDB

O senador maranhense Roberto Rocha afirmou, em entrevista à TV Band de Caxias, que escolheu o vice-governador Carlos Brandão para assumir o comando do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) no seu lugar.

“Devolvi o partido para Carlos Brandão. Já foi deputado muitas vezes, já foi meu vice-presidente na época. Eu podia ter dado pra um, pra outro, eu preferi que fosse para o Carlos Brandão”, afirmou.

O parlamentar explicou que não tinha mais clima para continuar no partido. “Não dava para continuar no PSDB por incompatibilidade. Eu não quero constranger o partido, eu não vou abrir mão de defender o interesse do Maranhão, mas nenhuma hipótese. E o partido também não pode me constranger”, disse.

Rocha ainda explicou que a permanência no partido se tornou impossível e alfinetou João Dória, governador de São Paulo, ao dizer que não trocaria o Maranhão por São Paulo. “O meu Brasil é o Maranhão, o meu partido é o Maranhão”, disse.

Sobre o apoio ao Bolsonaro, Roberto ressaltou que não ia romper com o presidente da República por causa do projeto político de Dória “eu não posso desprezar o apoio do governo federal”, afirmou.

No final da entrevista, o senador disse que vai escolher outro partido alinhado ao seu pensamento político. “Nós estamos há mais de um ano para definir partido político, eu vou definir o partido dentro do melhor interesse público do meu estado”, finalizou.

Com ameaça de renúncias, chapa de deputados do PSDB pode cair completa por não cumprir cota de gênero

Roberto tranca o cofre, candidatos ameaçam renunciar e PSDB pode ter chapa proporcional cassada por não cumprir cota de gênero

A crise pelo fundo de campanha do PSDB chegou ao nível extremo. Há alguns dias, candidatos estão reclamando muito nos bastidores que o presidente do partido e candidato a governador Roberto Rocha monopolizou os recursos e não repassa o valor combinado para os candidatos proporcionais.

Na última quarta-feira (5), um grupo de candidatos protocolou manifesto pedindo a solução do problema em caráter de urgência ou iriam renunciar às candidaturas. Os candidatos afirmam no manifesto que acreditaram “na boa-fé, em promessas das lideranças partidárias”.

“Estamos com a nossa campanha na rua da amargura, penalizados e humilhados pela injusta repartição do fundo partidário, que privilegia uns, em detrimento de outros, impedindo paridade mínima de armas”.

Os candidatos ameaçam que se não houver mudança na política de distribuição, não restará outra saída, senão a renúncia das candidaturas.

Mas a renúncia destes não significa somente perda de candidatos, mas pode significar a perda de todos os candidatos proporcionais do PSDB. A lei estabelece que cada partido ou coligação deverá preencher o mínimo de 30% de candidaturas de cada gênero, na prática, pelo menos 30% de mulheres.

O PSDB não coligou com outro partido para estadual. Assim, com 36 candidatos, ele possui hoje 12 mulheres. Dos 13 candidatos que assinaram o manifesto e ameaçam sair, 7 são mulheres. Assim, o partido passaria a ter 23 candidato e somente 5 mulheres. Para cumprir a cota, deveria ter pelo menos 7.

Com a provável renúncia das candidatas, o PSDB passaria a não cumprir a cota de gênero e o Ministério Público Eleitoral deverá acionar a legenda derrubando a chapa e caindo por terra todos os candidatos a deputado.

O problema que Roberto Rocha tem criado para o partido ao ficar com toda a verba de campanha é maior do que o que está visto à superfície.

Aliás, para onde está indo o dinheiro? Alguém tem visto algum material de campanha de Roberto Rocha pela rua? Por enquanto nada..

Ameaçam renunciar a candidatura:

Adalgisa Soares Alves;
Antonio da S. Rodrigues;
Bartolomeu Barbosa de Sousa;
Eliseu Antonio de Holanda Filho;
Francisco das Chagas Oliveira Santos;
Francisvaldo Mendes Cruz;
Herlani José Santos Ribeiro;
Maria de Fátima Castelo Branco Pinho;
Maria Estela Lages Sousa;
Nadjaranny Reis de Sousa Oliveira;
Jacilene dos Santos Serejo;
Tânia Cristina Santana;
Larah Dana.

Pouso de Roberto Rocha no ninho tucano fracassou

Sem lideranças, Roberto Rocha assume o PSDB apenas no papel

O senador Roberto Rocha pousou definitivamente no ninho do PSDB do Maranhão na manhã desta sexta-feira (22). Em evento esvaziado e sem a presenças de representatividades políticas, RR demonstrou fraca articulação política e a única saída para gerar notícia foi ter que se referir ao governador Flávio Dino.

O esvaziado evento é um prenúncio de como deve ficar o PSDB no Maranhão. Prefeitos e deputados já anunciaram ou que deixarão a legenda ou que, mesmo se mantendo na sigla, continuarão apoiando Flávio Dino em 2018.

Em sua chegada, a única coisa que gerou notícia foi a referência que Roberto Rocha fez ao deputado federal José Reinaldo. Para ele, por tudo que fez no passado, o parlamentar merece a outra vaga de senador nas eleições de 2018 no campo político de Dino. Asa de Avião chegou, inclusive, a convidar José Reinaldo para integrar a sua chapa no ano que vem.

Impressionante é a incoerência de Roberto Rocha, que reconhece o papel de José Reinaldo nas últimas eleições, e diz que todos têm uma dívida com ele, mas foi capaz de trair Flávio Dino, o grande responsável por lhe eleger ao Senado Federal.

É cada uma. Por essas e por outras que o desembarque de Asa de Avião no ninho tucano foi um verdadeiro fracasso.

Depois de tomar PSDB, Roberto Rocha foca em PPS e PSB

O senador Roberto Rocha não para de se movimentar para tomar legendas de gabarito alto que estão na aliança do governador Flávio Dino. Embora a engenharia seja difícil, Roberto Rocha trabalha diuturnamente para tomar mais dois partidos grandes do campo dinista após ser alçado presidente estadual do PSDB. São eles o PPS e o PSB.

Rocha já teve conversas com o presidente nacional do PPS, Roberto Freire e tenta convencê-lo da viabilidade de seu projeto para que interceda no Maranhão colocando o PPS em sua coligação. A articulação iria de encontro ao projeto do partido estadual, já que a deputada Eliziane Gama, está se fortalecendo a cada dia o nome como pré-candidata a senadora na chapa do governador Flávio Dino.

Embora muitos socialistas maranhenses desdenhem, é bom abrir os olhos. Hoje, a turma de Pernambuco controla o partido dando suporte ao presidente estadual no Maranhão Luciano Leitoa e ao projeto de reeleição de Flávio Dino. Mas o jogo continua e não é tão fácil quanto parece. A eleição nacional do partido é só em março de 2018 e o vice-governador de São Paulo, Mário França, não jogou a toalha. Até porque Geraldo Alckmin sonha em ter o partido na sua coligação para a presidência da República.

Caso Mário França vença, Rocha já está articulando para que o comando do PSB no Maranhão fique com a deputada federal Luana Alves. Vale lembrar que o marido de Luana, ex-prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, foi quem levou Roberto Rocha para o PSB em 2012. Com Luana no comando do partido, estaria assegurada  a aliança com o PSDB.

Pode até não ser fácil Roberto conseguir fechar os acordos, mas ele não para de articular. Não será por falta de aviso…